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sábado, 16 de julho de 2016

Passagem de Indians em Guararema

Distraído pela rua, ouço o ronco dos motores.



Estamos andando pela cidade, bem distraídos quando ouvimos um ronco de motor, o formiguinha fica louco e começa a gritar... Harley, harley...



Surpreendidos pela carreata, noto que sao motos diferentes das Harleys, mas ate ai fico na duvida... vejo o rabo de peixe, as malas laterais, a frente com paralama aerodinâmico.

Algo nao enquadra... o que sera? Que motos serao estas? Em breve o mistério foi solucionado.

Estas motos sao Indians Motorbike recém chegadas ao Brasil é ja ocupando um nicho exclusivo dentro os aficionados por duas ruas.

Uma ponte unica em Guararema

Tesouros arqueologicos da era industrial.


Guararema tem seus encantos naturais, as margens de um afluente do Rio Paraiba, cortada pela antiga ferrovia que ligava Sao Paulo ao Rio.



Ficaram vários vestígios desta época de ouro, onde se escoava cafe pelo interior do estado. A menos de 400 metros da estaçao existe uma ponte.

Ponte feita em ferro nos bons e velhos moldes das antigas pontes ferroviarias, cruzando o rio, permitiu-me uma visita fantastica sobre seus dormentes. Visualizando o rio la embaixo.

Imaginando quantas historias ali aconteceram, governos subiram e cairam, soldados foram e voltaram de guerras e a ponte ali continua.

A velha Senhora de Guararema

A velha e imponente senhora 353


Estamos em Guararema pequena cidade próxima a Mogi das Cruzes na entrada do vale do Paraiba. Esta pequenina cidade surpreendeu a todos com seu ambicioso trabalho que levou 16 anos para ser concluído.


Restaurar 2 estações ferroviárias, obter o direito de exploração de uma gigantesca locomotiva a vapor e aos finais de semana fazer passeios turísticos que recriam o passado das grandes maquinas a vapor.

O resultado ficou fantástico: turistas afluem para a cidade, restaurantes foram criados, lojinhas de recordaçoes e artesanato foram criadas, emprego para a população e garantia da cidade aparecer no mapa, logo logo não duvido que ganhe estatuto de estância turística.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Vagas de Trabalho em Itatiba

Vagas abertas há mais de uma semana (4)

Estagiário de Compras (v1364441)  Itatiba / SP / BR

Valeo - Sistemas Térmicos  -  Estágio
Missão: Auxiliar no atendimento às necessidades da planta quando a aquisição de meios improdutivos, investimentos e despesas gerais, atendendo aos critérios de qualidade, custo , entrega, definidos na solicitação do requisitante. Pré Requisitos: - Cursando Engenharia Mecânica. - Inglês Avançado Benefícios: - Bolsa auxilio compatível com o mercado - Convênio médico - Convênio ...

Estagiário de Qualidade - Garantia (v1365807)  Itatiba / SP / BR

Valeo - Sistemas Térmicos  -  Estágio
Principais atividades: - Auxiliar na comunicação escrita dos problemas informados pelos clientes; - Auxiliar a Qualidade no desencadeamento das ações corretivas, preventivas e de contenção dos problemas encontrados pelos clientes; - Contribuir com o cronograma de visitas a clientes e mantê-lo atualizado; - Acompanhar visitas técnicas aos clientes para análises de peças em Garantia. P...

Estagiário de Projetos (v1365910)  Itatiba / SP / BR

Valeo - Sistemas Térmicos  -  Estágio
Missão: Acompanhar e ser treinado na área de Compras, realizando tarefas relativas a rotina de Projetos. Pré Requisitos: - Inglês Avançado - Disponibilidade para 2 anos de estágio - Estar cursando Engenharia - Conhecimentos avançados em Excel Diferenciais: - Conhecimentos em SAP - Cursos técnicos nas áreas Mecânica e Elétrica - Experiências prévias de trabalho Benefícios: - ...

Chefe de Crediário - Itatiba (v1356458)  Itatiba / SP / BR

Supervisão/Coordenação
Requisitos: - Superior completo ou cursando; - Experiência em gestão de equipes e gestão de vendas; - Desejável experiência em coordenação de equipes de vendas de serviços financeiros; - Será um diferencial possuir certificação para atuar com produtos financeiros. Horário flexível de segunda a sábado e, eventualmente, aos domingos. Salário Faixa R$ 2000,00 + Comissão + pacote de b...

domingo, 10 de julho de 2016

BR 381 Viagem noturna rumo a Itatiba


Um Café no Bellacosa Mainframe

🌙 BR-381 — Uma Viagem Noturna Rumo a Itatiba

Às vezes não é preciso viajar para muito longe para descobrir uma estrada nova. Basta voltar para casa por um caminho diferente.

Era noite e estávamos voltando para Itatiba depois de um domingo muito agradável em família, na Vila Rio Branco, região da Penha, em São Paulo.

Normalmente, minhas viagens para São Paulo tinham um roteiro praticamente automático. Na hora de voltar para casa, o caminho era quase sempre o mesmo: pegar a Rodovia dos Bandeirantes e seguir rumo ao interior.

Era a nossa rota conhecida.

Mas naquele domingo a geografia tinha outros planos.


🎂 Um dia especial em família

Havíamos ido até a Vila Rio Branco para comemorar o aniversário da Dona Anna, cercados de primos, tios, tias e daquela movimentação típica de uma reunião familiar.

E havia um detalhe especialmente bonito naquele encontro.

Juliana era confeiteira.

Dona Anna também havia sido confeiteira.

Assim, de certa maneira, duas gerações que conheciam muito bem farinha, açúcar, recheios, coberturas e a arte de transformar ingredientes em momentos felizes estavam se encontrando naquele aniversário.

Juliana resolveu presenteá-la da melhor maneira possível: preparando um belíssimo e delicioso bolo de aniversário.

Não era apenas um bolo comprado a caminho da festa.

Havia trabalho, conhecimento e carinho ali.

Uma confeiteira presenteando outra confeiteira.

E talvez apenas quem já trabalhou com isso consiga olhar para um bolo e perceber tudo aquilo que existe por trás dele: preparação, técnica, paciência, decoração e aquela inevitável expectativa de descobrir se todos irão gostar.

Gostaram.

Depois de um dia gostoso em família, chegou a inevitável hora de retornar para Itatiba.


🚗 O Pretinho estava pronto

Nosso companheiro daquela noite era o famoso Pretinho, nosso New Fiesta 2013.

E quem estava pilotando era a Juliana.

Só que havia uma pequena questão de logística.

Estávamos na região da Penha.

Voltar para o caminho tradicional e procurar a Bandeirantes não parecia fazer muito sentido.

Foi quando apareceu o argumento:

— Estamos praticamente do lado da Fernão Dias...

E contra a geografia fica difícil discutir.

😂

A BR-381 — Rodovia Fernão Dias oferecia um caminho muito mais lógico para quem estava saindo daquela região de São Paulo rumo a Itatiba.

Então, por que não?



🛣️ Vamos voltar pela Fernão Dias!

Hoje parece uma decisão absolutamente banal.

Coloque a rota no GPS e pronto.

Mas naquele momento havia um ingrediente que fazia toda a diferença:

não estávamos acostumados a fazer aquele caminho.

E isso transformou o retorno para casa numa pequena exploração.

Juliana pilotava o Pretinho enquanto avançávamos pela Fernão Dias.

A estrada era diferente.

As curvas eram diferentes.

Os acessos eram diferentes.

As referências eram diferentes.

Até as luzes pareciam diferentes.

Quando você dirige repetidamente pela mesma rodovia, o cérebro começa a apagar parte da viagem. Pontes, placas, curvas e saídas tornam-se referências automáticas.

Você praticamente sabe o que encontrará alguns quilômetros adiante.

Naquela noite não.

Tudo precisava ser observado.

🌃 Uma estrada conhecida por milhares — desconhecida para nós

Havia as luzes dos veículos vindo no sentido contrário.

Faróis surgiam nas curvas, aproximavam-se e desapareciam rapidamente atrás de nós.

As lanternas vermelhas dos carros à frente formavam pequenas linhas luminosas acompanhando o desenho da rodovia.

Placas refletivas surgiam repentinamente na escuridão.

Viadutos, acessos, postos e cidades apareciam como pequenas ilhas iluminadas no meio da noite.

E dentro do Pretinho havia aquele brilho característico do painel.

É curioso como uma viagem noturna muda completamente uma estrada.

Durante o dia enxergamos montanhas, construções, árvores, bairros e horizontes.

À noite o mundo fica reduzido àquilo que os faróis permitem descobrir.

Existe quase uma sensação de exploração.

A estrada vai sendo revelada alguns metros de cada vez.

🗺️ O prazer de sair da rota habitual

Não estávamos indo para nenhum lugar desconhecido.

Nosso destino era simplesmente casa.

Itatiba.

Mas havíamos mudado uma variável.

A rota.

E isso foi suficiente para transformar um deslocamento cotidiano em uma pequena aventura.

Talvez seja uma das coisas de que mais gosto em viajar.

Nem sempre precisamos atravessar oceanos ou visitar lugares extraordinários.

Às vezes basta fazer algo simples:

seguir por uma estrada pela qual normalmente não passaríamos.

A Fernão Dias, utilizada diariamente por milhares de motoristas, naquela noite era novidade para nós.

Cada curva despertava curiosidade.

Cada conjunto de luzes parecia anunciar alguma coisa.

E Juliana seguia pilotando o Pretinho enquanto eu aproveitava aquela experiência diferente.

❤️ Voltávamos felizes

Talvez a estrada também tenha ficado bonita porque nós estávamos felizes.

O dia havia sido bom.

Tínhamos passado algumas horas agradáveis com a família.

Havíamos comemorado mais um aniversário da Dona Anna.

Juliana tinha levado seu bolo.

Uma confeiteira havia presenteado outra confeiteira.

As conversas, os encontros, o parabéns e aquela pequena bagunça familiar tinham ficado para trás.

Agora restava o silêncio relativo da estrada.

O ronco do motor.

Os pneus tocando o asfalto.

As luzes passando pelas janelas.

E Itatiba esperando alguns quilômetros adiante.

🌙 Uma viagem que não deveria ter sido memorável

O mais curioso é justamente isso.

Não aconteceu nada extraordinário.

Não tivemos uma grande aventura.

Não nos perdemos.

Não houve tempestade.

Não houve pane.

Não encontramos nada espetacular pelo caminho.

Simplesmente voltamos para casa por uma estrada diferente.

E foi suficiente.

Porque memória não funciona segundo uma tabela de importância.

Existem acontecimentos enormes dos quais esquecemos detalhes poucos anos depois.

E existem noites absolutamente comuns que permanecem guardadas durante décadas.

Esta foi uma delas.

Uma noite de 2016.

Juliana pilotando o Pretinho.

O New Fiesta avançando pela BR-381.

As luzes dos carros.

O traçado desconhecido.

A sensação de explorar.

E nós dois voltando para Itatiba depois de um domingo feliz em família.

Talvez viajar seja exatamente isso.

Não apenas chegar a lugares novos.

Mas continuar sendo capaz de olhar para um caminho diferente e pensar:

“Vamos por aqui desta vez.”

E descobrir que até o caminho de casa ainda pode guardar uma pequena aventura.

Bellacosa Mainframe — porque algumas memórias ficam armazenadas durante anos, esperando apenas o JOB certo para voltar a executar.

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Domingo delicioso passado na Vila Rio Branco


Tivemos um otimo domingo que passamos juntos a família, curtindo todos os primos, tios e tias no aniversario da Vovo Anna.



No retorno a Itatiba para evitar a porcaria da marginal Tiete com velocidade reduzida, optamos por vir via Fernão Dias.

Foi uma delicia experimentar a estrada a noite, ver as luzes do painel e os carros no sentido contrario chegando a São Paulo.

Sintam a emoção de dirigir a noite numa estrada sinuosa e cheia de surpresas.

A luz de velas ai vem o parabens

Bellacosa Mainframe e o aniversario da vovó Anna

🎂 À Luz de Velas — Aí Vem o Parabéns

Os 90 anos de Anna, a matriarca da família Bellacosa

Existem aniversários e existem aqueles momentos que, sem percebermos, acabam se transformando em documentos da história de uma família.

Naquele dia de 2016, as luzes diminuíram, as velas foram acesas e começou o tradicional “Parabéns pra você”. No centro daquela pequena celebração estava Anna, comemorando seus extraordinários 90 anos de vida.

Anna era a matriarca da família Bellacosa.

Nascida em Mundo Novo, atual Urupês, no interior de São Paulo, atravessou décadas de mudanças no Brasil e acumulou histórias que acabaram se misturando às histórias de filhos, netos, parentes e amigos.



Era também boleira. E talvez exista uma pequena poesia nisso: depois de tantos bolos que passaram por suas mãos e fizeram parte das comemorações de outras pessoas, naquele momento havia um bolo esperando por ela.

Mas, para mim, Anna era ainda mais.

Era minha madrinha.

E foi ela quem escolheu meu nome: Vagner.

Talvez por isso sua presença atravesse tantas outras memórias guardadas neste blog. Às vezes ela aparece diretamente; outras vezes está escondida nos costumes, nas festas, nos bolos e nas histórias da família.

O vídeo daquele aniversário registrou apenas alguns minutos. Pessoas reunidas, vozes cantando, velinhas iluminando o ambiente e uma senhora chegando aos 90 anos.

Mas o tempo fez algo curioso com aquelas imagens.

O que naquele instante parecia apenas mais um parabéns tornou-se uma pequena cápsula do tempo.

Hoje, quando volto a essas gravações antigas, percebo que a câmera não estava simplesmente filmando uma festa.

Estava preservando Anna.

E, junto dela, um pedacinho da história da família Bellacosa.

À luz das velas, por alguns minutos, várias gerações estavam reunidas ao redor da mulher que ajudou a construir todas aquelas memórias.

Aí vem o parabéns...

E quase dez anos depois, as velinhas continuam acesas dentro da memória.

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A alegria e contagiante...


Os primos estão na maior bagunça, a Vo Anna merece conseguimos reunir a maioria dos filhos, genros, noras, netos, bisnetos e amigos.



Agora estamos no parabéns a você... depois de um delicioso dia, em que todos relembraram historias antigas, riram e se divertiram.

A Vo Anna ficou emocionado em reunir todos e fazer aquela festa.

Parabéns pelos seu 84° aniversario.
Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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