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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Imagine um lugar único cheio de belezas e encantos
O grupo Encaminhada acertou em cheio ao escolher este destino. São Tome das Letras é uma cidade fabulosa, feita em pedra, cheia de encantos: tem uma pirâmide construída por um newage man. Tem construções únicas, que acredito mais cedo mais tarde, serão considerados patrimónios.
Existe um plato de onde avista-se o horizonte, vendo tudo e a tradição local diz que serve de discoporto, afinal os extraterrestres também frequentam estas bandas.
Listando algumas atraçoes tem corredeiras, ribeiroes, piscinas naturais, cachoeiras, cavernas e grutas e inúmeras trilhas para todo tipo de caminhante.
Se não me falha a memória este navio ficava ancorado próximo ao aterro do Flamengo, era um contratorpedeiro da marinha brasileira, adquirido da marinha americana e que lutou na segunda Grande Guerra.
Aqui no Brasil durante anos patrulhou nosso oceano e ao final da sua vida útil, foi desarmado e entregue ao governo do Rio, que transformou-o em um navio Museu, onde o visitante tem uma noção de como era a vida a bordo.
Podia ver armamentos e equipamentos, ver o dormitório e refeitório da tripulação e em uma grande sala conhecer miniaturas de diversas embarcações brasileira.
Completamente integrado ao cenário da cidade maravilhosa, acabou sendo uma bela descoberta de passeio naquele belo feriadão de 1992.
Para aqueles estudantes que fugiram da aula historia no Rio de Janeiro ficava a sede do governo imperial. Desde fuga de Portugal e a chegada do imperador Dom João VI ao Brasil, para fazer daqui a sede do Imperio Portugues, escolheram uma grande área para a construção do palácio.
O palácio imperial após a queda da monarquia foi transformado em parque e museu, deixando a cidade do Rio de Janeiro com esta bela joia, um excelente lugar para as familhas e turistas passarem boas horas agradáveis, com varias opções de lazer, inclusive com o Zoológico ao lado.
Estamos em 1992 numa época em que abundavam os feriados em nosso calendário, eu e o Edsinho resolvemos visitar familiares dele no Rio, foram quase 7 dias de pura alegria em que palmilhamos a cidade maravilhosa.
Conhecemos desde as praias ao Maracana, dos parques a alguns museus e inclusive fomos em uma feira muito bacana, bem popularesca.
Morei durante muitos anos em Taubate, cidade vizinha e um dos bairros que morei ficava bem próximo da divisa entre os municípios, quantas vezes peguei minha bicicletas e fui com os amigos andar na estrada de Tremembe.
Reuni algumas imagens que guardo desta cidade, a estação do Trem, a igreja matriz e a ponte sobre o Rio Paraiba do Sul, que na época tinha tantos peixes que a garotada, ia pescar para depois fazer peixe no carvão a beira rio.
Bons amigos desta época: o Alexandre, o Natalino, a Marcia e tantos outros que ficam na lembrança.
Revisando
Há cidades que não se visitam — se recordam. Tremembé é uma dessas. Não aparece primeiro nos mapas turísticos nem nos folhetos coloridos, mas surge silenciosa na memória, como uma fotografia antiga encontrada dentro de um livro esquecido. No post “Tremembé, cidade às margens do Rio Paraíba”, relembro dos momentos únicos da adolescência, dos amigos e não descrevo apenas um lugar: reabro uma gaveta do tempo e deixo escapar o cheiro da terra, o som distante do trem e o brilho lento do rio.
Tremembé existe ali como um intervalo entre Taubaté e a infância. Um caminho percorrido de bicicleta, sem pressa, quando o mundo ainda cabia em uma tarde inteira. Pedalar até a cidade era mais do que deslocamento — era um rito. A estrada não separava, conectava. Cada curva guardava expectativa, cada chegada trazia a sensação de ter atravessado algo maior do que quilômetros: uma fronteira invisível entre o cotidiano e a descoberta.
O Rio Paraíba do Sul corre como personagem central dessa lembrança. Não apenas um curso d’água, mas um espelho de um tempo em que o rio era generoso, vivo, abundante. Havia peixes, havia riso, havia carvão improvisado na margem e mãos pequenas aprendendo a esperar. O rio ensinava silêncio, paciência e partilha. Ele não passava apressado — ele permanecia. Assim como permanecem as imagens guardadas na memória.
A estação de trem surge quase como um monumento à espera. Trilhos que levavam para longe, mas também traziam de volta, já não mais existia. O trem não era apenas transporte: era promessa, era despedida, era o som metálico cortando a tarde e marcando as horas de uma cidade que respirava em outro ritmo. A igreja matriz, por sua vez, permanece como âncora — firme, imóvel, observando gerações passarem, crescerem e partirem.
O meu texto do post é curto, quase econômico, mas carrega um peso emocional profundo. Ele não se alonga porque a memória não precisa explicar — ela apenas existe. As imagens falam mais do que descrições longas. São fragmentos de um Brasil interiorano onde as coisas eram menores, mas o tempo parecia maior. Onde a infância não era programada, mas vivida.
Há, nesse relato, uma melancolia suave — não triste, mas consciente. A consciência de que aquele Tremembé ainda existe, mas não é mais o mesmo. E nem nós somos. O rio mudou, as cidades cresceram, as bicicletas deram lugar a motores. Mas algo permanece intacto: a sensação de pertencimento a um lugar que moldou quem somos.
Esse post não tenta convencer o leitor de nada. Ele apenas abre uma janela. Quem lê, reconhece. Quem não viveu algo parecido, imagina. E quem viveu, sorri em silêncio. Tremembé, ali, não é apenas uma cidade às margens do Rio Paraíba — é um estado de espírito, um backup emocional preservado contra o esquecimento.
No fim, o texto nos lembra de algo simples e raro: algumas paisagens continuam existindo apenas porque alguém decidiu se lembrar delas. E lembrar, às vezes, é a forma mais bonita de viajar.
Bellacosa Mainframe e a minha aventura fotografica
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
📷 1991 — A Minha Primeira Câmera Fotográfica
Antes de existir a AW890, antes do Mappin e muito antes de uma câmera caber dentro de um telefone, havia um menino brincando com embalagens de filmes enquanto observava o pai trabalhar como retratista.
Minha história com a fotografia não começou quando comprei minha primeira câmera.
Começou muito antes.
Começou na infância, acompanhando meu pai em seus trabalhos como fotógrafo — ou, como o povo dizia naquela época, retratista.
Eu era o menino curioso que ficava por perto.
Olhava.
Perguntava.
Mexia onde provavelmente não deveria mexer.
Brincava com rolos, caixinhas e embalagens de filmes.
Aquelas pequenas latinhas, cartuchos e pedaços de material fotográfico eram quase brinquedos para mim.
Mas, enquanto brincava, estava aprendendo.
👨👦 O filho do retratista
Fotografia naquele tempo possuía algo de alquimia.
Hoje apontamos um telefone para alguma coisa, tocamos na tela e, menos de um segundo depois, vemos a imagem pronta.
Naquele universo não.
Primeiro havia a câmera.
Depois o filme.
Depois o laboratório.
Depois os produtos químicos.
Depois a espera.
E somente no final do processo aparecia a imagem.
Eu fui conhecendo pouco a pouco todas essas etapas.
Primeiro como criança curiosa.
Depois como ajudante.
Passei a acompanhar a revelação de negativos em preto e branco.
Também participei da preparação e revelação de diapositivos, inclusive aqueles destinados aos pequenos binoclinhos que transformavam uma fotografia em uma pequena janela iluminada.
Era fascinante.
Você começava com algo que aparentemente não possuía nada e, por meio de processos que para uma criança pareciam quase mágicos, surgia uma imagem.
🧪 O laboratório dentro de casa
Meu pai também montava seu estúdio e laboratório caseiro.
E eu estava por perto.
Sempre curioso.
Sempre atento.
Sempre querendo descobrir como aquilo funcionava.
Vi fotografias nascerem antes de entender completamente a física e a química responsáveis por aquilo.
Luz.
Filme.
Negativo.
Revelador.
Fixador.
Papel fotográfico.
Tempo.
Temperatura.
Escuridão.
Tudo precisava conversar corretamente.
Hoje percebo que aquilo talvez tenha sido uma das minhas primeiras experiências com algo que encontraria décadas depois na informática:
um processo possui etapas, dependências e sequência.
Faça uma delas incorretamente e o resultado final será diferente.
Era uma espécie de JCL químico.
E o job precisava terminar com CC 0000.
📸 Uma amizade que atravessou gerações
Havia ainda outro personagem nessa história.
Meu colega de escola, Fabio.
O avô dele era fotógrafo e havia sido mentor do meu pai.
A fotografia havia criado uma ligação entre nossas famílias antes mesmo de nós dois aparecermos.
Depois, por uma dessas coincidências deliciosas da vida, os descendentes se encontraram na escola.
A amizade atravessou gerações.
O avô ensinara meu pai.
Meu pai levara aquele conhecimento adiante.
E eu crescia observando tudo aquilo.
Sem internet.
Sem tutorial no YouTube.
Sem curso online.
Conhecimento era transmitido principalmente de uma pessoa para outra.
Alguém ensinava.
Outro praticava.
Errava.
Perguntava novamente.
Aprendia.
E depois ensinava o próximo.
Era uma corrente humana de conhecimento.
🗓️ Então chegou 1991
Eu já não era mais aquela criança brincando com embalagens vazias de filme.
Estava trabalhando na Fundação CESP.
Minha vida havia mudado bastante.
O salário finalmente começava a permitir algo precioso para um jovem:
sobrar dinheiro depois das obrigações.
Não era riqueza.
Mas era liberdade.
E liberdade, quando somos jovens, possui uma cotação muito particular.
Eu conseguia aumentar a frequência das minhas viagens e passeios.
Podia comprar algumas coisas que antes precisavam permanecer apenas na lista de desejos.
Inclusive cartuchos para o meu querido Nintendinho de 8 bits.
O personagem havia subido de nível.
LEVEL UP!
Mais salário.
Mais autonomia.
Mais viagens.
Mais equipamentos.
Melhores itens para a quest.
Ainda não havia armadura de mithril no inventário.
Mas, para aquele jovem, aquilo já era uma tremenda vitória.
🏬 Mappin — Praça Ramos de Azevedo
E foi nesse contexto que decidi comprar algo especial.
Minha própria câmera fotográfica de 35 mm.
Não a câmera do meu pai.
Não uma câmera emprestada.
A minha.
Fui às Lojas Mappin da Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo.
Para quem conheceu aquela São Paulo, falar simplesmente “Mappin” desperta um conjunto inteiro de memórias.
O prédio.
O movimento do centro.
As vitrines.
As escadas rolantes.
Os departamentos.
A sensação de entrar em uma grande loja onde existiam dezenas de coisas que você gostaria de levar para casa.
E ali estava uma delas.
Uma câmera Mirage 35 mm, totalmente analógica.
Comprei.
Talvez alguém olhando de fora enxergasse apenas uma câmera fotográfica.
Eu enxergava muito mais.
Era a continuação de uma história que começara quando eu ainda era pequeno, observando meu pai trabalhar.
Finalmente eu possuía minha própria máquina de capturar momentos.
😱 E a danada veio com defeito
Só havia um pequeno problema.
A câmera apresentou defeito de fabricação.
Tudo bem.
Acontece.
Voltei ao Mappin, expliquei o problema e fizeram a substituição.
Peguei uma nova.
Agora começaria a aventura.
Ou não.
Porque, para minha surpresa, a segunda máquina apresentou um defeito semelhante.
Duas câmeras.
Dois problemas.
Aparentemente o RNG daquela quest estava contra mim.
Voltei à loja.
Desta vez, porém, o vendedor me deu um conselho diferente.
— Procure diretamente a fábrica.
🏭 Santa Cecília — indo falar com quem entendia da máquina
A fábrica ficava na região de Santa Cecília, em São Paulo.
Peguei minha câmera problemática.
Peguei a nota fiscal.
E fui até lá.
Curiosamente, anos depois eu faria isso incontáveis vezes trabalhando com tecnologia.
Quando o problema ultrapassa determinada camada, você escala.
N1.
N2.
N3.
Fabricante.
Naquele momento eu ainda não chamava aquilo de escalonamento.
Era simplesmente:
“Leva lá que eles resolvem.”
E resolveram.
Foi ali que conheci o senhor Akira, chefe do departamento de atendimento aos clientes.
Fui prontamente recebido.
Expliquei toda a novela.
Comprei a câmera.
Defeito.
Troquei.
Segundo equipamento.
Defeito semelhante.
Ele ouviu minha história e apresentou uma solução inesperada.
🎁 “Vamos trocar por uma AW890.”
O senhor Akira sugeriu substituir minha câmera por outro modelo.
Uma AW890.
Um equipamento superior.
Possuía recursos melhores, incluindo rebobinamento automático do filme e uma lente de qualidade superior.
E então veio a melhor parte.
Eu não precisaria pagar diferença.
O valor que eu havia pago pela minha câmera no varejo era compatível com o preço de custo daquele modelo superior para a fábrica.
Para eles, a conta fechava.
Para mim...
LOOT RARO DESBLOQUEADO.
Entrei carregando uma câmera defeituosa.
Saí carregando um upgrade.
Ainda não era equipamento de mithril.
Mas certamente havia acabado de trocar uma espada +1 por uma +3.
🎞️ 36 oportunidades
E aquela câmera passou a documentar minha vida.
É difícil explicar para quem nasceu na fotografia digital como era possuir uma câmera analógica.
Um filme de 36 poses significava exatamente isso:
36 oportunidades.
Não 3.600.
Não 36 mil.
Trinta e seis.
Você não fazia quinze fotografias praticamente iguais para depois escolher a melhor.
Pensava.
Enquadrava.
Esperava.
Disparava.
Click.
Menos uma.
33...
O contador fazia parte da viagem.
E havia ainda o custo do próximo estágio.
Revelar o filme.
Fazer as ampliações.
Guardar os negativos.
Portanto cada fotografia tinha peso.
🧪 E o menino do laboratório agora estava do outro lado
Existe uma bela simetria nisso tudo.
Quando criança, eu havia acompanhado meu pai.
Brincara com os rolos.
Conhecera os filmes.
Ajudara com negativos preto e branco.
Vira diapositivos.
Participara das experiências do laboratório caseiro.
Agora era eu quem colocava o filme dentro da própria câmera.
Era eu quem escolhia o que merecia virar fotografia.
Era eu quem apertava o disparador.
Sem perceber naquele momento, uma espécie de passagem de bastão havia acontecido.
O filho do retratista havia comprado sua própria câmera.
🚗 E o mundo ficou maior
Aquela compra também coincidiu com outro fenômeno.
Eu estava viajando mais.
Passeando mais.
Conhecendo lugares.
Encontrando pessoas.
Vivendo experiências novas.
Minha renda na Fundação CESP havia ampliado meu pequeno horizonte de possibilidades.
A câmera chegou exatamente quando havia mais mundo para fotografar.
E começou a acompanhar essas aventuras.
Paisagens.
Amigos.
Família.
Viagens.
Festas.
Estradas.
Momentos absolutamente banais.
E são justamente alguns desses momentos banais que hoje possuem maior valor.
Porque nós cometemos um erro quando somos jovens.
Achamos que estamos fotografando lugares.
Décadas depois descobrimos que estávamos fotografando tempo.
❤️ Pessoas que hoje só consigo visitar através das fotografias
Essa talvez seja a parte mais importante de toda a história.
Muitas das pessoas registradas por aquela câmera já partiram.
Naquele momento ninguém estava pensando nisso.
Estávamos apenas vivendo.
Alguém sorria.
Outra pessoa fazia uma brincadeira.
Alguém reclamava por estar sendo fotografado.
— Ah, não tira foto!
Click.
E ainda bem que tirei.
Porque décadas depois posso pegar aquela fotografia e encontrar novamente aquele rosto.
Olhar roupas que havíamos esquecido.
Uma casa que talvez nem exista mais.
Um carro vendido décadas atrás.
Um cachorro.
Uma mesa.
Um aniversário.
Uma viagem.
Um almoço qualquer.
E pessoas.
Principalmente pessoas.
🕰️ A verdadeira máquina do tempo
Hoje possuímos câmeras tecnologicamente inimagináveis para aquele jovem de 1991.
Carregamos no bolso equipamentos capazes de produzir imagens extraordinárias.
Fazemos centenas de fotografias durante uma única viagem.
Armazenamos milhares delas.
Mas existe algo nos antigos negativos que continua me fascinando.
Eu ainda tenho muitos deles.
Pequenas tiras escuras guardando pedaços da minha existência.
E existe algo quase filosófico nisso.
A luz daquele dia entrou pela lente da minha câmera.
Atingiu aquela película.
Produziu uma transformação química.
E deixou ali uma marca física.
Décadas depois aquela marca continua existindo.
Aquele fóton fez backup.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Por isso minha primeira câmera não foi simplesmente uma compra realizada no Mappin em 1991.
Ela fazia parte de uma história muito mais antiga.
Começou com meu pai.
Com um retratista.
Com um fotógrafo mais velho que lhe transmitiu conhecimento.
Com o avô de Fabio.
Com uma amizade que atravessou gerações.
Com um menino curioso mexendo nas embalagens dos filmes.
Com negativos preto e branco.
Com diapositivos.
Com pequenos binoclinhos.
Com um laboratório improvisado dentro de casa.
Depois aquele menino cresceu.
Começou a trabalhar.
O salário melhorou.
A vida deu um LEVEL UP.
Vieram mais passeios.
Mais viagens.
Alguns cartuchos de Nintendinho.
E finalmente dinheiro suficiente para comprar uma câmera própria.
A primeira veio com defeito.
A segunda também.
O azar me levou até Santa Cecília.
Santa Cecília me levou ao senhor Akira.
E o senhor Akira colocou uma AW890 em minhas mãos.
Naquele momento ninguém poderia saber quantas histórias ainda passariam por aquela lente.
Muito menos que, mais de três décadas depois, algumas daquelas fotografias seriam preciosas justamente porque as pessoas nelas retratadas já não estariam aqui para criar novas imagens.
Talvez essa tenha sido a maior lição que aprendi com meu pai sem que ele precisasse ensiná-la:
fotografamos o presente para uma pessoa que ainda não conhecemos — nós mesmos, no futuro.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
COBOL
CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988