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domingo, 13 de março de 2016

Fora Dilma Hino Nacional Orquestra Sinfonica de Campinas

Os ventos de mudança chegam ate na cultura.


Domingo foi um dia especial com musica clássica e orquestra na Concha Acústica do Parque de Portugal em Campinas.



Porem com todos o rebuliço do Lula quase Ministro e impeachment da Dilma a cidade estava em verde e amarela, ate a orquestra fugindo da sua posição apolitica, mostrou seu apoio a vontade popular.

Foi tocado o hino nacional e o publico apoiou completamente a iniciativa, realmente estamos em tempos difíceis, aqueles que confiaram na esquerda para melhorar o pais, vê-se agora com tamanha desilusão.

O povo fica boquiaberto com tamanho cinismo e roubalheira do património publico, nossa é horrível ver pessoas que eram da classe media baixa, de repente milionários com patrimónios difíceis de explicar, ver pessoas que ocupavam cargos operacionais sem nenhum tipo de potencialidade, se transformam em empresários de sucesso.

A sucuri no parque Taquaral

Bellacosa Mainframe e uma tarde no Parque e achamos uma sucuri

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A sucuri no parque Taquaral

O pequeno Formiga se divertia.

Mas boa parte daquela diversão não estava propriamente nos brinquedos do parque. Estava nas histórias malucas que eu inventava na hora.

Bastava encontrar alguma coisa diferente pelo caminho.

Uma estátua.

Um animal.

Um trilho.

Uma construção estranha.

Uma velha caravela parada junto à lagoa.

Ou uma enorme sucuri que, evidentemente, não precisava ser apenas uma escultura.

Na nossa imaginação, qualquer coisa podia ganhar uma história.

E assim explorávamos o Parque Portugal — muito mais conhecido pelos campineiros simplesmente como Parque Taquaral.

Não havia roteiro.

Não havia horário.

Muito menos obrigação de chegar a algum lugar.

Nós simplesmente vasculhávamos.

Procurávamos.

Explorávamos.

Aquelas coisas aparentemente comuns, que depois de centenas de visitas acabam desaparecendo na paisagem para os adultos, ainda eram extraordinárias para uma criança. E eu aproveitava justamente isso.

Se alguma coisa merecesse atenção, nós parávamos.

Olhávamos.

Inventávamos alguma história.

Tirávamos uma fotografia.

Brincávamos um pouco.

E depois continuávamos andando.

🐍 Cuidado com a sucuri!

Foi assim com a famosa sucuri do parque.

Para um adulto, uma escultura.

Para uma criança acompanhada por um adulto disposto a falar algumas bobagens, aquilo poderia ser praticamente qualquer coisa.

Talvez uma gigantesca serpente amazônica que tivesse atravessado secretamente metade do Brasil.

Talvez estivesse dormindo.

Talvez estivesse esperando alguém chegar perto.

Talvez nós fôssemos exploradores enviados numa missão ultrassecreta para descobrir como aquela criatura havia aparecido em Campinas.

Não precisava fazer sentido.

Aliás, era muito melhor quando não fazia sentido algum.

Durante aqueles minutos, não existia necessidade de ser real.

Era fantasia criada exclusivamente para aquele momento, naquele lugar, naquela hora.

E depois seguíamos adiante.



🌳 Um parque que é muitos parques

Talvez o Taquaral seja especialmente adequado para esse tipo de aventura porque ele nunca foi apenas uma lagoa cercada por uma pista de caminhada.

Há os pedalinhos navegando pela água.

Há o velho bonde e seus trilhos.

Há a Concha Acústica.

Há a pista de skate.

Há brinquedos.

Há esculturas.

Há animais.

Há a caravela.

Há ainda aquelas coisas curiosas e quase surreais, sobreviventes de outros tempos, que uma pessoa apressada pode atravessar sem sequer perceber.

Mas, quando estamos procurando aventuras, tudo isso serve de gancho para uma história.

E o parque continua para além de seus próprios limites.

Do lado de fora, quando a rua é fechada aos automóveis, o asfalto muda de função. Onde normalmente passariam carros, aparecem pessoas caminhando, correndo, pedalando, conversando e simplesmente aproveitando o espaço.

O Taquaral se transforma em um enorme organismo vivo.

E talvez essa seja uma de suas características mais bonitas.



Ele acolhe muitas tribos ao mesmo tempo.

Há quem esteja ali para correr.

Quem queira caminhar.

Quem leve a bicicleta.

Quem prefira o skate.

Quem queira andar de pedalinho.

Quem vá pela música.

Quem esteja passeando com a família.

Quem queira fotografar.

Quem simplesmente queira sentar debaixo de uma árvore e não fazer absolutamente nada.

E havia nós.

Nossa atividade era outra:

procurar coisas que pudessem virar histórias.

🔎 O extraordinário escondido no comum

Talvez tenha sido essa a verdadeira brincadeira.

Não era simplesmente levar o Formiga para passear no parque.

Era ensinar, mesmo sem perceber que estava ensinando, que vale a pena prestar atenção.

Uma estátua que milhares de pessoas atravessam sem olhar pode esconder uma aventura.

Um velho trilho pode provocar perguntas.

Para onde ia esse bonde?

Quem andou nele?

Por que ainda existem trilhos aqui?

Uma caravela estacionada no interior de São Paulo é praticamente um convite para uma criança perguntar:

— O que esse negócio está fazendo aqui?

E pronto.

Acabamos de encontrar material para outra história.

Não era necessário preparar nada antecipadamente. A própria paisagem fornecia os elementos e nossa imaginação fazia o restante.

Essa talvez seja uma das lembranças mais gostosas daqueles passeios.

Não tínhamos pressa.

Não precisávamos cumprir uma lista de atrações.

Não existia a obrigação moderna de transformar o passeio numa sucessão de lugares que precisam ser visitados rapidamente antes de seguir para o próximo.

Se alguma coisa despertasse nossa curiosidade, ficávamos ali.

Cinco minutos.

Dez minutos.

O tempo que fosse.

Porque naquele momento aquilo era importante.



📸 E então vinha a fotografia

Cada pequena descoberta que merecia atenção ganhava também uma fotografia.

Naquele instante era apenas mais uma foto.

Anos depois, ela se transforma em outra coisa.

A fotografia da sucuri já não registra apenas uma escultura do Parque Taquaral.

Ela guarda o pequeno Formiga.

Guarda aquela idade.

Guarda uma tarde.

Guarda uma brincadeira.

E, principalmente, guarda uma maneira de enxergar o mundo.

Talvez seja por isso que, tantos anos depois, algumas dessas imagens aparentemente banais adquiram um valor que jamais poderíamos calcular no momento em que apertamos o botão da câmera.

A sucuri continua lá na fotografia.

Mas o menino cresceu.

O dia terminou.

A história inventada naquela hora provavelmente foi esquecida.

E justamente por isso a fotografia ficou tão importante.

Ela é uma pequena âncora lançada naquele instante.

Olho para ela e consigo novamente encontrar aquele parque onde uma escultura não precisava ser simplesmente uma escultura.

Podia ser uma criatura monstruosa.

O bonde podia levar para algum lugar impossível.

A caravela podia estar preparando uma expedição.

E cada curva do caminho podia esconder alguma coisa que ainda não havíamos descoberto.

Talvez essa seja uma das melhores coisas que podemos oferecer a uma criança:

não apenas mostrar o mundo, mas ensinar que o mundo merece ser observado.

Porque uma tarde no parque pode ser apenas uma tarde no parque.

Ou pode ser uma expedição extraordinária.

Depende de quem está olhando.

E naquele dia, no Taquaral, nós estávamos procurando aventuras.

Até uma sucuri apareceu pelo caminho.

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O formiguinha enfrenta a sucuri


O parque Portugal vulgarmente conhecido como parque do Taquaral é um lugar cheio de surpresas...

Existem estátuas de ursos pandas, elefantes e ate uma sucuri.... além da famosa caravela na lagoa do Taquaral, o bonde, a concha acústica.

Para as crianças sempre é motivo de uma boa brincadeira se divertir fazendo a farra nas estátuas.


Todos querem fotografar, brincar, participar e curtir bem o dia neste parque fabuloso.


Um gato escondido.

Bellacosa Mainframe e o gato escondido

Um gato escondido.


Coitado do gato que tava na dele bem escondidinho debaixo do banco, esperando o agito passar quando de repente sua paz acabou, enquanto 2 maluquinhos ficavam espionando-o.



Este dia estava uma delicia, muitos e muitos bichinhos soltos, gatos, passaros, cisneis, gansos, patos, marrecos e capivaras. O formiguinha ficou louquinho para chegar mais perto das capivaras, mas a prudência fez-lo ficar numa distancia segura, mesmo tendo um rio entre eles.

Foi uma delicia levar o formiguinha para passear e fazer uma boa bagunça no parque :)

Campinas e os pedalinhos na Lagoa do Taquaral

Bellacosa Mainframe o Formiga se diverte nos pedalinhos na Lagoa do Taquaral no Parque Portugal em Campinas

🚣 Campinas e os Pedalinhos na Lagoa do Taquaral

Um domingo de passeio, água, barcos e descobertas em Campinas

Existem passeios que parecem muito simples quando acontecem, mas que, muitos anos depois, acabam se transformando em pequenas cápsulas do tempo.

Naquele domingo de março de 2016, estávamos passeando pela tradicional Lagoa do Taquaral, em Campinas, um daqueles lugares onde sempre existe alguma coisa acontecendo. Pessoas caminhando, famílias aproveitando o parque, crianças correndo e, naturalmente, muita curiosidade diante da água.

E foi justamente ali que o Formiguinha encontrou algo interessante para investigar: a região dos famosos pedalinhos da Lagoa do Taquaral.

🚣 Lá estavam eles, esperando os próximos navegadores.

Para uma criança, entretanto, aquilo não era simplesmente uma área de lazer. Poderia muito bem ser um pequeno porto escondido no meio de Campinas.

Havia água, embarcações, ancoragem e todo aquele movimento que imediatamente despertava a imaginação.

Mas outra embarcação acabou chamando ainda mais atenção.



🚒 O barco dos bombeiros!

Pronto.

Agora a expedição estava completa.

Formiguinha observava tudo atentamente, tentando entender como aquele barco funcionava e provavelmente imaginando as aventuras que poderiam acontecer naquela lagoa.

É curioso perceber como as crianças conseguem transformar lugares conhecidos em enormes territórios de exploração.

Para os adultos, eram apenas os pedalinhos do Taquaral.

Para ele, talvez estivéssemos diante de uma verdadeira base naval.

😄

Hoje, olhando novamente essas imagens tantos anos depois, o vídeo ganha outro significado.

Não registra apenas um passeio pela Lagoa do Taquaral.

Registra uma tarde, uma idade, uma curiosidade e um pequeno pedaço da nossa história.

Porque o tempo passa silenciosamente.

Os lugares mudam.

As crianças crescem.

Mas algumas tardes continuam navegando para sempre dentro da memória.

El Jefe — Midnight Lunch

📍 Lagoa do Taquaral — Campinas, São Paulo
📅 Março de 2016

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Bagunça nos pedalinhos


Domingo no parque, dia de bagunça explorando os pedalinhos da Lagoa do Taquaral, agora recolhidas mas durante o dia fazem a alegria das crianças e dos adultos.



Com a ajuda do Formiguinha vamos descobrindo os briquedos e explorando todos os detalhes do porto e ancoragem, bem como o barco dos bombeiros que é a grande curiosidade do Formiguinha.

Azucrinando com os patos do Taquaral em Campinas

Um pato maluco e seu amigo formiga.


Continuamos nosso dia agradável passeando no Taquaral, andando pela lagoa, brincando com os patos, um dia delicioso.



O formiguinha se divertindo com a bagunça, zoando, correndo, pulando e fazendo arte. Ate tentei imitar o pato Donald para provocar os patos da lagoa, sempre explorando, usando a imaginação e brincando.

O parque de Portugal tem muita coisa lúdica, que encantam as crianças, a lagoa, o bonde, a caravela, os pedalinhos, aves aquáticas, pista para caminhada. Tanta coisa que vale a pena perder algumas horas do dia aqui.

Dia de bagunça no parque do Taquaral

Domingo com bom tempo


Nada como ir esticar as pernocas no parque Taquaral em Campinas, aproveitamos o dia de sol em que a chuva nos deu uma boa trégua e cá estamos.



O parque estava lotado basicamente todo mundo teve a mesma ideia e aqui estamos nos, batendo perna e vendo os bichinhos soltos aproveitando o dia.

Mais tarde vamos ate a concha acústica terá um concerto com a orquestra de Campinas, isso se o tempo não virar e cair uma bela chuvarada.

Sabe que tem uma curiosidade para os que são forasteiros de Campinas, na verdade o parque se chama Parque Portugal e somente a lagoa é que se chama "Lagoa do Taquaral", mas por vontade popular o nome da lagoa acabou nominando o parque e o entorno do parque.

Relembrando momentos

Alguns momentos

Selecionei 28 bons momentos que ocorreram entre 2002 e 2003, partindo do Brasil, aterrissando em Portugal, explorando Espanha e descobrindo França.


  • Cisne timido




  • Visitando a cave do Sandman




  • A lenda do medronho





  • Vista do Arco do Triunfo




  • Torre dos estudantes
















  • Um forte 





  • Fonte dos Leoes
























Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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