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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Herbívoros, dizia o cara: As capivaras do Taquaral



O cara tava irado e gritando herbívoros para todo lado.


Um final de semana animado no Parque de Portugal, ou mais conhecido como Parque Taquaral, temo o concerto gratuito da Orquestra Sinfônica de Campinas, enquanto aguardamos o espetáculo começar estamos andando pelo parque.

Existem tantas atrações que convido a todos visitarem e conhecerem este pulmão verde na cidade, um lugar de paz e tranquilidade para relaxar, inclusive com muita flora e fauna para os apreciadores.

Estamos falando delas as famosas capivaras que habitam o parque, são muitas que vivem as margens da lagoa, pachorrentas, tranquilas andando para la e ca, entre os diversos frequentadores do local.

Neste vídeo preste atenção ao áudio que tem um cara estressado falando dos herbívoros, relaxe e veja de pertinhos estes grandes roedores que sem predadores estão repovoando toda a região.





domingo, 13 de março de 2016

O bondinho indo embora


Um Café no Bellacosa Mainframe

🚋 O Bondinho Indo Embora — Uma Máquina do Tempo Sobre Trilhos

Há máquinas que merecem um lugar no museu. Outras merecem continuar trabalhando.

Mais um delicioso final de semana.

Eu, Juliana e o Formiga novamente em um daqueles lugares que, durante muito tempo, funcionaram como nosso pequeno templo sagrado da diversão familiar: o Parque Portugal, em Campinas, muito mais conhecido por todos simplesmente como Lagoa do Taquaral.

Não precisava existir uma grande programação.

Não precisava viajar centenas de quilômetros, reservar hotel ou preparar uma expedição.

Às vezes bastava chegar ao parque, caminhar, olhar as árvores, observar a lagoa, descobrir alguma coisa diferente e deixar o pequeno Formiga decidir qual seria a próxima aventura.

E naquele dia havia uma máquina do tempo esperando por nós.

Ela não tinha painel cheio de luzes.

Não precisava de plutônio.

Muito menos de um capacitor de fluxo.

Tinha trilhos.

Tinha rodas de aço.

E fazia:

Clanc... clanc... clanc...

🚋

Era o bondinho da Lagoa do Taquaral.



🚋 Um pedaço da cidade que se recusou a morrer

Para uma criança, provavelmente aquilo era simplesmente uma coisa muito divertida.

Um veículo diferente.

Entrava-se nele, sentava-se e começava o passeio.

Para um adulto, entretanto, aquele pequeno bonde carregava algo muito maior.

Ele representava uma época em que nossas cidades possuíam uma relação muito diferente com o transporte coletivo.

Antes de ônibus, automóveis e avenidas dominarem definitivamente a paisagem urbana brasileira, os trilhos atravessavam várias de nossas cidades.

Bondes transportavam trabalhadores, estudantes, famílias, comerciantes e todo tipo de passageiro.

Durante décadas fizeram parte da rotina urbana.

Então desapareceram.

Os trilhos foram arrancados ou cobertos.

As redes elétricas desapareceram.

Garagens foram demolidas.

Veículos foram desmontados, abandonados ou transformados em sucata.

Pouco a pouco, aquilo que havia sido absolutamente cotidiano virou curiosidade histórica.

Por isso gosto tanto do que acontece no Taquaral.

Porque aquele bonde não está simplesmente exposto.

Ele ainda trabalha.



🔧 Não é uma peça de museu

Existe uma diferença gigantesca entre preservar uma máquina e simplesmente guardar uma máquina.

Imagine uma locomotiva perfeitamente restaurada dentro de um museu.

Você pode observá-la.

Fotografá-la.

Ler uma placa contando quando foi construída.

Pode olhar para suas rodas, cabine, bancos e instrumentos.

Tudo isso possui enorme valor histórico.

Mas existe outra experiência completamente diferente:

ouvir a máquina funcionando.

Sentir a vibração.

Escutar as rodas passando sobre os trilhos.

Entrar.

Sentar.

E ser transportado por ela.

É exatamente isso que torna o bondinho do Taquaral tão especial para mim.

Ele continua cumprindo a função para a qual aquelas máquinas foram construídas:

transportar pessoas.

Mesmo que seja apenas durante um pequeno circuito dentro de um parque.

Mesmo que hoje seus passageiros estejam ali principalmente para passear.

Durante alguns minutos, aquela tecnologia deixa de ser passado.

Volta a ser presente.

👦 E então entra o Formiga

Para as crianças aquilo naturalmente é fantástico.

Imagine enxergar aquela geringonça pela primeira vez.

Não parece um ônibus.

Não parece um carro.

Não parece exatamente um trem.

Mas anda sobre trilhos.

Você entra e ela começa a se movimentar.

Para quem nasceu em um mundo de automóveis, ônibus e metrôs modernos, existe algo quase mágico naquele veículo antigo caminhando lentamente pelo parque.

E talvez essa seja uma das maneiras mais bonitas de ensinar história.

Sem aula.

Sem prova.

Sem obrigação de decorar datas.

A criança simplesmente entra dentro da história.

Literalmente.

O Formiga podia não saber naquele momento toda a história dos bondes brasileiros.

E não precisava saber.

Primeiro vinha a experiência.

Depois, algum dia, poderia vir a curiosidade.

"Pai, antigamente tinha isso na rua?"

E pronto.

A porta da máquina do tempo estava aberta.

👴 Os adultos fazem outra viagem

As crianças viajam pelo parque.

Os adultos muitas vezes viajam para outro lugar.

Para as histórias dos pais.

Dos avós.

Para fotografias antigas das cidades.

Para aquela São Paulo, Campinas, Santos ou Rio de Janeiro que já não existe mais.

Mesmo quem nunca utilizou regularmente um bonde urbano acaba reconhecendo alguma coisa familiar naquela imagem.

Porque os bondes permaneceram no nosso imaginário.

Nas fotografias.

Nos cartões-postais.

Nas histórias familiares.

Nos filmes.

Nos livros.

E na própria arquitetura das cidades.

Às vezes caminhamos hoje por uma avenida sem imaginar que, décadas atrás, dois trilhos passavam exatamente debaixo de nossos pés.



🚌 Então chegaram os ônibus

A história do transporte urbano mudou.

Os ônibus conquistaram as cidades brasileiras.

Tinham uma vantagem óbvia: não precisavam seguir trilhos.

Uma linha poderia ser alterada.

Um novo bairro poderia ser atendido sem construir quilômetros de infraestrutura ferroviária.

Mas essa flexibilidade também ajudou a construir cidades cada vez mais dependentes de veículos sobre pneus e, durante décadas, de motores queimando combustível pelas ruas.

O velho bonde elétrico acabou parecendo antiquado.

Curiosamente, muitas décadas depois, cidades do mundo inteiro voltariam a investir justamente em sistemas modernos de transporte elétrico sobre trilhos.

Mudaram os nomes.

Mudaram os veículos.

Mudou a tecnologia.

Mas alguns dos princípios continuam surpreendentemente familiares.

Às vezes o futuro possui uma estranha mania de reencontrar o passado.

🏛️ Máquinas precisam funcionar

Talvez seja isso que mais me fascine no Taquaral.

Existe uma oficina.

Existem outros carros.

As composições podem se revezar.

Há manutenção.

Há conhecimento envolvido.

Há pessoas capazes de fazer aquelas máquinas continuarem se movimentando.

Isso transforma o lugar em algo maior que uma exposição.

É uma espécie de museu operacional.

E aqui meu lado de homem de tecnologia inevitavelmente encontra meu lado saudosista.

Porque penso imediatamente nos mainframes.

Podemos colocar um computador antigo dentro de uma vitrine.

Podemos colocar ao lado dele uma placa:

IBM — década de 1960.

Interessante.

Mas imagine poder ligar a máquina.

Ouvir seus componentes.

Carregar um programa.

Executar alguma coisa.

Mostrar para uma pessoa jovem:

"Era assim que funcionava."

A experiência muda completamente.

O conhecimento deixa de ser abstrato.

A máquina fala.

🚋 Pequenas sobrevivências sobre trilhos

Infelizmente experiências desse tipo tornaram-se raras.

Durante algum tempo São Paulo também manteve um pequeno passeio de bonde na região do Museu da Imigração, no complexo da antiga Hospedaria dos Imigrantes.

Santos conseguiu preservar uma experiência ainda mais ampla com seus bondes históricos circulando pelo centro.

E Campinas tem essa pequena preciosidade no Taquaral.

São sobreviventes.

Pequenos fragmentos de uma enorme rede de transporte urbano que existiu no Brasil.

Talvez alguém veja apenas um carrinho antigo dando uma volta num parque.

Eu vejo outra coisa.

Vejo engenharia preservada em movimento.

⏳ Próxima parada: final do século XIX

Entrar em um desses veículos é fazer uma pequena viagem para uma tecnologia que começou a transformar nossas cidades ainda no século XIX e marcou profundamente parte do século XX.

Olhe os bancos.

As janelas.

Os controles.

A estrutura.

O desenho do veículo.

Depois imagine que aquilo não era uma atração turística.

Era transporte público.

Alguém entrava para trabalhar.

Outro passageiro carregava compras.

Uma criança ia para a escola.

Um senhor lia jornal.

Pessoas namoravam.

Discutiam.

Chegavam atrasadas.

Perdiam o bonde.

Aliás...

"Perder o bonde."

A tecnologia desapareceu de grande parte das cidades.

Mas até a expressão ficou.

😂 E talvez esse seja o maior Easter egg

O bonde conseguiu uma façanha maravilhosa.

Foi retirado das ruas, mas permaneceu estacionado dentro da língua portuguesa.

Quem nunca ouviu:

"Fulano perdeu o bonde da história."

Talvez uma criança de hoje use a expressão sem sequer imaginar como era possível literalmente perder um bonde.

No Taquaral ela pode descobrir.

E, dependendo da velocidade das perninhas...

Pode até perder um de verdade.

😂

🎥 O bondinho indo embora

Foi justamente um desses pequenos momentos que registrei.

O bondinho estava indo embora.

Nada extraordinário parecia estar acontecendo.

Nenhum grande acontecimento.

Nenhuma cerimônia.

Nenhuma data histórica.

Era apenas mais um final de semana.

Eu.

Juliana.

Formiga.

O parque.

E um velho bonde seguindo seu caminho pelos trilhos.

Na época aquilo mereceu apenas um pequeno vídeo e algumas linhas neste blog.

Anos depois percebo que havia muito mais naquela cena.

Eu estava registrando três tempos simultaneamente.

O passado, representado pelo bonde.

O presente, representado por nós três observando aquela máquina.

E o futuro, representado por uma criança conhecendo algo que havia pertencido ao cotidiano de seus bisavós.

Talvez seja justamente para isso que servem essas pequenas filmagens aparentemente sem importância.

Nós pensamos que estamos registrando um passeio.

Na verdade estamos construindo memória.

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Continuo acreditando que preservar tecnologia é muito mais interessante quando conseguimos mantê-la viva.

Uma locomotiva merece correr.

Um relógio mecânico merece marcar as horas.

Uma máquina de escrever merece escrever.

Um computador antigo merece executar um programa.

E um bonde...

Bem...

um bonde merece transportar passageiros.

Por isso gosto tanto daquela pequena linha dentro da Lagoa do Taquaral.

Durante alguns minutos, crianças descobrem uma tecnologia antiga.

Adultos encontram lembranças que talvez nem sejam propriamente suas, mas herdadas de pais e avós.

E uma velha máquina continua fazendo exatamente aquilo para o qual foi construída.

Transportando pessoas.

Só existe uma diferença.

Antigamente ela transportava passageiros de um ponto da cidade para outro.

Hoje transporta passageiros através do tempo.

🚋 Clanc... clanc... clanc...

Lá vai o bondinho indo embora.

E nós ficamos olhando.

Talvez esperando, sem perceber, a próxima viagem.


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Uma atração divertida.


Para aqueles que não conhecem o parque do Taquaral recomendo vivamente que o visitem. Este parque é fantástico cheio de segredos para serem explorados e descobertos.



Tem um que relembra o passado glorioso dos Bondes Eletricos que percorre boa parte do parque levando os turistas a viajarem ao passado e relembrarem como era o transporte publico no passado.

As crianças deliram ao verem o bondinho passando, os trilhos no parque dão um certo charme e as plataformas estrategicamentes distribuídas permitem um bom passeio.

Os patos no Taquaral

Bellacosa Maifnrame e os patos da Lagoa do Taquaral

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🦆 Os Patos no Taquaral — Um Dia sem Relógio

Um céu azul, um pouco de pão velho e aqueles raros momentos em que ninguém precisava chegar a lugar algum

Era março de 2016.

Naquele dia, eu, Juliana e o pequeno Formiga aproveitamos um daqueles lindos dias de céu azul e sol em Campinas para simplesmente curtir alguns momentos em família no Parque Portugal, o nosso conhecido Parque do Taquaral.

Não havia uma grande missão.

Não havia horário apertado.

Não havia aquela obrigação moderna de transformar cada minuto em alguma coisa produtiva.

Era apenas um passeio.

E talvez justamente por isso tenha se transformado em memória.

Entre as inúmeras brincadeiras daquele dia, havíamos levado de casa um pouco de pão velho para alimentar os patos. Algo extremamente simples, mas que, para uma criança curiosa, podia transformar a margem da lagoa em uma verdadeira expedição.

Formiga estava encantado.

Observava os patos adultos caminhando tranquilamente pelo parque, outros nadando serenamente pela lagoa e, principalmente, os filhotes que apareciam próximos às moitas.

Olhava, acompanhava, perguntava.

Por que eles faziam aquilo?

Para onde estavam indo?

Onde estavam os pequenos?

Eram machos? Eram fêmeas?

A curiosidade infantil tem uma característica maravilhosa: ela consegue transformar aquilo que um adulto já considera parte da paisagem em alguma coisa extraordinária.

Um pato deixa de ser apenas um pato.

Passa a ser uma descoberta.

E então apareceu outro personagem daquela tarde.

O Vagner criança grande.

Porque se existe uma criança observando patos, naturalmente existe a possibilidade de um adulto perfeitamente responsável começar a andar pelo parque fazendo:

— Quá! Quá! Quá!

Formiga se divertia.

Eu imitava os patos.

E o mais engraçado é que alguns deles pareciam ficar curiosos com aquele estranho espécime humano tentando desesperadamente falar a língua deles.

Talvez estivessem pensando:

— Que pato enorme e mal-ajambrado é esse?

Ou talvez:

— Esse aí definitivamente precisa melhorar o sotaque.

Não importa.

Durante alguns minutos, funcionou.

As aves olhavam curiosas, Formiga ria e eu continuava com meu sofisticadíssimo método científico de comunicação interespecífica:

Quá, quá, quá!



Hoje, revendo esse pequeno registro tantos anos depois, percebo que existe algo muito maior escondido naquela brincadeira aparentemente insignificante.

Era um momento de absoluto relaxamento.

Não estávamos correndo contra o relógio.

Não havia compromisso esperando do outro lado do parque.

Não precisávamos terminar rapidamente aquela atividade para começar a próxima.

Podíamos simplesmente ficar ali.

Olhar os patos.

Jogar pedacinhos de pão.

Observar os filhotes.

Responder perguntas.

Inventar outras respostas.

Rir.

E fazer quá-quá para uma ave que provavelmente não estava entendendo absolutamente nada.

Talvez seja justamente esse o verdadeiro luxo que algumas fotografias e vídeos antigos acabam revelando anos depois.

Ter tempo.

Tempo para uma criança observar um pato durante vários minutos.

Tempo para um pai entrar na brincadeira.

Tempo para uma família caminhar pelo parque sem transformar o passeio numa corrida.

Naquele domingo ensolarado de março de 2016, o Parque Portugal não precisava oferecer nenhuma atração extraordinária.

O extraordinário já estava acontecendo.

Juliana estava ali.

Formiga estava descobrindo o mundo.

Eu estava fazendo palhaçada.

Os patos estavam apenas sendo patos.

E ninguém precisava estar em outro lugar.

Dez anos depois, talvez seja essa a parte mais bonita daquele pequeno vídeo.

A câmera registrou os patos.

A memória registrou o resto.
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Mais um vídeo do maluco que pensa que sabe imitar animais...


O Formiga e o seu amigo estão passeando pelo parque do Taquaral em Campinas e encontram este animado grupo de patos.



O lokinho resolve imitar uns patos e deixa o formiga bravo, querendo ir embora para achar o caminho para a orquestra.

Mas os pato lokinho não desiste e tenta com seu qua qua qua chamar a atenção dos patos. Sera que ele ira conseguir?

Orquestra de Campinas

Bellacosa Mainframe e uma  tarde no Parque Portugal na Concha Acústica curtindo a sinfônica municipal

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🎻 Um Domingo com a Orquestra de Campinas

Do barulho das brincadeiras no Taquaral ao silêncio antes do primeiro acorde

Existem aventuras que não precisam de grandes viagens, estradas desconhecidas ou destinos distantes. Às vezes, basta uma tarde de domingo, um parque, uma família e a disposição para apresentar uma coisa nova a uma criança.

Em março de 2016, lá estávamos nós novamente: Juliana, o Formiga e eu, em mais uma daquelas pequenas aventuras familiares que marcaram tantos anos de nossas vidas.

O destino era o Parque do Taquaral, em Campinas.

Primeiro vinha aquilo que qualquer criança entende perfeitamente: correr, brincar, gastar energia, explorar o parque e transformar qualquer espaço disponível em território de aventura.

Mas naquele domingo havia algo mais nos esperando.


🎼 A Orquestra Sinfônica de Campinas.

A Concha Acústica do Taquaral sempre me pareceu um daqueles lugares especiais onde uma coisa extraordinária acontece: a cultura deixa os salões fechados e encontra as pessoas.

Não era necessário vestir terno.

Não era preciso comprar um ingresso caro.

Não havia necessidade de conhecer Beethoven, Mozart, Bach ou Villa-Lobos para sentar, ouvir e simplesmente deixar a música entrar.

Ali, a cultura era verdadeiramente popular porque estava ao alcance de todos.

E isso era exatamente o que queríamos proporcionar ao Formiga.

Juliana e eu procurávamos apresentar ao pequeno um mundo maior do que aquilo que naturalmente chegaria até ele. Queríamos que conhecesse música clássica, instrumentos, orquestras, museus, exposições, natureza, história e tantas outras coisas capazes de alimentar a curiosidade.

Não significava decidir aquilo de que ele deveria gostar quando crescesse.

Muito pelo contrário.

Era oferecer possibilidades.

Ele poderia crescer e gostar de rock, samba, música eletrônica, heavy metal ou qualquer outra coisa. Mas queríamos que soubesse que, em algum lugar daquele imenso universo chamado música, existiam violinos, violoncelos, contrabaixos, flautas, trompetes, percussão e dezenas de músicos trabalhando juntos.

Era preparar aquele pequeno espírito para coisas grandes.

E existe algo quase mágico em apresentar uma orquestra a uma criança.

Pouco antes existe o barulho das brincadeiras.

Então os músicos ocupam seus lugares.

Os instrumentos são preparados.

O público se acomoda.

O maestro aparece.

E durante alguns segundos acontece algo maravilhoso:

silêncio.

Aquele breve silêncio antes do primeiro acorde talvez seja parte da própria música.

Então uma batuta se movimenta e dezenas de pessoas passam a funcionar como se fossem um único organismo.

Naquele momento podíamos explicar ao Formiga algumas coisas, apontar instrumentos e transformar o concerto também em uma pequena aula improvisada.

Mas havia uma lição ainda maior acontecendo diante de nós.

Uma orquestra municipal não produz apenas música.

Ela mantém músicos trabalhando, preserva conhecimento, forma novas plateias e oferece às famílias oportunidades de contato com um patrimônio cultural que atravessou séculos.



Por isso considero a Orquestra Sinfônica de Campinas um dos tesouros da cidade.

E a Concha Acústica do Taquaral representa algo igualmente precioso: um espaço onde cultura erudita pode ser também cultura popular.

Dez anos depois, olhando novamente para aquele pequeno registro de 2016, percebo que muitos daqueles passeios tinham algo em comum.

Pareciam apenas programas divertidos em família.

Mas estávamos fazendo algo muito maior.

Estávamos apresentando o mundo ao Formiga.

Não sabíamos qual música ele escolheria ouvir quando crescesse.

Nosso trabalho era apenas garantir que ele soubesse que a orquestra também existia.

E naquele domingo, entre as brincadeiras no Taquaral e o primeiro movimento da batuta, mais uma pequena porta para esse enorme mundo foi aberta. 🎻

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Um belo programa de domingo...


Levar o pequeno no parque do Taquaral, para correr, brincar e pular, gastando toda a energia acumulada... e depois ao final do dia. Terminar em grande assistindo a orquestra de Campinas.



Recebemos uma bela sessão com uma historia completa onde pude ensinar alguns fundamentos para o pequenino e nos deliciar ouvindo boa musica.

Campinas é uma cidade privilegiada, pois fornece cultura a todos em diversos pontos da cidade.

Lagoa do Taquaral zoeira com as aves aquáticas

Bellacosa Mainframe e as aves aquaticas da Lagoa Taquaral

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🌅 Quando os chimpanzés vão embora

Este pequeno vídeo junta-se a tantos outros fragmentos daquele dia agradável que passei com Juliana e o Formiga no Parque Portugal, nossa velha Lagoa do Taquaral.

Não aconteceu nada extraordinário.

E talvez justamente por isso tenha sido extraordinário.

Comemos pastel no lanche da tarde, bebemos água de coco e caldo de cana, caminhamos, rimos, brincamos e fizemos aquilo que às vezes esquecemos de fazer quando nos tornamos adultos:

simplesmente curtimos o momento.

Sem obrigação.

Sem horário apertado.

Sem precisar transformar cada minuto em alguma coisa produtiva.

O pequeno Formiga observava os animais, eu inventava histórias e, naturalmente, começávamos a imaginar o que aquelas aves estariam pensando sobre aquela invasão diária de seres humanos.

Porque existe outra Lagoa do Taquaral que nós quase nunca vemos.

É o Taquaral depois que vamos embora.


🦆 Finalmente os humanos foram embora!

Durante o dia somos milhares.

Crianças correndo.

Adultos conversando.

Bicicletas passando.

Gente caminhando.

Cães latindo.

Fotografias.

Música.

Gritos.

Risadas.

E, evidentemente, alguns humanos especialmente barulhentos — feito chimpanzés fugitivos de algum zoológico imaginário — acabando com a paz dos verdadeiros moradores do parque.

😄

Então chega o final da tarde.

O Sol começa a desaparecer.

Os portões fecham.

Os últimos visitantes caminham em direção à saída.

Os cachorros voltam para casa.

Os gatos procuram outros territórios.

As pessoas começam a pensar no jantar.

E finalmente...

silêncio.

Talvez seja justamente aí que comece o verdadeiro expediente dos moradores do Taquaral.



🌳 O parque depois dos humanos

Quando o ruído da cidade diminui, outros sons voltam a ocupar o espaço.

A água correndo.

As folhas farfalhando sob o vento.

Um galho balançando.

O bater de asas.

O pequeno ruído produzido por uma ave entrando na água.

Aquilo que durante o dia parece apenas cenário volta a ser um ecossistema.

As aves aquáticas deslizam tranquilamente pela superfície da lagoa.

Algumas procuram alimento.

Outras procuram abrigo.

Algumas sobem para galhos mais altos.

Outras desaparecem entre moitas rasteiras.

E certamente existem centenas de pequenos acontecimentos ocorrendo ali enquanto nós estamos em nossas casas completamente alheios a eles.

Para nós, o parque fechou.

Para eles, talvez o parque finalmente tenha aberto.



🏙️ Natureza cercada por concreto

Existe também algo curioso nessa paisagem.

Campinas já foi uma região marcada por fazendas, plantações e grandes extensões rurais.

A cidade cresceu.

Vieram ruas.

Avenidas.

Automóveis.

Prédios.

Condomínios.

E os espigões de concreto passaram a dominar boa parte do horizonte.

Mas dentro dessa enorme estrutura urbana permanecem pequenas ilhas onde fauna e flora continuam dividindo espaço conosco.

A Lagoa do Taquaral é uma delas.

Talvez por isso observar aqueles animais tenha algo de especial.

Não precisamos viajar centenas de quilômetros para encontrar natureza.

Às vezes ela está ali, diante de nós, tentando continuar sua rotina enquanto construímos uma cidade inteira ao redor dela.



💻 Um homem dos bits olhando para o céu

Talvez exista ainda uma pequena contradição pessoal nisso tudo.

Passei grande parte da vida profissional trabalhando com computadores.

Bits.

Bytes.

Memória.

Processadores.

Programas.

Mainframes.

Sistemas nos quais praticamente tudo precisa possuir uma lógica, uma sequência e um propósito.

INPUT → PROCESSAMENTO → OUTPUT

Mas coloque uma ave no céu e toda essa organização desaparece.

Eu adoro vê-las voando livres.

Uma ave cruza o céu e eu frequentemente paro para acompanhar.

Ela não possui JOB.

Não possui JCL.

Não recebeu prioridade do WLM.

Não precisa abrir chamado.

Não existe SLA determinando que esteja em determinado galho às 17h32.

Ela simplesmente...

voa.

E existe algo maravilhosamente libertador nisso.



🌕 A lagoa que continua existindo sem nós

Também gosto de imaginar aquelas aves aquáticas quando a noite chega.

O Sol desaparece atrás das árvores.

A superfície da lagoa escurece.

Em noites de lua cheia, a luz da Lua encontra a água e cria pequenos reflexos enquanto alguma ave atravessa silenciosamente a superfície.

Nenhuma plateia.

Nenhuma câmera.

Nenhum celular.

Nenhum humano dizendo:

— Olha ali!

Apenas a ave.

A água.

As árvores.

O vento.

E a Lua.

Talvez aquele seja um dos momentos mais bonitos do Taquaral.

E quase nenhum de nós está lá para assistir.


☕ O pequeno vídeo que ficou

Em 2016 eu provavelmente não estava pensando em nada disso.

Estávamos apenas nos divertindo.

Juliana, Formiga e eu.

Pastel.

Água de coco.

Caldo de cana.

Patos.

Marrecos.

Brincadeiras.

Um celular registrando alguns segundos de um domingo qualquer.

Dez anos depois, porém, aquele pequeno vídeo tornou-se outra coisa.

Virou um ponteiro para a memória.

Quando olho para ele, não vejo apenas algumas aves reunidas perto da Lagoa do Taquaral.

Consigo reconstruir pedaços daquele dia.

As caminhadas.

As brincadeiras.

As conversas.

O Formiga pequeno.

As bobagens que inventávamos.

O Sol descendo lentamente.

E aquela sensação maravilhosa de não termos absolutamente nenhum lugar mais importante para estar.

Talvez seja justamente para isso que servem esses pequenos registros.

Não para documentar os grandes acontecimentos.

Os grandes acontecimentos normalmente já possuem fotografias, datas e histórias.

São os dias comuns que desaparecem.

Um pastel.

Um copo de caldo de cana.

Uma criança rindo.

Algumas aves na água.

Um pôr do sol.

Por isso aquele vídeo aparentemente insignificante continua aqui.

É mais um pequeno fragmento de um dia que terminou há muitos anos.

O parque fechou.

Nós fomos embora.

A noite chegou.

E imagino que, alguns minutos depois, escondidos entre árvores, galhos e moitas, os verdadeiros habitantes da Lagoa do Taquaral tenham finalmente olhado uns para os outros e pensado:

— Ufa! Os chimpanzés foram embora.

🦆🌙

E então a lagoa voltou a pertencer a eles.

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O clube dos marrecos


Caminhando em Direcção a concha acústica, nos deparamos com varias aves aquáticas reunidas no clubinho... claro que o Formiguinha e seu amigo imaginário não podiam deixar de fazer piada.



Os bichos reunidos aguardando o por do sol, a espera que os humanos chatos retornem as suas casas para enfim descansarem e aproveitarem a merecida paz.

Varias espécimes convivendo e dividindo seu territórios e no jogo do Formiguinha aquilo é a festa dos Patos.

Fora Dilma Hino Nacional Orquestra Sinfonica de Campinas

Os ventos de mudança chegam ate na cultura.


Domingo foi um dia especial com musica clássica e orquestra na Concha Acústica do Parque de Portugal em Campinas.



Porem com todos o rebuliço do Lula quase Ministro e impeachment da Dilma a cidade estava em verde e amarela, ate a orquestra fugindo da sua posição apolitica, mostrou seu apoio a vontade popular.

Foi tocado o hino nacional e o publico apoiou completamente a iniciativa, realmente estamos em tempos difíceis, aqueles que confiaram na esquerda para melhorar o pais, vê-se agora com tamanha desilusão.

O povo fica boquiaberto com tamanho cinismo e roubalheira do património publico, nossa é horrível ver pessoas que eram da classe media baixa, de repente milionários com patrimónios difíceis de explicar, ver pessoas que ocupavam cargos operacionais sem nenhum tipo de potencialidade, se transformam em empresários de sucesso.

A sucuri no parque Taquaral

Bellacosa Mainframe e uma tarde no Parque e achamos uma sucuri

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A sucuri no parque Taquaral

O pequeno Formiga se divertia.

Mas boa parte daquela diversão não estava propriamente nos brinquedos do parque. Estava nas histórias malucas que eu inventava na hora.

Bastava encontrar alguma coisa diferente pelo caminho.

Uma estátua.

Um animal.

Um trilho.

Uma construção estranha.

Uma velha caravela parada junto à lagoa.

Ou uma enorme sucuri que, evidentemente, não precisava ser apenas uma escultura.

Na nossa imaginação, qualquer coisa podia ganhar uma história.

E assim explorávamos o Parque Portugal — muito mais conhecido pelos campineiros simplesmente como Parque Taquaral.

Não havia roteiro.

Não havia horário.

Muito menos obrigação de chegar a algum lugar.

Nós simplesmente vasculhávamos.

Procurávamos.

Explorávamos.

Aquelas coisas aparentemente comuns, que depois de centenas de visitas acabam desaparecendo na paisagem para os adultos, ainda eram extraordinárias para uma criança. E eu aproveitava justamente isso.

Se alguma coisa merecesse atenção, nós parávamos.

Olhávamos.

Inventávamos alguma história.

Tirávamos uma fotografia.

Brincávamos um pouco.

E depois continuávamos andando.

🐍 Cuidado com a sucuri!

Foi assim com a famosa sucuri do parque.

Para um adulto, uma escultura.

Para uma criança acompanhada por um adulto disposto a falar algumas bobagens, aquilo poderia ser praticamente qualquer coisa.

Talvez uma gigantesca serpente amazônica que tivesse atravessado secretamente metade do Brasil.

Talvez estivesse dormindo.

Talvez estivesse esperando alguém chegar perto.

Talvez nós fôssemos exploradores enviados numa missão ultrassecreta para descobrir como aquela criatura havia aparecido em Campinas.

Não precisava fazer sentido.

Aliás, era muito melhor quando não fazia sentido algum.

Durante aqueles minutos, não existia necessidade de ser real.

Era fantasia criada exclusivamente para aquele momento, naquele lugar, naquela hora.

E depois seguíamos adiante.



🌳 Um parque que é muitos parques

Talvez o Taquaral seja especialmente adequado para esse tipo de aventura porque ele nunca foi apenas uma lagoa cercada por uma pista de caminhada.

Há os pedalinhos navegando pela água.

Há o velho bonde e seus trilhos.

Há a Concha Acústica.

Há a pista de skate.

Há brinquedos.

Há esculturas.

Há animais.

Há a caravela.

Há ainda aquelas coisas curiosas e quase surreais, sobreviventes de outros tempos, que uma pessoa apressada pode atravessar sem sequer perceber.

Mas, quando estamos procurando aventuras, tudo isso serve de gancho para uma história.

E o parque continua para além de seus próprios limites.

Do lado de fora, quando a rua é fechada aos automóveis, o asfalto muda de função. Onde normalmente passariam carros, aparecem pessoas caminhando, correndo, pedalando, conversando e simplesmente aproveitando o espaço.

O Taquaral se transforma em um enorme organismo vivo.

E talvez essa seja uma de suas características mais bonitas.



Ele acolhe muitas tribos ao mesmo tempo.

Há quem esteja ali para correr.

Quem queira caminhar.

Quem leve a bicicleta.

Quem prefira o skate.

Quem queira andar de pedalinho.

Quem vá pela música.

Quem esteja passeando com a família.

Quem queira fotografar.

Quem simplesmente queira sentar debaixo de uma árvore e não fazer absolutamente nada.

E havia nós.

Nossa atividade era outra:

procurar coisas que pudessem virar histórias.

🔎 O extraordinário escondido no comum

Talvez tenha sido essa a verdadeira brincadeira.

Não era simplesmente levar o Formiga para passear no parque.

Era ensinar, mesmo sem perceber que estava ensinando, que vale a pena prestar atenção.

Uma estátua que milhares de pessoas atravessam sem olhar pode esconder uma aventura.

Um velho trilho pode provocar perguntas.

Para onde ia esse bonde?

Quem andou nele?

Por que ainda existem trilhos aqui?

Uma caravela estacionada no interior de São Paulo é praticamente um convite para uma criança perguntar:

— O que esse negócio está fazendo aqui?

E pronto.

Acabamos de encontrar material para outra história.

Não era necessário preparar nada antecipadamente. A própria paisagem fornecia os elementos e nossa imaginação fazia o restante.

Essa talvez seja uma das lembranças mais gostosas daqueles passeios.

Não tínhamos pressa.

Não precisávamos cumprir uma lista de atrações.

Não existia a obrigação moderna de transformar o passeio numa sucessão de lugares que precisam ser visitados rapidamente antes de seguir para o próximo.

Se alguma coisa despertasse nossa curiosidade, ficávamos ali.

Cinco minutos.

Dez minutos.

O tempo que fosse.

Porque naquele momento aquilo era importante.



📸 E então vinha a fotografia

Cada pequena descoberta que merecia atenção ganhava também uma fotografia.

Naquele instante era apenas mais uma foto.

Anos depois, ela se transforma em outra coisa.

A fotografia da sucuri já não registra apenas uma escultura do Parque Taquaral.

Ela guarda o pequeno Formiga.

Guarda aquela idade.

Guarda uma tarde.

Guarda uma brincadeira.

E, principalmente, guarda uma maneira de enxergar o mundo.

Talvez seja por isso que, tantos anos depois, algumas dessas imagens aparentemente banais adquiram um valor que jamais poderíamos calcular no momento em que apertamos o botão da câmera.

A sucuri continua lá na fotografia.

Mas o menino cresceu.

O dia terminou.

A história inventada naquela hora provavelmente foi esquecida.

E justamente por isso a fotografia ficou tão importante.

Ela é uma pequena âncora lançada naquele instante.

Olho para ela e consigo novamente encontrar aquele parque onde uma escultura não precisava ser simplesmente uma escultura.

Podia ser uma criatura monstruosa.

O bonde podia levar para algum lugar impossível.

A caravela podia estar preparando uma expedição.

E cada curva do caminho podia esconder alguma coisa que ainda não havíamos descoberto.

Talvez essa seja uma das melhores coisas que podemos oferecer a uma criança:

não apenas mostrar o mundo, mas ensinar que o mundo merece ser observado.

Porque uma tarde no parque pode ser apenas uma tarde no parque.

Ou pode ser uma expedição extraordinária.

Depende de quem está olhando.

E naquele dia, no Taquaral, nós estávamos procurando aventuras.

Até uma sucuri apareceu pelo caminho.

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O formiguinha enfrenta a sucuri


O parque Portugal vulgarmente conhecido como parque do Taquaral é um lugar cheio de surpresas...

Existem estátuas de ursos pandas, elefantes e ate uma sucuri.... além da famosa caravela na lagoa do Taquaral, o bonde, a concha acústica.

Para as crianças sempre é motivo de uma boa brincadeira se divertir fazendo a farra nas estátuas.


Todos querem fotografar, brincar, participar e curtir bem o dia neste parque fabuloso.


Um gato escondido.

Bellacosa Mainframe e o gato escondido

Um gato escondido.


Coitado do gato que tava na dele bem escondidinho debaixo do banco, esperando o agito passar quando de repente sua paz acabou, enquanto 2 maluquinhos ficavam espionando-o.



Este dia estava uma delicia, muitos e muitos bichinhos soltos, gatos, passaros, cisneis, gansos, patos, marrecos e capivaras. O formiguinha ficou louquinho para chegar mais perto das capivaras, mas a prudência fez-lo ficar numa distancia segura, mesmo tendo um rio entre eles.

Foi uma delicia levar o formiguinha para passear e fazer uma boa bagunça no parque :)

Dia de bagunça no parque do Taquaral

Domingo com bom tempo


Nada como ir esticar as pernocas no parque Taquaral em Campinas, aproveitamos o dia de sol em que a chuva nos deu uma boa trégua e cá estamos.



O parque estava lotado basicamente todo mundo teve a mesma ideia e aqui estamos nos, batendo perna e vendo os bichinhos soltos aproveitando o dia.

Mais tarde vamos ate a concha acústica terá um concerto com a orquestra de Campinas, isso se o tempo não virar e cair uma bela chuvarada.

Sabe que tem uma curiosidade para os que são forasteiros de Campinas, na verdade o parque se chama Parque Portugal e somente a lagoa é que se chama "Lagoa do Taquaral", mas por vontade popular o nome da lagoa acabou nominando o parque e o entorno do parque.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Orquestra Sinfonica de Campinas no natal de 2014

Musica clássica para a multidão.

Para aqueles que não conhecem Campinas, existe um parque excelente, popularmente chamado Parque do Taquaral (Parque de Portugal), Aqui existem diversas atraçoes para passar um dia único.

Mas hoje iremos falar da concha acústica e anfiteatro para shows e concertos que no final do ano a Orquestra Municipal de Campinas faz uma apresentação muito concorrida.



Estamos na época natalícia de 2014 e resolvemos vir assistir a apresentação, porem fomos pegos por uma chuva dos diabos, em que ficamos presos dentro do carro no estacionamento por uns 10 minutos, tirando os percalços, foi um final de tarde fantástico.

Saboreando de um momento único, e o regente para cativar o publico fez uma apresentação especial cantando musicas populares ao som da orquestra.

Convido a todos a não perderem, fiquem atentos ao site da Orquestra e vejam a agenda.

sábado, 16 de julho de 1994

Caminhada no Parque Portugal de Campinas em 1994

Tarde divertida no parque do Taquaral.


Eu e a Tata saímos bem cedinho de Amparo e viemos para Campinas, descemos próximo da CPFL e caminhamos para o parque de Portugal, conhecido vulgarmente como parque do Taquaral.

Construído em uma extensa área este parque abriga uma lagoa com a replica de uma caravela, itens arqueológicos industriais tais como um rolo compressor, bonde para passeio e uma avioneta.


Alem disso tem viveiros com aves, uma concha acústica e ate um planetário. Como passeio foi excelente sem contar com as diversas barraquinhas vendendo comida, foi um passeio muito agradável.



Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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