☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Gostou do conteúdo? Ajude a manter o café quente, o COBOL compilando e o mainframe acordado. 😄
☕ Pague um café ao Bellacosa

Translate

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma tarde chuvosa parado e apenas vendo o tram

Pego de surpresa por uma chuva forte.


Meu prazer é capturar cenas do cotidiano, aquelas cenas que ninguém presta atenção no dia a dia. Este vídeo é a continuação do meu passeio em Milão, estava na rua caminhando rumo a Igreja de São Lourenço quando fui pego pela forte chuva.

Abrigado em uma marquise e entediado por não poder sair dali, resolvi filmar a rua, devo dizer que estava muito surpreendido pela chuva de granizo e também maravilhado com o sistema de transporte publico de Milão.

A cidade é planejado para o pedestre com linhas de metro, linhas de trem, bondes e trans todos interligados se encontrando em diversos pontos, com um simples bilhete podemos usufruir de todos os serviços.

Voltando a chuva, as vezes não temos nada para fazer, só ficar esperando a chuva passar, aproveitar por estar abrigado da chuva e olhando o tram parado por falta de eletricidade. Um pouco "noiso" porém podemos contemplar o tram e pegar todos os seu detalhes para quem não conhece este tipo de veiculo.

Espero que gostem.



quarta-feira, 12 de julho de 2017

O Bonde sob a tempestade de verão de Milão

Uma tempestade de granizo em pleno verão.

Dentro da Moderna Milão ainda existe uma bairro com as ruínas da Mediolanum romana com os restos do palácio do Imperador, Igrejas dos anos 300, parte de torres defensiva e muralha... Uma bela igreja é a de São Lourenços com suas colunas.

Numa de minhas visitas a esta bela igreja, estou caminhando pelas ruas, quando de repente sou pego por uma forte chuva de verão. Me abrigo numa entrada de prédio e naquele abrigo improvisado, fico apreciando a queda de granizos e a forte chuva que cai.

Em frente passa o trilho do Tram, apreciou as colunas de São Lourenço sob a chuve bem proximo da Porta Ticinese... a chuvinha caindo bucolicamente e o tram passando... a beleza de uma tarde fria de final de verão com chuva e granizo caindo sob a cidade




terça-feira, 11 de julho de 2017

Um cruzamento de trans com diversos modelos operacionais

Trilhos na cidade de Milão


Em nossa caminhada pelo centro de Milão encontramos os mais diversos tesouros escondidos, aqui onde o antigo se junta ao moderno, numa bela simbiose arquitetônica, existem maravilhas mecânicas, muitos trilhos de bonde e cruzamentos entre vias e trilhos, neste entroncamento de trans (bondes), podemos apreciar os mais diversos modelos de tram fabricados na Itália e que circulam por Milano.

Os amantes dos transporte por trilho se deliciarão com este túnel do tempo como modelos de trans dos anos 70, 80 e 90 do seculo passado.

Um museu a céu aberto que atrai turistas e o melhor oferece a população meios de transporte não poluidores e eficientes que ajudam a deixar os carros em casa e tornar a cidade mais acolhedora sem transito e sem stress de motoristas mau preparados para dirigirem em ruas estreitas.

Seria um sonho tão difícil de realizar um dia as cidades brasileiras terem serviços públicos de transporte coletivo tão eficientes que as pessoas deixassem seus carros em casa? Poluíssem menos o nosso ar e nossos ouvidos. Metros, trens, bonde, ônibus, esteiras rolantes, escadas rolantes e elevadores para interligarem as cidades brasileiras de modo eficiente e rápido?

Boa viagem e apreciem o modelo italiano na cidade de Milão.




segunda-feira, 10 de julho de 2017

Quadrilha com procissão em homenagem a Nossa Senhora Aparecida

Festa dos Santos Populares - 2017


Memorias da Festa Junina 2017 do Colégio Salesiano São José de Campinas.

Tradição herdada dos portugueses com suas festas dos Santos Populares (Santo Antônio, São João e São Pedro), com inspiração das danças de salão da corte francesa misturada com danças medievais surgiu nossa quadrilha.

Neste vídeo apresentamos uma quadrilha onde as crianças recriaram todas as crenças do povo da campo, ou como dizemos por aqui da roça, os casais estão paramentados como trabalhadores do campo rumando em uma procissão com a Nossa Senhora Aparecida abrindo caminho e sendo homenageada pelo povo,  meninos com enxada as costas e as meninas colhendo e descascando o milho.

Belo cortejo para relembrar as tradições de outrora.


domingo, 9 de julho de 2017

Quadrilha que ta aqui de boa

Uma das melhores apresentação nesta Festa Junina.


Com uma musiquinha bem conhecida dançaram muito bem e deixaram o publico muito animado com esta apresentação.

As crianças trabalharam duro para fazer esta apresentação e no final ficou muito bonito. O publico que compareceu no colégio São José aplaudiu com muito gosto esta dança.

Confira e nos diga se concorda.






Rindo À Toa

Tô numa boa, tô aqui de novo
Daqui não saio, daqui não me movo
Tenho certeza, esse é o meu lugar
Aha, aha

Tô numa boa, tô ficando esperto
Já não pergunto se isso tudo é certo
Uso esse tempo pra recomeçar
Aah Aha

Doeu, doeu, agora não dói
Não dói, não dói
Chorei, chorei
Agora não choro mais

Toda mágoa que passei
É motivo pra comemorar
Pois se não sofresse assim
Não tinha razões pra cantar

Ha ha ha ha ha
Mas eu tô rindo à toa
Não que a vida esteja assim tão boa
Mas um sorriso ajuda a melhorar
Aha, aha

E cantando assim parece que o tempo voa
Quanto mais triste mais bonito soa
Eu agradeço por poder cantar
Lalaiá laiá laiá Iê

Escrevi seu nome na areia
O sangue que corre em mim sai da tua veia
Veja só
Você é a única que não me da valor
Então porque será que esse valor é o que eu ainda quero ter

Tenho tudo nas mãos mais não tenho nada
Então melhor ter nada e lutar pelo que eu quiser
É mais pera aê ouço o forró tocando e muita gente aê
Não é hora pra chorar

Porém não é pecado se eu falar de amor
Se eu canto sentimento seja ele qual for
Me leve onde eu quero ir
Se quiser também pode vir

Escuta meu coração que bate no compasso
Da zabumba de paixão

É pra surdo ouvir,
Pra cego ver
Que esse xote faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir,
Pra cego ver
Que esse xote faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que esse xote faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir
Pra cego ver
Falamansa faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir
Pra cego ver
Falamansa faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que esse xote faz milagre acontecer
É pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que esse xote faz milagre acontecer


sábado, 8 de julho de 2017

Quadrilha em círculos e paralelas

Bellacosa Mainframe e a quadrilha do colegio São José em Campinas

🌽🎶 Quadrilha em Círculos e Paralelas

Danças na Festa Junina do São José

Festa Junina sem quadrilha não é Festa Junina!

Naquele dia, o São José estava tomado pelas cores, pela música e pela agitação típica de uma boa festa. No meio de tudo isso, as crianças entraram em cena para apresentar uma quadrilha cheia de movimento.

Lenços nas mãos, passos marcados e muita atenção para não perder o momento certo de mudar de posição.

A dança começava a ganhar forma.

Primeiro, os participantes se organizavam em círculos. Depois, surgiam linhas paralelas, com os grupos avançando, recuando e circulando uns entre os outros.

Palmas.

Pés marcando o ritmo.

Gente entrando.

Gente saindo.

E, por alguns minutos, aquilo parecia uma pequena coreografia geométrica acontecendo diante dos nossos olhos.

A quadrilha junina é justamente interessante por isso. Não é apenas uma sequência de passos: ela transforma o espaço em parte da dança.

Os participantes criam corredores, rodas, filas e diferentes desenhos enquanto a música continua.

E existe ainda aquela maravilhosa dose de confusão organizada que toda boa quadrilha precisa ter. 😄

Quem assiste vê diversão.

Quem está dançando precisa lembrar do próximo passo, acompanhar os colegas e tentar descobrir rapidamente para que lado deveria estar indo!

Talvez seja justamente isso que torne essas apresentações tão especiais.

Anos depois, o vídeo deixa de ser apenas o registro de uma dança.

Transforma-se em uma pequena cápsula do tempo.

Um pedaço de uma Festa Junina, preservando a música, os movimentos e a alegria daquele dia.

🎥 Quadrilha em círculos e paralelas — Festa Junina do São José, 2017.



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Danças na Festa Junina do São José


Agora as crianças com lencinhos estão dançando uma quadrilha, com lenços ao alto e em círculos,  paralelas todas muito animadas batendo palmas e batendo o pé...

Correndo e dançando, acenando com os lenços, fazendo rodas e circulando entre elas, participe você também, curta o vidro, comente e partilhe.




sexta-feira, 7 de julho de 2017

Quadrilha e o forro do São João

Bellacosa Mainframe e lembranças da Festa Junina no Colégio São José

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

🌽 Quadrilha e o Forró do São João — Uma Festa Perdida no Tempo

Voltamos ao Colégio São José, naquela animada Festa Junina em que os verdadeiros protagonistas eram o pequeno Formiga e seus colegas.

Era uma daquelas quermesses escolares feitas para reunir todo mundo. Crianças, professores, papais, mamães, irmãos, avós e convidados dividiam o mesmo espaço entre bandeirinhas coloridas, música, barracas e os inevitáveis comes e bebes de uma boa festa junina.

Mas a grande atração eram mesmo as crianças.

Ao longo da festa, cada turma, cada classe e cada série tinha preparado sua própria apresentação. A cada hora, aproximadamente, um novo grupo ocupava o espaço da dança para mostrar a coreografia ensaiada durante os dias anteriores.

E começava novamente aquele pequeno ritual.

Os pais procuravam um bom lugar.

Celulares e câmeras apareciam.

Alguém chamava:

— Olha aqui!

Outro tentava descobrir onde estava o próprio filho no meio daquele pequeno exército de chapéus de palha, vestidos coloridos e rostos pintados.

E então começava a música.



🎶 Cada turma contava sua própria história

Não era simplesmente colocar todas as crianças para repetir a mesma quadrilha.

Cada grupo havia preparado sua apresentação, criando coreografias diferentes e enriquecendo ainda mais aquela tarde de festa.

Em uma delas, as crianças formavam círculos. Em outro momento, os meninos ficavam agachados enquanto as meninas circulavam ao redor deles. Depois os papéis se invertiam.

Tudo acompanhado pelo ritmo alegre do forró e pela atenção absoluta dos familiares.

Para as crianças provavelmente era principalmente uma grande brincadeira.

Para os pais havia outra coisa acontecendo.

Era orgulho.

Aquele instante em que você procura seu filho no meio de dezenas de crianças e, quando finalmente o encontra, praticamente esquece todo o restante da apresentação.

Ali está ele.

E pronto.

Durante alguns minutos, aquele pequeno dançarino torna-se a pessoa mais importante de toda a festa.

Naquele dia, para mim, esse pequeno protagonista era o Formiga.



📹 Na época era apenas um vídeo

Talvez esta seja uma das coisas mais interessantes de manter um blog durante tantos anos.

Em 2017 eu estava simplesmente registrando o presente.

Peguei a câmera, filmei alguns minutos, publiquei o vídeo e escrevi sobre aquilo que estava acontecendo diante dos meus olhos.

Não parecia História.

Era apenas sábado.

Era apenas uma Festa Junina.

Era apenas uma apresentação das crianças.

Era apenas mais um daqueles pequenos acontecimentos do cotidiano que imaginamos que estarão disponíveis para sempre.

Mas não estão.

O tempo passou.

E aquele pequeno vídeo começou silenciosamente a mudar de significado.



⏳ As crianças cresceram

Hoje, ao rever essas imagens tantos anos depois, existe uma sensação completamente diferente.

Aquelas crianças cresceram.

Muitas são hoje adolescentes. Outras já estão entrando na vida adulta.

Possivelmente algumas delas nem se lembram mais espontaneamente daquela Festa Junina do Colégio São José.

Vieram outras escolas, outros professores, provas, amizades, namoros, vestibulares, empregos e milhares de acontecimentos que foram sendo empilhados sobre aquela memória.

Talvez alguém que aparece durante poucos segundos naquele vídeo jamais tenha pensado novamente naquele dia.

Até apertar PLAY.

Então acontece uma coisa maravilhosa.

A música começa.

A imagem se movimenta.

Aparecem os colegas.

Surge um rosto conhecido.

— Nossa! Fulano!

Depois outro.

— Olha eu ali!

E, subitamente, uma tarde aparentemente perdida de 2017 reaparece.

Não apenas intelectualmente.

A memória começa a reconstruir detalhes que a pessoa nem sabia que ainda guardava.

Talvez se lembre da roupa.

Do professor.

Do amigo que estava ao lado.

Do ensaio.

Da vergonha de dançar.

Da mãe filmando.

Do pai assistindo.

Do cheiro da comida.

Da música.

De alguma pequena confusão ocorrida minutos antes da apresentação.

É o poder curioso de uma fotografia ou de alguns segundos de vídeo: eles funcionam como índices para arquivos que o nosso cérebro acreditava ter apagado.

🏮 Uma festa perdida no tempo

É justamente por isso que hoje gosto ainda mais deste pequeno registro.

Ele deixou de ser apenas o vídeo de uma quadrilha.

Transformou-se numa espécie de cápsula do tempo do Colégio São José.

Ali estão roupas, músicas, brincadeiras, professores, famílias e principalmente crianças congeladas em determinado ponto de suas vidas.

Durante alguns minutos ninguém precisava pensar no que aconteceria dez anos depois.

Não existiam vestibulares.

Não existiam currículos.

Não existiam boletos.

Não existiam chefes.

Não existia a pergunta sobre qual profissão seguir.

Existia apenas:

— Agora é a nossa turma!

E lá iam eles.

Dançar.

Errar um passo.

Olhar para o colega.

Tentar lembrar a coreografia.

Procurar os pais no meio da multidão.

E continuar dançando.

❤️ O verdadeiro valor aparece depois

Talvez ninguém naquela tarde tivesse consciência de que estava construindo uma memória.

É justamente isso que torna esses registros cotidianos tão preciosos.

As grandes ocasiões nós sabemos que devemos fotografar.

Casamentos, formaturas, aniversários importantes e viagens recebem centenas de fotografias.

Mas são esses pequenos momentos aparentemente banais que frequentemente adquirem um valor gigantesco décadas depois.

Uma Festa Junina escolar.

Uma quadrilha.

Um prato de alguma coisa comprado numa barraca.

Uma criança usando chapéu de palha.

Uma música tocando.

Um pai segurando uma câmera.

Nada disso parecia extraordinário naquele momento.

Hoje é impossível repetir exatamente aquela tarde.

Podemos fazer outra festa.

Podemos montar as mesmas barracas.

Podemos tocar as mesmas músicas.

Podemos até reunir algumas das mesmas pessoas.

Mas jamais conseguiremos reunir novamente aquelas crianças, com aquelas idades, naquele Colégio São José, naquele instante de suas vidas.

Essa festa existe agora somente nas lembranças de quem esteve lá — e nos pequenos fragmentos que tivemos a sorte de guardar.

Por isso este vídeo continua aqui.

Para o Formiga.

Para seus antigos colegas.

Para os papais e mamães que estavam orgulhosos assistindo às apresentações.

E talvez para algum daqueles pequenos dançarinos que, muitos anos depois, encontre esta página por acaso, aperte PLAY e reconheça a si mesmo correndo ou dançando no fundo da imagem.

Nesse momento talvez venha um sorriso involuntário.

E aquela sensação tão estranha e gostosa:

— Meu Deus... eu lembro disso.

Então, durante alguns minutos, aquela Festa Junina perdida no tempo estará acontecendo novamente.

As bandeirinhas voltarão a balançar.

O forró voltará a tocar.

As crianças voltarão para suas posições.

E o pequeno Formiga e seus colegas serão crianças outra vez.

Nem que seja apenas enquanto durar o vídeo.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Forro do São João no São José


Chapéu de palha, vestidinho de chita e sardinhas nos rostos rosados estas caipirinhas estão todas paramentadas prontas para a festa.

As crianças da Quadrilha não param de aprontar, agora estão dançando um forro de São João todas as crianças estão em círculos: os meninos agachados e as meninas em rodando os círculos, depois os meninos circulando as rodinhas e aproveitando para fazer a maior farra... você já dançou a quadrilha?




Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
GitHub LinkedIn
Inicializando conteúdo...