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sexta-feira, 5 de abril de 2019

IBM Mainframe Discovery : Capítulo XVI — A Fábrica Automática da Federação

 

Bellacosa Mainframe apresenta o ibm mainframe parte xvi

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Capítulo XVI — A Fábrica Automática da Federação

DevOps, Git, Zowe, CI/CD e Ansible: Quando a Nave Aprendeu a Construir a Si Mesma


DÉCIMA TERCEIRA REGRA DOS CONSTRUTORES DO UNIVERSO

Nunca conserte manualmente uma nave espacial...

...se você pode ensinar a nave a se consertar sozinha.

Essa frase parece preguiça.

Na realidade...

é sobrevivência.

Imagine uma frota composta por:

  • 400 naves;

  • 25 mil computadores;

  • milhões de linhas de código;

  • milhares de engenheiros.

Agora imagine que cada atualização seja feita manualmente.

Um computador por vez.

Um arquivo por vez.

Um comando por vez.

Boa sorte.

Você vai precisar de umas quatro vidas.


A Oficina da Enterprise

Imagine entrar no enorme hangar de manutenção da nave.

Você espera encontrar centenas de mecânicos.

Mas encontra algo curioso.

Braços robóticos.

Esteiras.

Sensores.

Drones.

Computadores.

Tudo funcionando praticamente sozinho.

Os engenheiros apenas observam.

Foi exatamente essa transformação que aconteceu na engenharia de software.

Ela ganhou um nome.

DevOps.


O Grande Mal-Entendido

Existe um mito que atravessa gerações.

"DevOps é uma ferramenta."

Não.

Outro diz:

"DevOps é um software."

Também não.

DevOps é uma filosofia.

Uma forma diferente de pensar.


Quando Existiam Dois Planetas

Durante décadas existiram dois mundos.

No primeiro viviam os:

Desenvolvedores.

No segundo:

Operações.

Os desenvolvedores diziam:

"Na minha máquina funciona."

Operações respondiam:

"Aqui não."

E assim começaram inúmeras guerras interplanetárias.


Surge a Federação

Alguém finalmente fez uma pergunta inteligente.

"E se, em vez de brigarem, eles trabalhassem juntos?"

Nascia uma nova civilização.

Seu nome era:

DevOps.

Não significava eliminar diferenças.

Significava criar cooperação.


O Grande Esteira Espacial

Imagine uma enorme fábrica.

Em uma ponta entra:

código COBOL.

Na outra ponta sai:

software em produção.

No caminho existem dezenas de robôs.

Cada um realiza uma tarefa.

Compilar.

Testar.

Analisar.

Empacotar.

Implantar.

Documentar.

Monitorar.

Tudo automaticamente.

Essa esteira chama-se:

Pipeline.


Git — O Grande Livro da História

Imagine uma gigantesca biblioteca.

Cada vez que um engenheiro altera um projeto...

uma nova página é escrita.

Nada desaparece.

Tudo permanece registrado.

Quem fez.

Quando fez.

Por que fez.

Esse livro chama-se:

Git.


A Máquina do Tempo

Imagine descobrir que a alteração feita ontem destruiu metade da nave.

Pânico?

Não.

O Git responde calmamente:

"Podemos voltar para terça-feira às 14h37."

É quase uma máquina do tempo.


Branches — Universos Paralelos

Agora imagine cientistas criando versões diferentes da mesma nave.

Uma possui motores novos.

Outra testa novos radares.

Outra modifica apenas o painel.

Nenhuma interfere nas demais.

Esses universos paralelos chamam-se:

Branches.

Quando tudo funciona...

eles se unem novamente.


Pull Request — O Conselho da Federação

Imagine um jovem engenheiro.

Ele desenvolveu uma melhoria.

Mas antes de instalar...

apresenta o projeto ao conselho científico.

Todos analisam.

Comentam.

Sugestões aparecem.

Depois aprovam.

No Git isso chama-se:

Pull Request.


O Robô Incansável

Imagine um funcionário.

Ele nunca dorme.

Nunca tira férias.

Nunca esquece um comando.

Nunca se distrai.

Sempre faz exatamente a mesma tarefa.

Esse funcionário chama-se:

CI.

Continuous Integration.


CI — A Oficina Inteligente

Toda vez que alguém modifica o código...

o robô imediatamente:

compila.

executa testes.

verifica qualidade.

analisa segurança.

gera relatórios.

Tudo antes que alguém aperte qualquer botão.


CD — A Nave Decola Sozinha

Depois surge outro robô.

Ele pergunta:

"Os testes passaram?"

Sim.

Então ele próprio instala a nova versão.

Sem intervenção humana.

Esse é o:

Continuous Delivery

ou

Continuous Deployment.

Dependendo do nível de automação.


Jenkins — O Maestro da Oficina

Imagine um enorme maestro.

Ele não toca instrumentos.

Mas coordena toda a orquestra.

Quem entra.

Quem espera.

Quem executa.

Esse maestro chama-se:

Jenkins.

Durante muitos anos tornou-se um dos grandes orquestradores de pipelines corporativos, inclusive em ambientes IBM Z.


Zowe — O Novo Painel de Controle

Agora imagine um jovem piloto chegando à Enterprise.

Ele olha para o tradicional terminal verde.

Depois pergunta:

"Posso usar VS Code?"

Os veteranos respondem:

"Pode."

Graças ao:

Zowe.

O Zowe aproxima o universo IBM Z das ferramentas modernas de desenvolvimento, oferecendo CLI, APIs e integração com ambientes como Visual Studio Code.


O Terminal Universal

Imagine possuir um controle remoto capaz de conversar com toda a nave.

Datasets.

Jobs.

USS.

JES.

RACF.

Arquivos.

Tudo através de comandos simples.

Essa é uma das funções da:

Zowe CLI.


VS Code Chega à Nave

Durante décadas o desenvolvimento acontecia principalmente em terminais 3270.

Hoje muitos profissionais escrevem COBOL utilizando:

Visual Studio Code.

Syntax Highlight.

Git.

Autocomplete.

Debug.

Integração contínua.

O universo mudou.

O COBOL também.


Ansible — O Capitão das Missões Repetitivas

Imagine precisar configurar:

500 naves.

Você faria manualmente?

Claro que não.

Você escreveria um roteiro.

O comandante robótico executaria tudo.

Esse comandante chama-se:

Ansible.


Os Playbooks

Imagine um caderno.

Cada página descreve uma missão.

Instalar software.

Criar usuários.

Atualizar servidores.

Executar backups.

Configurar RACF.

Aplicar patches.

Esse caderno chama-se:

Playbook.

O robô apenas segue as instruções.


Infrastructure as Code

Chegamos a uma ideia revolucionária.

Imagine descrever uma cidade inteira utilizando texto.

Depois apertar um botão.

A cidade aparece.

Isso parece ficção científica.

Mas existe.

Chama-se:

Infrastructure as Code.

A infraestrutura deixa de existir apenas na memória dos administradores.

Ela passa a ser descrita em código.

Versionada.

Testada.

Automatizada.


Testes Nunca Dormem

Imagine construir uma nave.

Antes da decolagem...

milhares de sensores verificam:

motores.

combustível.

comunicações.

escudos.

radares.

Tudo automaticamente.

O mesmo acontece na engenharia moderna.

Testes automatizados executam continuamente.

No universo IBM Z encontramos ferramentas como:

ZUnit.

Galasa.

ZVTP.

que ajudam a validar aplicações antes que cheguem à produção.


A Inteligência Artificial Entra na Oficina

Agora imagine outro personagem.

Ele observa milhares de alterações.

Sugere melhorias.

Escreve testes.

Explica código.

Detecta riscos.

A IA começa a atuar como um engenheiro auxiliar.

Não substitui especialistas.

Amplia suas capacidades.


O Que Diz Spruth?

Quando Wilhelm G. Spruth escreveu seu relatório em 2010, muitos dos conceitos modernos de DevOps ainda estavam amadurecendo. Entretanto, ele já destacava que uma das grandes forças do IBM Z era sua capacidade de integrar tecnologias novas sem abandonar os princípios fundamentais de confiabilidade, automação e administração centralizada.

Essa visão preparou o terreno para que Git, pipelines, APIs, Zowe e automação encontrassem um ambiente naturalmente preparado para evoluir.


O Que Mudou Desde 2010?

Se Spruth visitasse um centro de desenvolvimento IBM Z em 2026...

provavelmente encontraria:

  • GitHub;

  • GitLab;

  • Jenkins;

  • GitHub Actions;

  • Azure DevOps;

  • IBM Dependency Based Build (DBB);

  • IBM zBuilder;

  • Zowe Explorer;

  • IBM Z Open Editor;

  • VS Code;

  • Ansible Collections for IBM Z;

  • Galasa;

  • ZUnit;

  • SonarQube;

  • OpenTelemetry;

  • IA auxiliando desenvolvimento;

  • pipelines executando centenas de validações automaticamente.

O curioso?

O COBOL continua presente.

Mas agora trabalha em uma fábrica muito mais inteligente.


O Verdadeiro Segredo

Muitos acreditam que DevOps serve para acelerar entregas.

Isso é apenas parte da história.

Seu verdadeiro objetivo é:

reduzir erros.

eliminar tarefas repetitivas.

aumentar qualidade.

permitir evolução contínua.

Velocidade é consequência.

Não finalidade.


Uma Lição Para Além da Tecnologia

Existe uma reflexão escondida neste capítulo.

Os grandes exploradores da galáxia nunca gastam energia repetindo aquilo que uma máquina pode fazer.

Eles preferem utilizar seu tempo para:

pensar.

criar.

resolver problemas.

descobrir novos mundos.

Automatizar não significa substituir pessoas.

Significa libertá-las para tarefas mais inteligentes.

Talvez seja exatamente por isso que DevOps tenha transformado a engenharia de software.


Curiosidades do Diário de Bordo

🚀 O Open Mainframe Project impulsionou ferramentas como Zowe, aproximando o IBM Z do ecossistema moderno de desenvolvimento colaborativo.

🔧 O Ansible permite automatizar tarefas administrativas no z/OS utilizando playbooks declarativos, reduzindo erros operacionais.

📚 Ferramentas como IBM Dependency Based Build (DBB) e IBM zBuilder modernizaram pipelines de compilação COBOL, integrando-os naturalmente ao Git e aos ambientes CI/CD.

🤖 A Inteligência Artificial já auxilia desenvolvedores IBM Z na geração de testes, análise de código, documentação e investigação de problemas.


Diário de Bordo do Padawan COBOL

Antes de deixar a Grande Oficina da Federação, grave estas coordenadas no seu Holocron Técnico:

✅ DevOps é uma cultura de colaboração, não apenas um conjunto de ferramentas.

✅ Git preserva a história do código e permite evolução segura através de branches, revisões e versionamento.

✅ CI/CD transforma a construção e implantação de software em processos repetíveis, confiáveis e automatizados.

✅ Zowe, VS Code, Jenkins, DBB, zBuilder, Ansible e IA mostram que o IBM Z não ficou parado no tempo; ele aprendeu a construir o futuro continuamente.


Próxima Missão

No próximo capítulo faremos nossa última grande viagem.

Entraremos na Ponte de Comando do Futuro.

Conheceremos o IBM z17, a Inteligência Artificial embarcada, o watsonx, a computação quântica, a criptografia pós-quântica e as próximas décadas da arquitetura IBM Z.

Descobriremos que a maior surpresa de toda esta jornada é que a nave mais antiga da Federação... talvez seja justamente a mais preparada para explorar os próximos cinquenta anos da computação.

E então, finalmente, responderemos à pergunta que acompanha este livro desde o primeiro capítulo:

O Mainframe sobreviveu ao futuro... ou foi o futuro que acabou se parecendo com o Mainframe?

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O Guia Galáctico do IBM Z

Dezoito capítulos e uma conclusão reunidos em um painel interativo. Escolha uma missão, abra no visor e continue explorando diretamente no artigo original.

Não entre em pânico: se o Blogger impedir a exibição dentro do iframe, use “Abrir artigo”. Os links diretos continuam visíveis para leitores e motores de busca.
01

Capítulo I — Não Entre em Pânico!

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02

Capítulo II — A Planta da Nave Mais Duradoura da Galáxia

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03

Capítulo III — A Nave Que Se Recusa a Explodir

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04

Capítulo IV — A Sala dos Cofres Cósmicos

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05

Capítulo V — A Frota Invisível do Transporte Interestelar

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06

Capítulo VI — O Grande Maestro Invisível

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07

Capítulo VII — O Grande Terminal de Embarque da Galáxia

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08

Capítulo VIII — A Metrópole das Transações Infinitas

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09

Capítulo IX — A Federação das Naves Invisíveis

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10

Capítulo X — A Consciência Coletiva da Galáxia

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11

Capítulo XI — O Almirante Invisível da Frota

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12

Capítulo XII — A Biblioteca Infinita da Galáxia

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13

Capítulo XIII — O Serviço Postal Mais Confiável da Galáxia

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14

Capítulo XIV — O Jardim Secreto da Nave

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15

Capítulo XV — O Tradutor Universal da Federação

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16

Capítulo XVI — A Fábrica Automática da Federação

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17

Capítulo XVII — A Última Fronteira Nunca Foi o Espaço

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18

Capítulo XVIII — O Guia Nunca Terminou

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19

Conclusão — Não Entre em Pânico... A Jornada Está Apenas Começando

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Vinhos e Vinícolas em Itatiba - Facebook

Divulgação de produtores artesanais de vinho em Itatiba




Devido a forte imigração italiana a Itatiba, aproveitando o clima, a terra e as colinas, alguns colonos começaram a plantar uvas e a produzir vinho, atualmente mais de 10 famílias produzem vinhos artesanais e tem suas adegas prontas a servir aqueles que desejam experimentar novos sabores, produzem também grapa, cachaça, licores e vinagre. 

Desde tempos imemoriais o homem produz vinho, atualmente São Paulo vem perdendo a força como polo produtor de Vinho. Cidades como Jundiaí e São Roque que eram referencia na produção de vinho deveriam investir mais em divulgação para que todos os pequenos produtores sejam beneficiados e possam produzir mais e melhor VINHO.

Ajude-nos a divulgar. Participe de nossa comunidade.

Esta página é dedicada a divulgar estes produtores e falar um pouco de VINHO. Venha conhecer nossa página. Participe, curta e conheça.

Visite as adegas de São Roque, Jundiaí, Vinhedo e Itatiba

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 .

quarta-feira, 3 de abril de 2019

🥖 O Lanche de Pernil do Estadão – O Sanduíche que Sobreviveu à Madrugada Paulistana

 

Bellacosa Mainframe e o lendario lanche de pernil do estadão

🥖 O Lanche de Pernil do Estadão – O Sanduíche que Sobreviveu à Madrugada Paulistana

por El Jefe – Bellacosa Mainframe Midnight Lunch Edition

Há mitos urbanos, há lendas do subterrâneo da metrópole, e há o lanche de pernil do Estadão, que não é apenas comida — é instituição, rito de passagem e ressaca em forma de pão francês.

📜 Origem, ou o nascimento de um ícone boêmio
Nos anos 1960, no centro de São Paulo, bem ali na esquina da Rua Major Quedinho com a Praça da Bandeira, surgiu um pequeno bar anexo à antiga redação do jornal O Estado de S. Paulo. Jornalistas, gráficos e tipógrafos varavam madrugadas fechando edições, e quando o relógio batia 3h, o estômago exigia um herói.
Nascia o Bar Estadão, com seu sanduíche de pernil assado lentamente, banhado em molho dourado, servido em pão francês e acompanhado, sempre, de uma garrafa de refrigerante ou cerveja gelada.

🍖 A receita que o tempo não apagou
O segredo? Pernil marinado por horas em temperos simples e honestos — alho, cebola, vinagre, pimenta-do-reino e folhas de louro — e depois assado até atingir aquele ponto que faz o cheiro invadir a calçada.
O toque paulista vem do molho que escorre pelas bordas e do improviso do balcão: tem quem jure que o melhor jeito de comer é pedir “com queijo e vinagrete” — o famoso pernil completo.

🌆 O bar que nunca dorme
O Bar Estadão ficou famoso por nunca fechar. Era 24 horas, 7 dias por semana — o que, na São Paulo dos anos 1980 e 1990, era quase um ato de heroísmo gastronômico.
Taxistas, jornalistas, artistas, boêmios, policiais, e todo tipo de criatura da madrugada se encontravam ali. Era o refúgio depois da balada, o ponto de encontro de quem perdia o último ônibus, ou simplesmente o lugar onde o tempo parava entre um gole e outro.

🕰️ Adaptações e descendentes
Hoje, o lanche de pernil se espalhou pelos bairros — do centro à Zona Leste, cada boteco tem a sua versão. Alguns mais gourmetizados, outros fiéis ao espírito original: pão cascudo, carne pingando e servida em guardanapo que dissolve.
Mas nenhum supera o ritual de encostar no balcão do Estadão, pedir o seu e assistir o mestre fatiar o pernil diante do vapor perfumado.

🗞️ Lendas e fofoquices
Dizem que cronistas e colunistas do Estadão fechavam a edição do jornal e, antes de ir pra casa, “abriam o apetite da notícia” ali.
Reza a lenda que até políticos e artistas da Boca do Lixo passavam discretamente por lá, madrugada adentro. Alguns juram que o lanche já foi o responsável por selar pautas, amores e ressacas históricas.

💡 Dica do Bellacosa
Se quiser viver a experiência completa:

  • Vá de madrugada, por volta das 2h, quando a cidade está em modo noir;

  • Peça o pernil com queijo e vinagrete;

  • E não esqueça: coma de pé, encostado no balcão, observando o vai e vem da São Paulo que nunca dorme.

✨ Reflexão do El Jefe Midnight Lunch:
Num mundo de delivery, QR code e lanche gourmet, o pernil do Estadão continua lá, sólido como um mainframe IBM rodando desde 1968 — resistente, funcional e indispensável.
É o lanche que guarda a alma de uma cidade que aprendeu a viver sem dormir, mas nunca sem comer bem.


🕶️ Bellacosa Mainframe – Porque há tradições que resistem ao reboot da modernidade.

por El Jefe – Bellacosa Mainframe Midnight Lunch Edition

Há mitos urbanos, há lendas do subterrâneo da metrópole, e há o lanche de pernil do Estadão, que não é apenas comida — é instituição, rito de passagem e ressaca em forma de pão francês.

📜 Origem, ou o nascimento de um ícone boêmio
Nos anos 1960, no centro de São Paulo, bem ali na esquina da Rua Major Quedinho com a Praça da Bandeira, surgiu um pequeno bar anexo à antiga redação do jornal O Estado de S. Paulo. Jornalistas, gráficos e tipógrafos varavam madrugadas fechando edições, e quando o relógio batia 3h, o estômago exigia um herói.
Nascia o Bar Estadão, com seu sanduíche de pernil assado lentamente, banhado em molho dourado, servido em pão francês e acompanhado, sempre, de uma garrafa de refrigerante ou cerveja gelada.

🍖 A receita que o tempo não apagou
O segredo? Pernil marinado por horas em temperos simples e honestos — alho, cebola, vinagre, pimenta-do-reino e folhas de louro — e depois assado até atingir aquele ponto que faz o cheiro invadir a calçada.
O toque paulista vem do molho que escorre pelas bordas e do improviso do balcão: tem quem jure que o melhor jeito de comer é pedir “com queijo e vinagrete” — o famoso pernil completo.

🌆 O bar que nunca dorme
O Bar Estadão ficou famoso por nunca fechar. Era 24 horas, 7 dias por semana — o que, na São Paulo dos anos 1980 e 1990, era quase um ato de heroísmo gastronômico.
Taxistas, jornalistas, artistas, boêmios, policiais, e todo tipo de criatura da madrugada se encontravam ali. Era o refúgio depois da balada, o ponto de encontro de quem perdia o último ônibus, ou simplesmente o lugar onde o tempo parava entre um gole e outro.

🕰️ Adaptações e descendentes
Hoje, o lanche de pernil se espalhou pelos bairros — do centro à Zona Leste, cada boteco tem a sua versão. Alguns mais gourmetizados, outros fiéis ao espírito original: pão cascudo, carne pingando e servida em guardanapo que dissolve.
Mas nenhum supera o ritual de encostar no balcão do Estadão, pedir o seu e assistir o mestre fatiar o pernil diante do vapor perfumado.

🗞️ Lendas e fofoquices
Dizem que cronistas e colunistas do Estadão fechavam a edição do jornal e, antes de ir pra casa, “abriam o apetite da notícia” ali.
Reza a lenda que até políticos e artistas da Boca do Lixo passavam discretamente por lá, madrugada adentro. Alguns juram que o lanche já foi o responsável por selar pautas, amores e ressacas históricas.

💡 Dica do Bellacosa
Se quiser viver a experiência completa:

  • Vá de madrugada, por volta das 2h, quando a cidade está em modo noir;

  • Peça o pernil com queijo e vinagrete;

  • E não esqueça: coma de pé, encostado no balcão, observando o vai e vem da São Paulo que nunca dorme.

✨ Reflexão do El Jefe Midnight Lunch:
Num mundo de delivery, QR code e lanche gourmet, o pernil do Estadão continua lá, sólido como um mainframe IBM rodando desde 1968 — resistente, funcional e indispensável.
É o lanche que guarda a alma de uma cidade que aprendeu a viver sem dormir, mas nunca sem comer bem.


🕶️ Bellacosa Mainframe – Porque há tradições que resistem ao reboot da modernidade.


terça-feira, 2 de abril de 2019

Clinica Odontologica Dr Daniel Bellacosa

Venha fazer sua revisão antes da Páscoa



Antes de se acabar comendo chocolate na pascoa, que tal fazer uma revisão, faça uma consulta com o Dr. Daniel Bellacosa e deixe seu sorriso ainda mais bonito. 
.
Agende um horário. Divulgue para seus amigos. 

Liberte seu sorriso.

.
#DrDanielBellacosa #SorrisoPerfeito #Pascoa #HigieneOral #SemCaries #LimpezadeTartaro #BellacosaCuidaDaHigieneOral #Ortodontia #ClinicaDentaria #obturação #ortese #lindosorriso #chocolate #pascoa #republica #rua7deAbril #centro #dentista

Limpeza e clareamento

.

The Hitchhikers in Portugal - Facebook

Aventuras em Portugal 


Em 2002 fui estudar na Universidade Técnica de Lisboa, gostei tanto daquela terra, que mesmo após a conclusão dos meus estudos, ainda fiquei por lá 11 anos, aproveitei para conhecer uma terra fantástica, cheia de cultura, historia antiga e medieval, muitos castelos e palácios... 

Desde  2002 até nossos dias...


Museus e vilas fantásticas, quintas que parecem saídas de contos de Eça de Queiroz ou Camilo Castelo Branco. Provei dos famosos vinhos, provei da fabulosa culinária e visitei varias dezenas de cidades e fotografei cada minimo detalhe. 


Conheci quase todos os distritos de Portugal continental, subi as montanhas e desci ao litoral, fiz o caminho português de Santiago de Compostela e me emocionei em Fátima.



Espero que goste, curta nossa página, partilhe as fotos e comente. Se tiver tempo assista os videos. Obrigado pela visita.


Visite nossa página no Facebook


#thehitchhikersInPortugal #eljefemidnightlunch #vagnerbellacosa #andarilho #viagens #portugal #turismo #aventura #viagem #lisboa #porto #vinho #bacalhau #sardinha #vinhoverde #alentejo #fotos

https://www.facebook.com/the.hitchhikers.in.Portugal/

segunda-feira, 1 de abril de 2019

☕💥 A Jornada do Padawan COBOL – Parte 4 Desvendando o Universo dos CALLs no Mainframe

 

Bellacosa Mainframe apresenta o CALL em Cobol Parte IV

☕💥 A Jornada do Padawan COBOL – Parte 4

Desvendando o Universo dos CALLs no Mainframe

RENT, NORENT, Reentrância, Thread Safety, HEAP, STACK, CICS, LE, AMODE 31/64 e os Segredos dos Arquitetos IBM Z

Ou como descobrir que um programa COBOL pode ser executado por milhares de usuários ao mesmo tempo sem enlouquecer

Por Vagner Bellacosa – Bellacosa Mainframe


O Dia em que o Padawan descobre que o mesmo programa atende 5.000 usuários

Até agora aprendemos:

✔ Static Call

✔ Dynamic Call

✔ By Reference

✔ By Content

✔ Ponteiros

✔ CEEDUMP

✔ Troubleshooting

Mas existe uma pergunta interessante.

Como um banco consegue executar o mesmo programa COBOL para milhares de clientes simultaneamente?


O Problema

Imagine o programa:

PROGRAMA CLIENTE01

Sendo executado por:

Cliente A

Cliente B

Cliente C

Cliente D

Cliente E

...

Cliente 5.000

Ao mesmo tempo.


O pesadelo

Cliente A

Saldo = 1000

Cliente B

Saldo = 5000

Programa compartilha memória.

Resultado:

Cliente A vê saldo de B.

Cliente B recebe extrato de A.

Produção vira caos.


O conceito de Reentrância

IBM resolveu isso décadas atrás.

Criou:

RENT

Reentrant

Programa reentrante


Significa:

Código compartilhado.

Dados privados.


Visualmente


PROGRAMA COBOL

+----------------+
|     CÓDIGO     |
+----------------+
        |
        |
        |
+-------+-------+-------+

T1      T2      T3

Dados   Dados   Dados



O compilador RENT

Compilação:

RENT

ou

PROCESS(RENT)

O que muda?

Código

Read Only

Variáveis

Área privada.


Vantagens

Menos memória.

Melhor CICS.

Escalável.

Thread Safe.


O que não pode fazer?

Modificar código.

Guardar estado global.

Self-modifying.


O vilão

WORKING-STORAGE


Padawan pensa:

WS é lindo.

IBM pensa:

Depende...


Exemplo

WORKING-STORAGE.

01 WS-COUNTER PIC 9(5).

Programa chamado

100 vezes.

WS continua vivo.


Execução 1

contador=10

Execução 2

contador=11

Execução 3

contador=12


Problema em CICS.

Pode gerar corrupção.


O herói esquecido

LOCAL-STORAGE

Pouca gente usa.

IBM ama.


Exemplo

LOCAL-STORAGE.

01 LS-COUNTER PIC 9(5).

Nova chamada

Nova variável.


Execução 1

LS=0

Execução 2

LS=0

Execução 3

LS=0


Perfeito.


Thread Safety

Muito falado.

Pouco entendido.


Thread Safe significa:

Múltiplas execuções.

Mesmo código.

Sem interferência.


Java

synchronized

COBOL

RENT

LOCAL STORAGE


CICS adora RENT

CICS pode manter

programas residentes.


Exemplo

Programa

PAGO001

Carregado

Uma vez.

Usado

10 mil vezes.


CPU agradece.


NORENT

O lado sombrio.


Programa exclusivo.


Cada usuário

carrega cópia.


Visualmente

USR1


PROG



USR2


PROG



USR3


PROG

Memória explode.


Quando usar?

Batch.

Programas antigos.

Nunca em CICS.


Language Environment

LE

O grande maestro.


Controla

Heap

Stack

Exceções

Storage

Runtime


Sem LE

caos.

Com LE

harmonia.


O STACK

Pilha temporária.


CALL

Empilha.

Retorno

Desempilha.


Exemplo

MAIN

↓

A

↓

B

↓

C

STACK


C

B

A

MAIN



Volta


MAIN

Heap

Área dinâmica.


Exemplo

ALLOCATE

FREE


Muito usado

XML

JSON

APIs


Configuração

CEEOPTS

HEAP

STACK

ANYHEAP


Problema comum

Heap pequeno.


Mensagem

CEE0813S

Solução

Aumentar.


AMODE

Modo de endereçamento.


AMODE 24

16 MB


AMODE 31

2 GB


AMODE 64

Exabytes

Praticamente infinito.


Por que importa?

Grandes buffers.

Big Data.

Analytics.

IA.


Ponteiros 64 bits

Exemplo

USAGE POINTER

ou

USAGE PROCEDURE-POINTER

CALL mais rápido possível

Arquitetos IBM fazem:

Static CALL

By Reference

RENT

Local Storage

Programa residente

CICS


Resultado

Milhões de chamadas.

Baixa CPU.


Microbenchmark imaginário

Método

Tempo

Static

1 ms

Dynamic

2 ms

By Content

5 ms

Carga módulo

15 ms


Técnicas Bellacosa

Dica 1

Sempre compile RENT.


Dica 2

Evite WS temporário.


Dica 3

Prefira Local Storage.


Dica 4

Static para alta frequência.


Dica 5

Nunca abuse de By Content.


Dica 6

Documente interfaces.


Dica 7

Teste concorrência.


Easter Egg IBM

Muitos programas antigos possuem:

GO TO 999999

Ou:

ALTER

Ou:

ENTRY

Ou:

EXHIBIT

E alguns desenvolvedores mais jovens acreditam que são lendas urbanas.

Não são.

Ainda existem.

Estão em produção.

Movimentando bilhões.

E provavelmente continuarão vivos por mais tempo do que muitas aplicações modernas.


Checklist Jedi da Performance

✅ Compilar RENT

✅ Utilizar Local-Storage

✅ Minimizar By Content

✅ Reutilizar programas residentes

✅ Evitar Dynamic CALL em loops críticos

✅ Configurar HEAP adequadamente

✅ Monitorar RMF

✅ Analisar SMF 30

✅ Medir CPU

✅ Testar concorrência

✅ Validar Thread Safety


A Filosofia Jedi do CALL – Parte 4

O Padawan iniciante pensa:

O programa funciona.

O desenvolvedor intermediário pensa:

O programa funciona rápido.

O Arquiteto Mainframe entende:

O programa deve funcionar rápido, consumir pouca memória, ser reentrante, sobreviver a milhares de usuários simultâneos, ser fácil de manter e continuar executando silenciosamente por décadas.

E é exatamente por isso que alguns dos sistemas mais importantes do planeta continuam rodando em IBM Z, executando milhões de CALLs, compartilhando código reentrante, administrando HEAPs, empilhando STACKs e servindo milhares de transações por segundo, enquanto o desenvolvedor Padawan toma seu café às três da manhã e finalmente compreende que, no Mainframe, a verdadeira Força sempre esteve na gestão inteligente da memória.


Na Parte 5, o Padawan poderá explorar os segredos finais dos CALLs: Binder, Link-Edit, PDQL, RMODE, FETCH, CANCEL, Program Objects, DLLs, módulos residentes, LPA, LINKLIST, otimizações z/Architecture e as técnicas usadas pelos veteranos para reduzir microssegundos em cargas de milhões de transações.


domingo, 31 de março de 2019

Muito Além do Escudo: Como um Herói Desacreditado se Tornou um Líder — e o Que Isso Ensina Sobre Engenharia, Carreira e Resiliência

 

Bellacosa Mainframe apresenta tate no yusha no nariagari

☕ Um Café no Bellacosa Mainframe

Tate no Yūsha no Nariagari (盾の勇者の成り上がり)

Muito Além do Escudo: Como um Herói Desacreditado se Tornou um Líder — e o Que Isso Ensina Sobre Engenharia, Carreira e Resiliência

"No Mainframe, como em Melromarc, nem sempre o profissional mais valioso é aquele que causa mais impacto visual. Muitas vezes, é quem impede o desastre."


Ficha Técnica

Título original: 盾の勇者の成り上がり (Tate no Yūsha no Nariagari)

Título internacional: The Rising of the Shield Hero

Autor: Aneko Yusagi

Ilustrações (Light Novel): Seira Minami

Web Novel: 2012

Light Novel: 22 de agosto de 2013

Mangá: 2014

Anime: 9 de janeiro de 2019

Estúdio: Kinema Citrus (com participação da Dr. Movie na 2ª temporada)

Diretores:

  • Takao Abo (T1)

  • Masato Jinbo (T2)

  • Hitoshi Haga (T3 e T4)

Música: Kevin Penkin

Temporadas: 4

Episódios: 62 (25 + 13 + 12 + 12) (Wikipedia)


Gênero

  • Isekai

  • Dark Fantasy

  • Aventura

  • Drama

  • Ação

  • Fantasia Medieval

  • RPG

  • Superação

  • Política

  • Estratégia (Wikipedia)


Classificação

16 anos (varia conforme o país)

Possui temas como:

  • escravidão

  • preconceito

  • falsas acusações

  • guerra

  • corrupção

  • violência

  • manipulação política


O Studio Kinema Citrus

A Kinema Citrus nunca foi um estúdio gigantesco como MAPPA, Bones ou Ufotable.

Seu diferencial é outro:

  • ótima direção artística;

  • excelente uso de cores;

  • animação consistente;

  • trilhas sonoras memoráveis;

  • foco em narrativa emocional.

Também produziu obras como:

  • Made in Abyss

  • My Happy Marriage

  • Barakamon (Wikipedia)


Sinopse

Quatro jovens japoneses são convocados para salvar um mundo de fantasia.

Cada um recebe uma arma lendária.

Espada.

Lança.

Arco.

Escudo.

Naofumi recebe justamente o escudo.

O único equipamento considerado "fraco".

Logo no primeiro dia ele sofre uma falsa acusação, perde dinheiro, reputação e confiança.

Abandonado por todos, começa praticamente do zero.

A história acompanha sua reconstrução como pessoa e como herói. (Wikipedia)


Resumo

Ao contrário da maioria dos isekais, Naofumi não inicia cercado de aliados nem com poderes extraordinários.

Ele precisa conquistar cada vitória lentamente.

Sua evolução acontece muito mais como líder do que como guerreiro.

O verdadeiro crescimento da série é psicológico.


História

O mundo sofre ataques periódicos chamados Ondas da Catástrofe.

Cada onda ameaça destruir continentes inteiros.

Os Quatro Heróis Cardinais devem impedir essa destruição.

Entretanto, o maior inimigo nem sempre são os monstros.

São as pessoas.

Política.

Religião.

Preconceito.

Ganância.

Manipulação.

Ao longo das temporadas, Naofumi percebe que salvar um mundo significa muito mais do que derrotar chefes finais.

É necessário reconstruir confiança.


Personagens Principais

Naofumi Iwatani

O Herói do Escudo.

Seu desenvolvimento talvez seja um dos melhores dos isekais modernos.

Começa como um jovem otimista.

Depois torna-se frio.

Desconfiado.

Calculista.

E finalmente um verdadeiro líder.


Raphtalia

Muito mais que uma companheira.

Ela representa confiança.

Enquanto Naofumi perde a fé nas pessoas, Raphtalia devolve essa humanidade.


Filo

O alívio cômico.

Mas também simboliza inocência.

Sua presença lembra constantemente que ainda existe esperança.


Melty

Representa a política honesta.

Mostra que nem toda autoridade é corrupta.


Malty (Myne)

Talvez uma das antagonistas mais odiadas dos animes.

Ela representa:

  • mentira

  • manipulação

  • abuso de poder

  • corrupção institucional


O que torna esse anime diferente?

Enquanto muitos isekais seguem a fórmula:

protagonista extremamente poderoso.

Shield Hero segue outro caminho.

O protagonista praticamente não consegue atacar.

Ele precisa:

  • pensar;

  • negociar;

  • fabricar equipamentos;

  • administrar recursos;

  • montar equipes;

  • proteger pessoas.

Ele vence usando inteligência.

Não força.


A Engenharia por trás do Escudo

Aqui está uma metáfora interessante.

No Mainframe existem profissionais responsáveis por:

  • backup;

  • recuperação;

  • RACF;

  • WLM;

  • segurança;

  • disponibilidade;

  • redundância;

  • Disaster Recovery.

Eles raramente aparecem.

Mas quando tudo funciona...

...é porque eles fizeram seu trabalho.

Naofumi é exatamente isso.

O herói invisível.


As Aventuras

Cada arco apresenta um desafio diferente:

  • sobrevivência;

  • criação da Raphtalia;

  • nascimento da Filo;

  • conspiração da Igreja;

  • Ondas da Catástrofe;

  • Tartaruga Espiritual;

  • outros mundos;

  • reconstrução de vilas;

  • alianças políticas;

  • novos heróis.

A série alterna ação com administração, estratégia e desenvolvimento de personagens.


Mensagens Ocultas

1. Liderança

O líder não nasce respeitado.

Constrói reputação.


2. Confiança

Depois de uma grande traição, confiar novamente é extremamente difícil.


3. Julgamentos precipitados

A sociedade condena antes de investigar.


4. Defesa também é poder

Vivemos admirando quem "ataca".

Poucos valorizam quem protege.


5. Família pode ser construída

Naofumi forma uma família escolhida.

Não herdada.


6. O verdadeiro poder é responsabilidade

Quanto mais forte ele fica...

Mais pessoas dependem dele.


Analogia Bellacosa Mainframe

Imagine um banco.

Quem recebe os aplausos?

O aplicativo.

Quem evita que milhões de PIX parem?

  • IBM Z

  • z/OS

  • RACF

  • Sysprog

  • Storage

  • DB2

  • CICS

  • MQ

Esses profissionais são o Escudo da empresa.

Quase ninguém percebe.

Até o dia em que eles faltam.

Naofumi representa exatamente esse tipo de profissional:

invisível quando tudo funciona.

indispensável quando tudo falha.


Impacto Cultural

Shield Hero dividiu opiniões por abordar temas como falsas acusações, escravidão e preconceito, gerando amplo debate entre fãs e críticos. Ao mesmo tempo, consolidou-se como um dos isekais mais populares da década de 2010, impulsionando vendas das light novels, adaptações em mangá, jogos e produtos licenciados. O sucesso também ajudou a fortalecer a presença da Kinema Citrus no mercado internacional. (Wikipedia)


Nota Bellacosa Mainframe

CritérioNota
História⭐⭐⭐⭐⭐ (9,5/10)
Desenvolvimento de personagens⭐⭐⭐⭐⭐ (10/10)
Construção do mundo⭐⭐⭐⭐⭐ (9/10)
Estratégia⭐⭐⭐⭐⭐ (9,5/10)
Ação⭐⭐⭐⭐☆ (8,5/10)
Trilha sonora⭐⭐⭐⭐⭐ (10/10)
Originalidade⭐⭐⭐⭐⭐ (9/10)

Veredito Final

Tate no Yūsha no Nariagari vai além de um anime sobre fantasia medieval. É uma história sobre reconstrução da confiança, liderança e o valor de quem protege os outros. Assim como no universo IBM Z, onde os maiores profissionais trabalham para evitar falhas que quase ninguém percebe, Naofumi ensina que a verdadeira força não está em causar o maior dano, mas em garantir que todos cheguem em segurança ao fim da jornada.


Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

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