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sábado, 17 de julho de 1999

Volta ao Mundo no Beto Carrero World

O mundo magico do Beto



Alem do parque de diversões, existe no Beto Carrero diversos cenários para encantarem adultos e crianças, entre eles existem a África, Templos Gregos, Arábia, Zoológico, Ilha de Pascoa todos com atores caracterizados e apresentando shows durante o dia, tudo para tornar a visita mais agradável.


Imagine-se andando e vendo personagens andando em cima de elefantes e camelos, piratas lutando, deuses do Olimpo, em cada cantinho do mundo do Beto tem algum pequeno show para dar vida ao parque.


Vila Germanica no Beto Carrero World

Bellacosa Mainframe e a vila germanica do beto carrero world

🍺 Uma visita a Vila Germânica

Dias de lazer no Parque Beto Carrero World — Memórias de 1999

Foi uma jornada muito divertida explorando várias cidades do litoral norte de Santa Catarina, conhecendo lugares, estradas e paisagens diferentes. Depois de tantos quilômetros e descobertas, nossa viagem acabaria culminando em um daqueles lugares que já faziam parte do imaginário de muita gente no final dos anos 1990: o Beto Carrero World.

Era 1999.

Naquele dia percorremos várias atrações do parque, entrando em diferentes cenários e aproveitando aquela sensação gostosa de não ter muita pressa. A câmera fotográfica ia conosco, registrando pequenos momentos que, décadas depois, acabariam ganhando um significado completamente diferente.

Entre essas lembranças está a Vila Germânica.



De repente, parecia que havíamos deixado Santa Catarina e entrado em uma pequena aldeia da Baviera. As construções remetiam à arquitetura tradicional alemã, enquanto algumas pessoas circulavam usando trajes típicos bávaros, completando aquela atmosfera de festa.

Mas existe um detalhe das fotografias que imediatamente chama a atenção: uma enorme carroça carregada de barris de cerveja.

🍺 Barris, carroça, roupas típicas e construções germânicas...

Quase uma pequena Oktoberfest dentro do parque.

Na época, provavelmente olhávamos tudo aquilo apenas como mais uma atração divertida. Ninguém estava pensando que aquelas fotografias um dia se transformariam em documentos de uma época.

Mais de duas décadas depois, porém, é justamente isso que elas se tornaram.

Elas preservam não somente a aparência da Vila Germânica naquele final de século, mas também nossa própria maneira de viajar naquele tempo: câmera fotográfica nas mãos, algumas fotos cuidadosamente escolhidas e nenhuma preocupação em registrar centenas de imagens para uma rede social.

Era simplesmente uma viagem.

Uma estrada.

Algumas cidades pelo litoral catarinense.

Um dia inteiro explorando o Beto Carrero World.

E uma curiosa carroça cheia de barris esperando por nós em uma pequena Baviera brasileira.

Bellacosa Mainframe — porque algumas memórias também merecem backup.

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Baviera no Beto Carrero World


A Vila Germânica faz parte do complexo temático do Beto Carrero World em 1999, ela tinha esta configuração que a apresentação a seguir exibe. Prédios históricos imitando o estilo arquitectónico da Baviera, carroça de cerveja, bonecos com roupas típicas e lojas com produtos típicos.


A Oktober Fest esta aqui o ano todo, birra, cerveja, beer, cerveza venha provar as cervejas do mundo.

Excalibur no Beto Carrero World

Bellacosa Mainframe e os guerreiros medievais no Beto Carrero World

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⚔️ Excalibur — Uma Viagem à Idade Média no Beto Carrero World

Quando uma viagem pelo litoral de Santa Catarina nos levou do Velho Oeste à Távola Redonda

Esta viagem ao Beto Carrero World, no litoral norte de Santa Catarina, foi uma daquelas aventuras que, tantos anos depois, sobrevivem na memória como uma coleção de pequenas cenas.

Era 1999.

Naquele tempo, visitar o parque era quase viajar por vários mundos sem precisar sair do mesmo lugar.

Caminhamos pelo Velho Oeste, encontramos o velho trem a vapor, passeamos pela Vila Germânica e, alguns passos depois, parecíamos ter atravessado mais alguns séculos da História.

De repente estávamos na Idade Média.

Castelos, espadas, armaduras, cavalos e os lendários cavaleiros da Távola Redonda faziam parte daquele cenário. Era o universo do Rei Arthur transportado para Santa Catarina.

E lá estava ela:

Excalibur.

Naquele passeio, porém, cada canto parecia reservar alguma surpresa. Lembro também de um grande desfile inspirado na África, com elefantes e outros animais, criando mais uma mudança completa de cenário. Era justamente essa mistura que tornava tudo tão divertido.

Não estávamos procurando precisão histórica.

Estávamos simplesmente nos divertindo.

Hoje percebo que as fotografias que fizemos naquele dia acabaram registrando algo maior.

Elas guardaram um Beto Carrero World de 1999.



Um parque que também estava vivendo sua própria história e que continuaria mudando, crescendo e se transformando nas décadas seguintes.

Passaram-se mais de vinte anos.

Nesse intervalo aconteceram tantas coisas que algumas lembranças ficaram nítidas e outras se transformaram apenas em pequenos flashes.

O apito do trem.

Uma construção alemã.

Um cavaleiro.

Uma espada.

Um elefante passando diante de nós.

Uma fotografia tirada sem imaginar que um dia ela se tornaria documento de uma época.

Talvez seja justamente essa a parte mais fascinante de revisitar estas páginas antigas do blog.

Em 1999 eu estava apenas guardando fotografias de uma viagem divertida.

Hoje estou encontrando cápsulas do tempo.



E, quando olho novamente para aquelas imagens, por alguns segundos consigo atravessar a mesma porta:

o Velho Oeste fica logo ali, o trem está prestes a partir e, em algum lugar adiante, os cavaleiros da Távola Redonda ainda estão esperando por nós.

Algumas viagens terminam quando voltamos para casa.

Outras continuam acontecendo toda vez que encontramos uma velha fotografia.

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Os cavaleiros da Távola Redonda


Estamos  na era medieval, cavaleiros em armaduras lutam por donzelas,  duelos a cavalo, reis, rainhas e princesas andam entre nos, passeando pelos castelos. Voltamos a época medieval e desembarcamos justamente em Camelot do Rei Artur, ele em pessoa nos recebeu com sua espada Excalibur.



Armaduras brilhantes, arqueiros preparados, espadas afiadas e cavaleiros armado o reino de Camelot esta defendido para a alegria do mentor Beto Carrero World.




Navegando nas enclusas do rio Tiete em Barra Bonita

Subindo o Rio Tiete através de enclusas.


Em nossa aventura de hoje estamos visitando a cidade de Barra Bonita, onde as margens do rio Tiete, ocorre um passeio único em nossa região. A navegação fluvial no Rio Tiete com a subida rio acima, através de um complexo elevador hidráulico.

Esse elevador conhecido pelo nome de enclusa permite uma embarcação subir/descer elevaçoes no rio, no nosso caso devido ha construção de uma barragem. Lateralmente a barragem foi construído todo um complexo que através da gravidade se enche de agua permitindo uma embarcação vencer o desnível no rio.


A minha trupe de costume esta presente nesta aventura: Mamy, Tio B, Tia Z e Nana embarcarmos em um barco, com direito a visita guiada para conhecer o funcionamento do barco, visita a cabine do comandante, explicação didáctica sobre o funcionamento da enclusa e um almoço super delicioso a bordo enquanto o barco, faz a navegação no rio.




domingo, 4 de julho de 1999

El Jefe Floc's em estripulias em Santa Catarina

Curtindo umas ferias merecidas.


Nossa 1999 foi um bom ano, cheio de viagens novas e boas aventuras, reuni aqui os melhores momentos de nossas estripulias pelo sul.

Mamys, Tio B e Tia Z se acabaram de tanta bagunça, eu como sou um cara serio e quieto fiquei bem comportado.   :)



No parque conhecemos o Cowboy Alegre, o rei Babão, as meninas do elefante, sempre com alguma piadinha ou ma língua para animar bem o momento, afinal perdemos o amigo, mas não perdemos a piada.

Fizemos divertidos passeios pela região norte de Santa Catarina, passeamos de barco pela costa atlântica de Camburiu. Em refeições nos acabamos com a culinária açoreana com toques brasileiros.

E não posso deixar de esquecer... os deliciosos camarões fritos, isso foi um manjar dos deuses.

Esses dias sao aquelas lembranças marcantes que vão ficar na lembrança como bons momentos.

sábado, 19 de junho de 1999

Barra Bonita a cidade

Caminhando pela cidade em busca de suas atraçoes.

Esta  cidade esta ligada ao rio Tiete, historicamente este rio sempre trouxe riqueza a esta cidade, com a criação da enclusa e o sistema elevatório no Rio Tiete, os passeios de barco trouxeram uma nova fonte de riqueza, os turistas. E com os turistas surgiram atraçoes exibidas nas fotos


Estávamos num grupo super animados mamy, tio B, tia Z, Nanazinha, fazendo a maior zoeira, andamos de teleferico, trenzinho, barraquinha de trequinhos e sem contar o Rio Tiete em toda a sua gloria.



sábado, 13 de março de 1999

Monte Alegre do Sul e a Mogiana

Bellacosa Mainframe e um dos primeiros passeios com Giovanna em Monte Alegre do Sul e a Mogiana.

Um Café no Bellacosa Mainframe

🚂 Uma Antiga Locomotiva da Mogiana — Monte Alegre do Sul, Giovanna e um Primeiro Passeio

Eu já conhecia Monte Alegre do Sul. O que eu ainda não conhecia era Monte Alegre do Sul ao lado dela.

Há fotografias antigas que registram lugares.

E há fotografias que, quando reencontradas muitos anos depois, abrem uma porta.

De repente você não está mais olhando para uma velha locomotiva, uma estação ferroviária ou alguns quilômetros de trilhos abandonados pelo tempo.

Você está novamente ali.

É 1999.

Estou em Monte Alegre do Sul, uma pequena cidade do Circuito das Águas Paulista que eu já conhecia desde 1994.

Mas dessa vez havia algo completamente diferente.

Eu estava acompanhado da doce Giovanna, de Amparo.

Nosso namoro havia acabado de começar.

E aquele seria um dos nossos primeiros passeios juntos.

💙 Aqueles lindos olhinhos azuis

Ainda consigo lembrar dos olhos dela.

Lindos olhos azuis, brilhando enquanto explorávamos a cidade.

Curioso como a memória funciona.

Podemos esquecer o que almoçamos, o horário em que chegamos, onde estacionamos ou exatamente quais ruas percorremos.

Mas algumas imagens simplesmente se recusam a desaparecer.

Eu gostava de olhar para Giovanna.

E naquele passeio olhava muito.

Que princesa.

Que garota.

Havia aquela sensação maravilhosa dos primeiros tempos de um relacionamento, quando tudo ainda está sendo descoberto.

Um olhar demora um pouquinho mais.

Uma mão encontra a outra.

Qualquer banco vira lugar para sentar juntos.

Qualquer caminho merece ser percorrido porque o destino, naquele momento, é quase irrelevante.

O importante é quem está caminhando ao nosso lado.

E Monte Alegre do Sul acabou tornando-se o cenário perfeito para isso.


🚂 Uma velha locomotiva e dois namorados

Monte Alegre guardava — e guarda — uma história ferroviária fascinante.

No passado, a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro passou pela região, conectando pequenas cidades do interior paulista e transportando passageiros, mercadorias, sonhos e histórias.

Restaram vestígios daquele mundo.

A estação.

Os trilhos.

O túnel.

E uma velha locomotiva a vapor acompanhada de seu tender e vagão de passageiros.

Para alguém apaixonado por ferrovias, aquilo por si só já seria motivo suficiente para o passeio.

Mas naquela vez havia Giovanna.

Então fizemos aquilo que dois jovens namorados fazem quando encontram uma locomotiva antiga no meio de uma cidade tranquila:

fomos brincar na locomotiva.

Explorar.

Olhar.

Descobrir.

Imaginar.

E, naturalmente, trocar alguns beijos pelo caminho.

A velha Mogiana provavelmente já havia transportado milhares de passageiros durante sua existência.

Naquele dia, porém, servia de cenário para uma história muito menor.

A nossa.

🔥 Ferro, vapor e memória

Sempre achei locomotivas a vapor fascinantes.

São máquinas que parecem possuir personalidade.

Tudo nelas é exagerado.

As enormes rodas.

As bielas.

A caldeira.

A chaminé.

As válvulas.

O peso.

O cheiro de metal.

Mesmo quando estão imóveis, parecem estar apenas descansando.

Você quase espera ouvir novamente:

TCHUF... TCHUF... TCHUF...

E então o apito atravessando o vale.

Mas naquele passeio havia outra coisa que prendia muito mais minha atenção.

Eu olhava a locomotiva.

Olhava os trilhos.

Olhava a paisagem.

E voltava a olhar para Giovanna.

Confesso:

ela ganhava da locomotiva.

Para um apaixonado por ferrovias, isso é uma declaração considerável.


🌿 Caminhando à beira do rio

Também caminhamos junto ao rio.

Sem pressa.

Monte Alegre do Sul possui justamente essa característica: é uma cidade que convida a diminuir a velocidade.

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, no vale do Rio Camanducaia, a pequena Estância Hidromineral reúne água, vegetação, montanhas e aquele ritmo tranquilo das cidades do interior.

Era perfeito para nós.

Caminhávamos.

Conversávamos.

Parávamos.

Sentávamos.

Apreciávamos o lugar.

E namorávamos.

Houve beijos em diversos pontos daquele passeio.

Não existia roteiro turístico.

Não havia checklist.

Nenhuma necessidade de correr para conhecer quinze atrações antes do final do dia.

Éramos apenas dois namorados descobrindo como era gostoso estar juntos.

❤️ Sentar e simplesmente olhar para ela

Talvez uma das lembranças mais simples seja também uma das mais bonitas.

Sentar.

E olhar para ela.

Só isso.

Hoje vivemos cercados pela necessidade de registrar tudo, publicar tudo, explicar tudo.

Mas existem momentos cuja importância está justamente em não acontecer praticamente nada.

Você está sentado ao lado de alguém de quem gosta.

Há um rio passando.

Uma cidade tranquila ao redor.

Talvez o vento mexendo nas árvores.

Uma velha ferrovia próxima.

E aquela pessoa está ali.

Eu gostava de olhar para Giovanna.

Seus olhos azuis.

Seu rosto.

Seu jeito.

A garota por quem estava me apaixonando.

Que princesa.

Talvez ela nem soubesse quantas vezes eu simplesmente ficava admirando-a.

🚉 Eu já conhecia a cidade — mas não aquela cidade

Eu havia conhecido Monte Alegre do Sul anos antes, em 1994.

Portanto, tecnicamente, aquele não era um passeio de descoberta.

Eu estava revisitando um lugar conhecido.

Mas essa é outra brincadeira interessante da vida:

um lugar muda completamente dependendo de quem está conosco.

A estação continuava sendo a estação.

A locomotiva continuava sendo a locomotiva.

O rio provavelmente corria exatamente pelo mesmo caminho.

As montanhas estavam no mesmo lugar.

Mas a minha Monte Alegre do Sul de 1999 não era mais a Monte Alegre do Sul de 1994.

Agora havia Giovanna dentro daquela paisagem.

E isso mudou tudo.



🛤️ A Mogiana também deixou suas lembranças

No passado, a ferrovia trouxe movimento, comunicação e desenvolvimento para a região.

O trem chegava trazendo pessoas e partia levando outras.

Havia despedidas na plataforma.

Havia reencontros.

Havia gente começando viagens.

Talvez houvesse também jovens casais se beijando escondidos enquanto esperavam o trem.

Décadas depois, restaram a estação, os trilhos, o túnel e aquela velha locomotiva.

Curiosamente, relacionamentos também deixam seus vestígios.

Uma fotografia.

Uma cidade.

Uma música.

Uma estrada.

Um restaurante.

Um banco de praça.

Uma lembrança aparentemente insignificante que, décadas depois, reaparece com uma nitidez impressionante.

A ferrovia deixa trilhos.

As pessoas também.

☕ Três paixões no mesmo passeio

Olhando hoje para aquele dia, percebo que aconteceu uma combinação quase perfeita.

Ali estavam reunidas algumas coisas que sempre amei:

viajar, descobrir lugares, ferrovia e história.

Mas havia alguma coisa nova naquela equação.

Giovanna.

Viajar com alguém por quem estamos apaixonados transforma completamente a experiência.

Uma locomotiva deixa de ser apenas patrimônio ferroviário.

Ela vira:

"Lembra quando brincamos naquela locomotiva?"

Um rio deixa de ser apenas geografia.

Vira:

"Lembra quando caminhamos juntos por ali?"

Uma cidade deixa de ser apenas um ponto no mapa.

Vira:

"Nós estivemos aqui."

É assim que construímos nossa própria geografia afetiva.

🌑 O túnel

E Monte Alegre ainda tinha um túnel ferroviário.

Sempre existe alguma coisa misteriosa em um túnel antigo.

Uma abertura escura atravessando a montanha, construída para permitir que locomotivas e vagões seguissem viagem.

Quantos trens passaram por ali?

Quantas pessoas?

Quantas histórias?

Naquela época eu provavelmente estava muito mais interessado em explorar tudo aquilo do que em fazer grandes reflexões históricas.

Era simplesmente divertido.

E Giovanna estava comigo.

Isso bastava.

🌸 Giovanna era única

Nosso relacionamento seguiu seu caminho.

Como tantas histórias da vida, teve seu começo, seus capítulos e seu fim.

Mas algumas pessoas deixam lembranças que o tempo não consegue transformar em simples arquivo morto.

Giovanna deixou saudades.

Foram tantas boas lembranças.

Tantos momentos gostosos.

Tantas pequenas aventuras.

E talvez seja por isso que, tantos anos depois, consigo voltar mentalmente àquele passeio e ainda enxergar aqueles lindos olhos azuis brilhando.

Não preciso transformar o passado em algo que ele não foi.

Não preciso mudar seu final.

Basta reconhecer uma coisa muito simples:

foi bonito enquanto existiu.

E foi importante.

Giovanna era única.

🚂 A locomotiva que ficou parada no tempo

Existe uma ironia bonita nisso tudo.

Naquele dia fomos visitar vestígios de uma ferrovia que havia deixado de funcionar como antes.

A locomotiva estava preservada porque alguém decidiu que aquela história merecia continuar existindo.

Décadas depois, ao reencontrar essas lembranças, percebo que fazemos algo parecido quando escrevemos.

Preservamos.

A locomotiva preserva a Mogiana.

A estação preserva as viagens.

Os trilhos preservam caminhos que já não percorremos.

E esta postagem preserva um passeio de 1999.

Um rapaz.

Uma garota de olhos azuis.

Uma velha locomotiva.

Alguns beijos.

Uma caminhada à beira do rio.

E aquela maravilhosa sensação de que tínhamos todo o tempo do mundo.

Talvez seja por isso que gosto tanto de revisitar essas histórias.

Algumas viagens terminam quando voltamos para casa.

Outras continuam viajando conosco.

Monte Alegre do Sul foi uma delas.

E em algum lugar da minha memória aquela velha locomotiva da Mogiana continua lá.

Giovanna também.

Com seus lindos olhos azuis.

E nós dois ainda estamos naquele primeiro passeio, caminhando sem pressa pela cidade, brincando entre os restos da velha ferrovia e descobrindo uma coisa que nenhum mapa turístico poderia indicar:

como era gostoso simplesmente estarmos juntos.

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A estaçao terminal da Mogiana 


Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia, e a duas horas de São Paulo, no Circuito das Águas Paulista, localiza-se a pitoresca Estância Hidromineral de Monte Alegre do Sul.


No passado tinha a linha ferroviária da Mogiana que chegava ate a cidade, trazendo progresso e riqueza, hoje restaram alguns itens dessa historia: uma maquina a vapor, a estação, um túnel. Bem pitoresca atraindo turísticas para aqui descansarem e aproveitarem das riquezas naturais.



Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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