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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

🍺 SAPPORO – A CERVEJA MÍTICA DO JAPÃO (E UM MAINFRAME LÍQUIDO)

Bellacosa Mainframe apresenta a mitica cerveja sapporo


🍺 SAPPORO – A CERVEJA MÍTICA DO JAPÃO (E UM MAINFRAME LÍQUIDO)


Se o Japão tivesse um logotipo gravado em aço, ele teria uma estrela vermelha de cinco pontas e o nome SAPPORO. Não é só cerveja. É legado, é uptime, é batch rodando há mais de um século sem falhar.

Hoje eu não vou falar só de bebida. Vou falar de história líquida, de cultura engarrafada e daquele primeiro gole que parece um IPL bem-sucedido.


⭐ ORIGEM – NASCE UM MAINFRAME EM HOKKAIDO

A Sapporo Beer nasce oficialmente em 1876, na cidade de Sapporo, ilha de Hokkaido.
O Japão estava se modernizando após a Restauração Meiji e decidiu aprender com os alemães a arte da cerveja.

👨‍🔬 Seibei Nakagawa, mestre-cervejeiro treinado na Alemanha, foi o arquiteto desse sistema.

Resultado?
Uma cerveja lager, limpa, estável, previsível (no melhor sentido), feita para rodar 24x7.


🍺 O SABOR – SEM BUG, SEM EXCESSO

Sapporo é:

  • leve

  • seca

  • refrescante

  • sem doçura exagerada

  • sem amargor agressivo

💡 É cerveja OLTP, não é batch pesado.

Perfeita para:
✔ acompanhar comida
✔ beber mais de uma
✔ não cansar o paladar
✔ conversar por horas


cerveja sapporo

🏭 O QUE VER – SAPPORO BEER MUSEUM

Se estiver no Japão, pare tudo e vá ao Sapporo Beer Museum.

Você vai ver:
🍺 equipamentos antigos
📜 rótulos históricos
🧠 a evolução da marca
🏭 como se mantém consistência por 150 anos

👉 É tipo visitar um CPD histórico, mas com degustação no final.


🍖 O QUE COMER – PAREAMENTO PERFEITO

🍖 Jingisukan (cordeiro grelhado típico de Hokkaido)
🍜 Ramen de Sapporo (miso pesado)
🍤 Tempurá
🍣 Peixes gordos

Sapporo limpa o paladar como SORT com OUTREC bem escrito.


🧠 CURIOSIDADES & EASTER EGGS

⭐ A estrela vermelha vem do símbolo do governo de Hokkaido
⭐ Sapporo é uma das cervejas japonesas mais antigas ainda ativas
⭐ Produção fora do Japão segue padrão rigoroso
⭐ No Japão, beber Sapporo no inverno é comum (frio não é argumento)

🟡 Easter egg: no Japão, Sapporo é vista como cerveja de gente séria, não modinha.


🍺 SAPPORO NOS ANIMES & CULTURA POP

Aparece discretamente em:

  • Izakayas de Shokugeki no Soma

  • Mangás slice of life

  • Dramas japoneses

  • Animes adultos (onde ninguém bebe energético colorido)

Quando aparece, significa:
➡️ vida real
➡️ pausa merecida
➡️ maturidade


🧠 COMENTÁRIO BELLACOSA

Sapporo me lembra mainframe porque:

  • não grita

  • não pisca

  • não tenta impressionar

  • funciona

Enquanto outras cervejas querem ser “craft”, “hiper lupuladas” ou “influencer friendly”, a Sapporo segue firme:

🍺 entregando consistência há quase 150 anos


🏁 CONCLUSÃO

Sapporo não é hype.
É infraestrutura.

É aquela cerveja que:
✔ acompanha conversa longa
✔ respeita o prato
✔ não briga com o paladar
✔ nunca sai de produção

Uma cerveja para quem entende que confiabilidade vence moda.

🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺 🍺

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

🧠 Agile e Scrum : Do batch noturno ao sprint quinzenal

 

Bellacosa Mainframe em um projeto Agile Scrum 

🧠 Agile e Scrum

Do batch noturno ao sprint quinzenal — uma conversa franca de mainframeiro

“Agile não nasceu para matar o mainframe.
Nasceu para sobreviver ao mundo fora dele.”

— Bellacosa (provavelmente reclamando de um status meeting)


📜 Origem: quando o Waterfall começou a dar abend

Antes de Agile virar buzzword em slide corporativo, o mundo vivia sob o Waterfall:
analisa tudo → projeta tudo → codifica tudo → testa tudo → entrega tudo.

Funcionava…
👉 até o requisito mudar no meio do caminho.

No mainframe, isso era tolerável porque:

  • sistemas eram estáveis

  • mudanças eram raras

  • o batch rodava à noite e ninguém mexia

Fora do CPD, o mundo começou a mudar rápido demais.

📅 2001 – O nascimento oficial do Agile

Em fevereiro de 2001, 17 desenvolvedores se reuniram em Utah (EUA) e escreveram o Manifesto Ágil.

📌 Easter egg histórico:
Nenhum deles falava em ferramenta, framework ou certificado.
Falavam de pessoas, colaboração e adaptação.


🔁 Scrum: o JES2 do Agile

Scrum não é metodologia.
Scrum é framework.

Assim como:

  • JCL não é aplicação

  • JES não é programa

  • ISPF não escreve código

Scrum organiza o fluxo, mas não faz o trabalho por você.

📅 Scrum “oficial”

  • Conceito inicial: 1986 (Takeuchi & Nonaka)

  • Consolidação moderna: anos 1990

  • Popularização absurda: 2010+ (quando começaram a estragar)


👥 Papéis do Scrum (tradução para mainframeiro)

  • Product Owner
    👉 Dono do requisito, como o usuário que assina o change

  • Scrum Master
    👉 Um misto de operador experiente + analista que tira impedimento do caminho

  • Time
    👉 Quem realmente faz o sistema funcionar (igual sempre foi)

📌 Fofoquinha:
Em muitas empresas, o Scrum Master vira “chefe disfarçado”.
Isso quebra o Scrum mais rápido que DELETE sem backup.


🧩 User Story: o novo requisito funcional

User Story é simples:

Como <usuário>, quero <objetivo>, para <valor>.

Se você já escreveu:

  • especificação funcional

  • descrição de programa

  • comentário de COBOL bem feito

👉 você já sabe escrever user story.

💡 Dica Bellacosa

User story grande demais é como JOB com 200 steps:
ninguém entende, ninguém testa, ninguém confia.


📊 Story Points: estimar sem mentir

Story Point não é hora, não é dia, não é prazo.

É:

  • complexidade

  • risco

  • esforço relativo

📌 Easter egg Agile:
Times ruins transformam story point em hora escondida.
Times bons usam para prever, não para cobrar.


🗂️ Backlog e Kanban: o SDSF do projeto

O Product Backlog é a fila do sistema.
O Kanban Board é o painel:

  • To Do

  • In Progress

  • Done

👉 Igual SDSF:

  • você vê o que está rodando

  • o que está esperando

  • o que terminou

💡 Dica prática

Se tudo fica em “In Progress”, o problema não é Agile.
É falta de limite de WIP (Work in Progress).


📉 Burndown Chart: o SMF do Sprint

Burndown chart mostra:

  • quanto trabalho falta

  • se o sprint fecha

  • se alguém mentiu na estimativa

📌 Curiosidade:
Scrum não manda “bater meta”.
Ele apenas mostra a realidade.
Quem não gosta do gráfico geralmente não gosta da verdade.


🧪 Execução diária: o batch agora é contínuo

Daily Stand-up

  • Não é reunião de status

  • Não é para gerente

  • Não passa de 15 minutos

👉 É para sincronizar o time, como um checkpoint lógico.

Sprint Review

  • Mostra o que foi entregue

  • Não é teatro

Retrospective

  • Onde o time melhora

  • Onde a política costuma atrapalhar


🛠️ Ferramentas modernas (com cheiro de CPD)

  • GitHub
    Versionamento, issues, colaboração
    👉 o novo Librarian/Endevor

  • ZenHub
    Agile sobre o GitHub
    👉 backlog, sprint, burndown

  • Boards nativos do GitHub
    Simples, mas funcionais

📌 Fofoquinha de bastidor:
Empresa que compra ferramenta antes de mudar cultura
só troca Waterfall por Agile fake.


🎓 Curso IBM – Quando a teoria encontra a prática

O curso Introduction to Agile Development and Scrum (IBM):

📅 Lançamento: década de 2020
🎯 Público: iniciantes
🧠 Abordagem: prática, direta, sem romantismo

Inclui:

  • Agile

  • Scrum

  • Kanban

  • GitHub

  • ZenHub

  • Projeto final completo

Faz parte do IBM DevOps and Software Engineering Professional Certificate.


🧠 Dicas Bellacosa (aprendidas na dor)

✔ Agile não acelera time ruim
✔ Scrum não salva projeto sem dono
✔ Ferramenta não substitui disciplina
✔ Daily não resolve problema estrutural
✔ Retrospective ignorada vira reunião inútil


🥚 Easter Eggs para quem veio do mainframe

  • Agile é iterativo como release de sistema legado

  • Sprint é mini-release controlado

  • Burndown é SMF emocional do time

  • Kanban é SDSF com post-it

  • Waterfall é batch eterno sem restart


🎯 Conclusão: Agile não é moda, é sobrevivência

O mainframe sobreviveu porque:

  • era estável

  • era disciplinado

  • evoluía sem quebrar

Agile sobrevive pelo mesmo motivo.

👉 Quem entende mainframe entende Agile mais rápido do que imagina.

No fim, muda a ferramenta.
Muda o ritmo.
Mas a verdade continua a mesma:

Sistema bom é aquele que entrega valor
sem acordar ninguém de madrugada.

— Bellacosa Mainframe ☕💾


💾 Resumo Para ir mais longe

A evolução do desenvolvimento de software pode ser comparada à transição do tradicional batch noturno dos mainframes para os modernos ambientes de entrega contínua. Durante décadas, projetos eram conduzidos por modelos rígidos, com longos ciclos de análise, desenvolvimento, testes e implantação. Embora eficientes para sua época, essas abordagens tinham dificuldades para lidar com mudanças frequentes de requisitos.

Foi nesse cenário que surgiram os conceitos de Agile e, posteriormente, o framework Scrum. Baseados no Manifesto Ágil de 2001, esses métodos priorizam colaboração, adaptação, entregas frequentes e foco no valor para o cliente. Em vez de esperar meses ou anos por uma versão completa, as equipes passam a trabalhar em ciclos curtos chamados sprints, entregando incrementos funcionais do produto regularmente.

O Scrum organiza o trabalho por meio de elementos como Product Backlog, Sprint Backlog, Daily Meeting, Sprint Review e Retrospective, promovendo transparência e melhoria contínua. Curiosamente, muitos profissionais de mainframe percebem que conceitos como planejamento rigoroso, controle de mudanças e confiabilidade operacional continuam relevantes mesmo no universo ágil.

Hoje, Agile e Scrum são amplamente utilizados em empresas de todos os portes, integrando-se a práticas como DevOps, automação e cloud computing. O objetivo permanece o mesmo: entregar software de qualidade com rapidez, eficiência e capacidade de adaptação às necessidades do negócio.

📘 Treinamento Completo de Auditoria z/OS

Bellacosa Mainframe treinamento em Auditoria em IBM Z/OS


📘 Treinamento Completo de Auditoria z/OS

Estilo Bellacosa Mainframe — do técnico ao auditável

"Auditoria em z/OS não é um evento. É um estado permanente de controle."


🎯 Objetivo do treinamento

Capacitar profissionais de mainframe a:

  • Preparar ambientes z/OS para auditoria

  • Responder auditores com evidência técnica

  • Evitar não conformidades

  • Implementar governança contínua

Público-alvo:

  • System Programmers

  • Analistas de Segurança

  • Auditores técnicos

  • Arquitetos mainframe


🧱 Estrutura do treinamento

🧩 Módulo 1 – Fundamentos de Auditoria em z/OS

  • O que o auditor realmente procura

  • Tipos de auditoria (interna, externa, regulatória)

  • Conceitos: evidência, rastreabilidade, segregação

  • Por que z/OS já nasce auditável

📌 Entregável: checklist conceitual


🔐 Módulo 2 – Controle de Acesso (RACF)

  • IDs privilegiados (SPECIAL, OPERATIONS)

  • UACC e perfis genéricos

  • Logging e SMF

  • Revisão periódica de acessos

📌 Laboratório:

  • Identificar riscos reais em perfis RACF


📦 Módulo 3 – SMP/E como pilar de integridade

  • CSI, DLIB e TARGET

  • RECEIVE, APPLY, ACCEPT

  • APPLY CHECK

  • ++HOLD, ++ERROR, ++VER

📌 Laboratório:

  • Análise de PTF com HOLD de segurança


🧩 Módulo 4 – USERMOD e risco operacional

  • Quando USERMOD é aceitável

  • Documentação obrigatória

  • Riscos em auditoria

  • Plano de remoção

📌 Estudo de caso real


🔁 Módulo 5 – Gestão de Mudanças

  • Integração SMP/E + Change Management

  • Evidências exigidas

  • Falhas clássicas em auditoria

📌 Oficina:

  • Montar dossiê de mudança


🧪 Módulo 6 – Evidência técnica e rastreabilidade

  • Outputs SMP/E

  • Logs RACF

  • SMF como prova

  • Versionamento de JCL

📌 Laboratório:

  • Criar pacote de evidências


🛡️ Módulo 7 – Segurança e Compliance

  • PTFs de segurança

  • Backlog e risco

  • Auditorias regulatórias (SOX, PCI, LGPD)

📌 Discussão guiada


🔄 Módulo 8 – Continuidade e Recuperação

  • Backup do CSI

  • RESTORE na prática

  • Testes documentados

📌 Laboratório:

  • Simulação de rollback


📋 Módulo 9 – Auditoria passo a passo

  • Como o auditor conduz a sessão

  • Como responder perguntas difíceis

  • O que nunca dizer

📌 Simulação completa de auditoria


🧠 Estudos de Caso Bellacosa

  • USERMOD esquecido

  • CSI sem backup

  • ALTER irrestrito

  • PTF de segurança atrasado


📜 Avaliação e Certificação

  • Checklist executável preenchido

  • Estudo de caso resolvido

  • Avaliação prática

🎓 Certificado: Auditoria Técnica z/OS – Nível Profissional


🧰 Material complementar

  • Checklist executável

  • Modelos de evidência

  • JCLs de laboratório

  • Guia rápido para auditores


🏁 Encerramento

"No mainframe, auditoria não é medo. É maturidade operacional."

📘💾🛡️

📘 Treinamento Completo De Auditoria Z/os 


💾 Resumo para ir mais longe

A auditoria em ambientes z/OS é uma atividade fundamental para garantir a segurança, a conformidade regulatória e a integridade operacional dos sistemas mainframe. Considerado um dos ambientes computacionais mais seguros do mundo, o z/OS oferece recursos avançados de controle, monitoramento e rastreabilidade que auxiliam auditores e administradores na proteção das informações corporativas.

Um treinamento completo de auditoria z/OS normalmente aborda conceitos de governança, gestão de riscos, controle de acessos e análise de eventos de segurança. Entre os principais tópicos estudados estão o RACF (Resource Access Control Facility), gerenciamento de usuários, grupos, perfis de acesso, privilégios especiais e segregação de funções.

Outro tema essencial envolve a interpretação de registros SMF (System Management Facility), que armazenam informações detalhadas sobre atividades do sistema, acessos, execuções de jobs e eventos administrativos. Esses registros permitem rastrear ações realizadas por usuários e aplicações, auxiliando investigações e verificações de conformidade.

O treinamento também costuma abordar requisitos de auditoria relacionados a normas como SOX, LGPD, ISO 27001 e outras estruturas de governança corporativa. Ferramentas de monitoramento, geração de relatórios e análise de vulnerabilidades complementam o conteúdo.

Dominar auditoria em z/OS significa compreender não apenas aspectos técnicos, mas também processos, controles internos e práticas que garantem a confiabilidade de ambientes responsáveis por processar algumas das informações mais críticas do mundo corporativo.


☕ UME, UMEBOSHI & CIA

 

Bellacosa Mainframe comendo obento com ume

UME, UMEBOSHI & CIA
As ameixas japonesas que dão debuff no rosto… e buff na alma
(ao estilo Bellacosa Mainframe – El Jefe Midnight Lunch)

Tem coisa no Japão que parece simples, mas carrega séculos de cultura compactados. As famosas ameixas japonesas, ou melhor dizendo, o UME (梅), são exatamente isso: pequenas, azedinhas, quase agressivas… e absolutamente fundamentais.

E já aviso: quem morde uma umeboshi desprevenido toma um DEBUFF de careta nível S. 😖


ume

🌸 Origem: não é bem uma ameixa…

Tecnicamente, o ume está mais próximo do damasco do que da ameixa ocidental. Ele chegou ao Japão vindo da China por volta do século VII, junto com o budismo, a escrita e aquele pacote completo de “civilização importada”.

Desde cedo, o ume virou:

  • remédio,

  • conservante,

  • símbolo de resistência.

Mainframe feelings: dataset pequeno, crítico e vital para o sistema.


umeboshi

🧂 Umeboshi: a conserva lendária

A umeboshi é o ume conservado em sal, muitas vezes seco ao sol e, às vezes, curado com shiso vermelho, que dá aquela cor rosada clássica.

Características:

  • ácido forte (pH baixo = antibacteriano natural)

  • salgado agressivo

  • sabor que acorda até operador de madrugada

Era presença obrigatória no bentō dos samurais e camponeses.
Não estragava fácil, ajudava na digestão e dava energia.

Ou seja: BUFF portátil de sobrevivência.


Pasta de ume

🏯 História & uso tradicional

  • Samurais levavam umeboshi para batalhas.

  • Monges usavam como remédio digestivo.

  • Agricultores confiavam na conserva para dias longos de trabalho.

Durante guerras e crises, a umeboshi era o fallback plan da alimentação japonesa.

No arroz branco?
Ela vai no centro, como checkpoint de sanidade.


🍶 Outras conservas & derivados

Além da clássica umeboshi:

  • Umeshu 🍶 → licor doce feito com ume, açúcar e álcool

  • Umeboshi suave → versão moderna, menos salgada

  • Pasta de ume → usada em onigiri e molhos

  • Ume seco → snack tradicional

Fofoquice:
Os japoneses mais velhos torcem o nariz para umeboshi “doce demais”.
“Isso aí é versão cloud, perdeu o mainframe raiz.”


📺 Animes & cultura pop

A umeboshi aparece direto, principalmente em:

  • Naruto → bentō simples, comida de casa

  • Shirobako → rotina, trabalho duro

  • Barakamon → interior, tradição

  • Totoro → comida simples, aconchego

Easter egg clássico:
Personagem morde umeboshi → silêncio → careta → respeito.


🧠 Simbolismo japonês

O ume representa:

  • resistência no inverno,

  • simplicidade,

  • saúde,

  • tradição.

Enquanto a sakura é efêmera, o ume é persistente.

Mainframe analogy:

  • Sakura = batch bonito

  • Ume = sistema que roda há 40 anos sem cair


💬 Comentário final do El Jefe

A umeboshi não tenta agradar.
Ela entrega o que promete.

É azeda, forte, honesta.
Como a vida.
Como o trabalho.
Como aquele sistema legado que ninguém ama… mas todo mundo precisa.

E quem aprende a gostar de umeboshi,
aprende a respeitar o essencial.


Pequena, conservada, poderosa.
Dataset crítico da cultura japonesa.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

🔥 KARUBI (カルビ) - O batch job mais confiável do yakiniku

 

Bellacosa Mainframe assando karubi em uma grelha domestica

🔥 KARUBI (カルビ)

O batch job mais confiável do yakiniku

Se existe um corte bovino que aparece mais em anime do que protagonista de isekai, esse corte é o Karubi.

Você já viu a cena:

  • Grelha pequena no centro da mesa

  • Carne fatiada

  • Fogo baixo

  • Alguém virando rápido com hashis

  • Outro dizendo: “Não deixa passar!”

👉 Isso é Karubi.


🥩 O que é Karubi, afinal?

Karubi (カルビ) vem do coreano “Kalbi”, que significa:

costela

No Japão, virou:

  • Costela bovina

  • Com muita gordura entremeada

  • Cortada bem fina

  • Feita para grelhar rápido

📌 Easter egg nº 1:
Karubi não é corte “nobre” no sentido europeu.
Ele é corte social.


🔥 Por que Karubi aparece tanto em anime?

Porque ele carrega significado narrativo:

✔ Amizade
✔ Reunião
✔ Descanso
✔ Vida cotidiana
✔ Pós-batalha
✔ Pós-trabalho

Karubi é o equivalente culinário de:

“Missão cumprida. Vamos comer.”


🍖 Como o Karubi é preparado

  • Corte fino

  • Marinada simples (shoyu, alho, açúcar, óleo de gergelim)

  • Fogo rápido

  • Grelha pequena

  • Comer na hora

💡 Regra sagrada:

Karubi não espera.
Karubi se come na grelha.


🥚 Easter eggs gastronômicos

🥚 Quanto mais fino o corte no anime, mais realista
🥚 Personagem virando Karubi = ele sabe o que faz
🥚 Karubi queimado = pecado capital
🥚 Anime nunca mostra a conta — Karubi é democrático


☕ Tradução para Mainframers

  • Karubi = batch noturno confiável

  • Sempre roda

  • Nunca falha

  • Todo mundo depende dele

Não é glamouroso como Wagyu A5,
mas sem ele… o sistema social cai.


🎌 Animes onde Karubi aparece (ou é fortemente sugerido)

🍱 Gastronomia / Slice of Life

  • Yuru Camp – churrascos tranquilos, vida simples

  • Oishinbo – cultura alimentar japonesa

  • Shokugeki no Soma – yakiniku, marinadas e técnicas

  • Sweetness & Lightning – comida como afeto

🎮 Vida cotidiana / Trabalho

  • Working!!

  • Wotakoi

  • Barakamon

  • My Senpai is Annoying

🧙 Pós-batalha / Fantasia

  • Dungeon Meshi

  • Konosuba (quando sobra dinheiro)

  • Campfire Cooking in Another World

📌 Em muitos casos:

Não dizem “Karubi”
Mas a grelha + carne fina + brilho = assinatura visual.


🧠 Comentário Bellacosa Mainframe

Wagyu impressiona.
Ribeye respeita.
Mas Karubi conecta.

Ele é:

  • O corte da conversa

  • Do riso

  • Do descanso

  • Do “sentar junto”

Assim como no mainframe:

O sistema mais importante
não é o mais caro
é o que mantém tudo funcionando.


JOB FINALIZADO
RC=0
SYSOUT: “Fome crítica detectada.” 🔥🥩





sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

SMP/E for z/OS : O guardião silencioso do mainframe

 

Bellacosa Mainframe apresenta o SMP/E 

SMP/E for z/OS

O guardião silencioso do mainframe (e por que você deve respeitá-lo)

Se existe uma ferramenta que todo System Programmer precisa conhecer profundamente, essa ferramenta é o SMP/E (System Modification Program / Extended).
Ele não aparece no painel bonito, não tem interface gráfica chamativa, mas é ele quem controla a saúde do z/OS.

👉 Sem SMP/E, o mainframe vira um Frankenstein de PTFs soltos.


📜 Origem e História

O SMP nasceu lá atrás, nos primórdios do OS/360, quando a IBM percebeu que:

“Instalar correções sem controle é pedir para quebrar o sistema.”

Com o tempo, o SMP evoluiu e virou SMP/E, agregando:

  • Controle de dependências

  • Histórico de mudanças

  • Rastreabilidade total

  • Capacidade de rollback (sim, isso já existia antes de DevOps virar moda)

📆 SMP/E acompanha o z/OS até hoje, sendo atualizado a cada release do sistema.


🧠 O que é o SMP/E, em poucas palavras

SMP/E é o gerenciador oficial de manutenção do z/OS.

Ele controla:

  • Instalação

  • Aplicação

  • Aceitação

  • Histórico

  • Dependências

  • Erros conhecidos

Tudo baseado em regras formais, nada de “copiar membro na mão”.


🧩 Conceitos-chave que todo mainframeiro precisa dominar

🔹 SYSMOD

É o pacote de mudança. Pode ser:

  • PTF – correção

  • APAR – problema reportado

  • USERMOD – customização do cliente

  • FUNCTION – novo produto ou base


🔹 MCS – Modification Control Statements

As MCS são as instruções que dizem ao SMP/E:

“O que é isso, onde entra, do que depende e como tratar.”

📌 Todas começam com:

++

Exemplos clássicos:

  • ++VER

  • ++MOD

  • ++HOLD

  • ++ERROR


🚨 ++ERROR — o alarme vermelho do SMP/E

O ++ERROR é usado para marcar um PTF como defeituoso.

👉 Em bom português Bellacosa:

“Instala por sua conta e risco.”

Exemplo:

++ERROR

📌 O SMP/E não bloqueia automaticamente, mas alerta o sysprog de que aquele PTF tem problema conhecido.

💡 Dica de ouro:
Nunca ignore um ++ERROR sem ler a documentação da APAR correspondente.


🔐 Outros statements famosos (e perigosos)

  • ++HOLD → segura o APPLY/ACCEPT automático

  • ++WAIT → depende de outro SYSMOD

  • ++IF / ++IN → controle condicional

  • ++VER → garante compatibilidade de versão

👉 SMP/E é rigoroso porque produção não aceita improviso.


🔄 O Fluxo SMP/E (o caminho da sabedoria)

1️⃣ RECEIVE
👉 Introduz o SYSMOD no SMP/E (CSI)

2️⃣ APPLY
👉 Aplica no Target Libraries (executável)

3️⃣ ACCEPT
👉 Atualiza o DLIB (baseline oficial)

📌 Regra de ouro:

Nada vai para produção sem passar por APPLY e ACCEPT.


📦 DLIB vs TARGET (o erro clássico dos iniciantes)

  • DLIB

    • Biblioteca de referência

    • Fonte “oficial”

    • Não executável

  • TARGET

    • Onde o sistema realmente roda

    • Código executável

❌ Erro comum:

“Apliquei no DLIB achando que estava em produção.”


🧪 Exemplos práticos (vida real)

  • Instalar um PTF de segurança

  • Aplicar correção crítica de JES2

  • Avaliar impacto de um ++HOLD

  • Recuar uma manutenção problemática

👉 SMP/E não é só instalar, é governar mudanças.


🎓 Como aprender SMP/E de verdade

📚 Teoria

  • IBM Knowledge Center

  • Redbooks de SMP/E

  • APARs reais (leitura obrigatória!)

🧪 Prática

  • SMP/E for z/OS Workshop

  • Ambientes de laboratório

  • CSI de teste

  • APPLY CHECK antes de tudo

💡 Dica Bellacosa:

“Quem só lê manual não vira sysprog. Quem só pratica sem teoria vira bombeiro.”


🛠️ SMP/E for z/OS Workshop

O Workshop de SMP/E para z/OS é onde a mágica acontece:

  • Criação de CSI

  • RECEIVE/APPLY/ACCEPT reais

  • Análise de HOLDS e ERRORS

  • Resolução de conflitos

  • Simulação de falhas

👉 É aqui que o SMP/E deixa de ser teoria e vira ferramenta de sobrevivência.


🧠 Curiosidades

  • SMP/E já fazia dependency management antes do Maven existir

  • Já tinha rollback antes do Git

  • Continua sendo 100% obrigatório em ambientes regulados

  • Ignorar SMP/E é pedir outage


🧾 Comentário final (estilo Bellacosa)

SMP/E não é opcional.
SMP/E não é simples.
SMP/E não perdoa.

Mas quem domina o SMP/E:

  • Ganha respeito

  • Evita madrugada em produção

  • Vira referência técnica

💾🔥


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Kanokon : Quando um Programador COBOL Descobre que Até uma Kitsune Apaixonada Pode Gerar Mais Interrupções que um CICS em Horário de Pico

 

Bellacosa Mainframe apresenta o anime Kanokon

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Kanokon (かのこん) sem Mistérios

Quando um Programador COBOL Descobre que Até uma Kitsune Apaixonada Pode Gerar Mais Interrupções que um CICS em Horário de Pico

Imagine um programa COBOL recém-promovido para produção.

Ele foi cuidadosamente compilado.

Passou pelos testes.

Está pronto para iniciar sua primeira transação.

Então surgem...

  • uma Kitsune apaixonada;

  • uma loba ciumenta;

  • diversos yōkais;

  • espíritos sobrenaturais;

  • mal-entendidos em sequência.

Resultado?

ABEND emocional.

Essa é praticamente a essência de Kanokon, um dos ecchis mais famosos dos anos 2000, lembrado até hoje pelo humor exagerado, pelo enorme fanservice e pela maneira divertida de misturar folclore japonês com romance escolar. Baseado na light novel de Katsumi Nishino, ilustrada por Koin, o anime foi produzido pelo estúdio Xebec e exibido originalmente em 2008. (Kanokon)


Ficha Técnica

Título original:
かのこん (Kanokon)

Título internacional
Kanokon: The Girl Who Cried Fox

Autor da Light Novel
Katsumi Nishino

Ilustrações
Koin

Diretor
Atsushi Ōtsuki

Estúdio
Xebec

Composição da série
Masashi Suzuki

Character Design
Akio Takami

Música
Tsuyoshi Ito

Emissora
AT-X

Exibição original

5 de abril de 2008
até
21 de junho de 2008

OVA

Kanokon: Manatsu no Daishanikusai
(2009)

Episódios


Classificação

Gêneros

  • Ecchi

  • Romance

  • Comédia

  • Sobrenatural

  • Vida Escolar

Classificação indicativa

Voltado ao público adulto devido ao forte conteúdo de fanservice, embora não seja um anime hentai.


Sinopse

Kouta Oyamada é um garoto extremamente tímido que sai do interior para estudar em um colégio na cidade.

Seu objetivo era simples:

Estudar.

Fazer amigos.

Levar uma vida tranquila.

Só que, logo no primeiro dia, ele conhece Chizuru Minamoto.

Bonita.

Popular.

Sedutora.

E...

uma Kitsune de centenas de anos.

Ela simplesmente decide que Kouta será seu namorado.

Como se isso não bastasse, aparece Nozomu Ezomori, uma poderosa loba espiritual que também se apaixona por ele.

A partir daí, a rotina escolar vira um verdadeiro festival de situações sobrenaturais, disputas amorosas e muito humor. (Kanokon)


Resumo

Kanokon é uma grande comédia romântica sobrenatural.

Não existe um vilão definitivo.

Nem uma missão para salvar o mundo.

O foco está na convivência entre humanos e yōkais, enquanto Kouta tenta sobreviver à atenção exagerada de duas poderosas entidades espirituais.

Cada episódio acrescenta novos espíritos, novos desafios e situações cada vez mais absurdas.


História

O anime adapta parte da série de light novels.

Grande parte dos acontecimentos gira em torno da escola Kunpō High School, onde vários alunos escondem uma identidade sobrenatural.

Raposas.

Lobos.

Espíritos.

Yōkais.

Todos convivem entre os humanos.

Enquanto isso, Kouta, completamente inocente, torna-se o centro de uma guerra romântica.

É curioso perceber que praticamente todos os conflitos poderiam ser evitados com uma conversa...

...mas aí não existiria anime.


Os Personagens

Kouta Oyamada

Nosso protagonista.

É gentil.

Educado.

Extremamente tímido.

Sua ingenuidade chega ao ponto de parecer um programa COBOL rodando em modo READ ONLY.

Ele nunca entende exatamente o que está acontecendo.


Chizuru Minamoto

A verdadeira estrela da série.

Uma Kitsune extremamente poderosa.

Bonita.

Confiante.

Carismática.

Possessiva.

Ela demonstra seu amor por Kouta sem qualquer vergonha.

Sua personalidade mistura carinho, humor e um enorme espírito competitivo.


Nozomu Ezomori

A rival.

Uma loba espiritual.

Muito mais reservada que Chizuru.

Apesar disso, também ama profundamente Kouta.

Seu conflito interno entre timidez e paixão gera alguns dos momentos mais engraçados da série.


Tamamo

A pequena raposa que auxilia Chizuru.

Funciona quase como uma mascote e também acrescenta momentos de humor.


Aventura após aventura

Embora o anime seja lembrado principalmente pelo fanservice, cada episódio apresenta pequenas aventuras envolvendo:

  • espíritos antigos;

  • poderes sobrenaturais;

  • rivalidades entre yōkais;

  • competições românticas;

  • festivais escolares;

  • banhos termais;

  • praias;

  • desafios espirituais;

  • conflitos entre clãs.

Tudo isso embalado por uma enorme quantidade de humor físico.


Temática

Apesar da aparência superficial, Kanokon trabalha alguns temas interessantes.

Aceitação

Os yōkais vivem escondendo quem realmente são.

Existe um paralelo claro com pessoas que escondem aspectos importantes de sua identidade para serem aceitas.


Amor

Cada personagem demonstra o amor de maneira diferente.

Chizuru é intensa.

Nozomu é silenciosa.

Kouta representa a inocência.


Crescimento

Durante a série, Kouta vai lentamente ganhando coragem para enfrentar situações que antes o assustavam.


Folclore Japonês

O anime apresenta diversas referências às Kitsune.

Na mitologia japonesa, elas são espíritos extremamente inteligentes.

Podem mudar de forma.

Criar ilusões.

Possuir magia.

Viver centenas de anos.

Kanokon transforma toda essa tradição em uma enorme comédia romântica.


O que Kanokon tem de diferente?

Na época em que foi lançado, muitos animes ecchi usavam apenas personagens humanas.

Kanokon apostou em algo diferente.

Misturou:

  • romance;

  • ecchi;

  • mitologia japonesa;

  • yōkais;

  • fantasia;

  • humor absurdo.

Essa combinação ajudou a tornar o anime bastante conhecido dentro do gênero. (Wikipedia)


As mensagens ocultas

Mesmo cercado por piadas e exageros, Kanokon deixa algumas reflexões interessantes.

Não julgue pelas aparências

Os monstros nem sempre são maus.

Os humanos nem sempre são inocentes.


Toda pessoa deseja ser aceita

Mesmo espíritos extremamente poderosos possuem inseguranças.


O verdadeiro poder nasce da confiança

Boa parte dos conflitos surge da dificuldade dos personagens em expressar seus sentimentos.


A convivência supera o preconceito

Humanos e yōkais aprendem a compartilhar o mesmo espaço.

Essa convivência é uma metáfora para aceitar diferenças culturais e pessoais.


Impacto Cultural

Kanokon tornou-se um dos representantes mais conhecidos da fase de ouro dos ecchis televisivos dos anos 2000. A série ajudou a consolidar a popularidade de personagens inspiradas em kitsune e outros yōkais em comédias românticas, e Chizuru Minamoto continua sendo lembrada por muitos fãs do gênero. Em discussões entre a comunidade otaku, o anime costuma ser citado como um "clássico do ecchi" e, para muitos espectadores, foi uma das primeiras experiências com esse tipo de obra. (Reddit)


Curiosidades

  • A obra nasceu como uma light novel, antes de ganhar mangá, anime, drama CD e visual novel. (Wikipedia)

  • O estúdio Xebec também ficou conhecido por produzir diversos animes de ficção científica e romance na mesma época.

  • O anime adapta apenas parte da história original das novels, deixando vários acontecimentos posteriores de fora.

  • Os títulos dos episódios usam frases sugestivas que reforçam o tom bem-humorado e provocativo da série. (Kanokon)


Classificação Bellacosa Mainframe

CritérioNota
Romance⭐⭐⭐⭐☆
Comédia⭐⭐⭐⭐⭐
Fanservice⭐⭐⭐⭐⭐
Mitologia Japonesa⭐⭐⭐⭐☆
Desenvolvimento da História⭐⭐⭐☆☆
Personagens⭐⭐⭐⭐☆
Trilha Sonora⭐⭐⭐⭐☆
Valor Histórico⭐⭐⭐⭐☆

Nota Final: 8,5/10


☕ Conclusão — Bellacosa Mainframe

Imagine um jovem programador COBOL chegando ao CPD no primeiro dia.

Ele espera encontrar:

  • JCL;

  • CICS;

  • Db2;

  • VSAM.

Mas, ao entrar na sala, descobre que dois sistemas legados disputam sua atenção, cada um tentando impor suas próprias regras de negócio, enquanto eventos inesperados interrompem cada transação.

Esse é Kouta.

A diferença é que, em vez de lidar com dumps e códigos de retorno, ele precisa sobreviver a uma raposa espiritual apaixonada, uma loba ciumenta e uma coleção de yōkais que transformam sua rotina em um ambiente onde cada dia parece um novo deploy sem janela de manutenção.

Kanokon não pretende ser uma epopeia filosófica. Seu objetivo é divertir, explorar o folclore japonês de forma leve e entregar uma comédia romântica sobrenatural que marcou uma geração de fãs do ecchi. Para quem deseja conhecer um dos títulos mais emblemáticos desse período, ele continua sendo uma curiosa viagem ao passado da animação japonesa.