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sexta-feira, 30 de novembro de 1990

Janaina uma paixão sem reciprocidade.

 Janaina uma paixão sem reciprocidade.


Bellacosa Mainframe e a doce Janaina de Taubaté

☕🌳 SLICE OF LIFE — JANAÍNA, A GAROTA DA MANGUEIRA E O “SISTEMA LEGADO” DAS MEMÓRIAS QUE NUNCA DERAM ABEND 🌳☕

Existe um tipo de história que não precisa:

  • explosões,

  • poderes,

  • vilões,

  • nem final épico.

Ela vive apenas na memória.

Quase como um dataset antigo preservado cuidadosamente no fundo emocional do datacenter da alma.

Nos anos 1990, as viagens para Taubaté tinham um significado diferente.

Não era apenas visitar o grande amigo Alexandre…
o lendário “Xuxa”.

Existia um processo silencioso rodando em background.

O verdadeiro evento importante era chegar naquela casa…
e encontrar Janaína.

Ela tinha aquele tipo raro de presença que muda completamente o ambiente operacional do coração humano.

Não precisava fazer esforço.

O simples fato dela aparecer já alterava:

  • o humor,

  • o timing,

  • a percepção do dia,

  • e até o clima embaixo da velha mangueira.

E ali acontecia algo que hoje quase desapareceu da humanidade moderna:
conversas simples.

Sem notificações.
Sem redes sociais.
Sem algoritmo.
Sem pressa.

Só:

  • risadas,

  • sonhos,

  • olhares discretos,

  • expectativas silenciosas,

  • e aquela esperança juvenil que parecia infinita.

As tardes passavam devagar.
Quase como batch noturno em mainframe antigo.

E talvez justamente por isso fossem tão especiais.

A distância nunca permitiu que o romance realmente evoluísse.

Não existiu:

  • declaração cinematográfica,

  • beijo sob chuva,

  • nem episódio final de anime romântico.

Mas curiosamente…
isso nunca destruiu a beleza da história.

Porque algumas pessoas não entram na vida para permanecer fisicamente.

Elas entram para virar:

memória permanente em storage emocional de alta prioridade.

Janaína era isso.

Uma presença leve.
Especial.
Quase impossível de explicar tecnicamente.

Ela virou parte daquele universo dos anos 90:

  • da mangueira,

  • das conversas,

  • das viagens,

  • da inocência,

  • e daquele tempo em que sentir algo verdadeiro parecia muito mais simples.

No fim…
slice of life é exatamente isso.

Pequenos momentos aparentemente comuns…
que décadas depois continuam rodando perfeitamente na memória, sem nunca precisar de restart. ☕💾🌳


quinta-feira, 1 de novembro de 1990

☕ O ARQUIVO SECRETO DO EL JEFE MIDNIGHT LUNCH — MILHARES DE POSTS ESCONDIDOS EM SEIS PORTAIS

Bellacosa Mainframe e o blog El Jefe Midnight Lunch

☕ O ARQUIVO SECRETO DO EL JEFE MIDNIGHT LUNCH — MILHARES DE POSTS ESCONDIDOS EM SEIS PORTAIS

Mainframe, COBOL, IBM Z, inteligência artificial, tecnologia, segurança, história da informática, carreira, cultura, anime, Japão e algumas viagens absolutamente improváveis pelo universo digital.

Existe uma pergunta que começou a ficar cada vez mais difícil de responder:

“Bellacosa, onde está aquele artigo que você escreveu?”



Boa pergunta.

Depois de anos escrevendo, pesquisando, ensinando, documentando experiências e transformando conversas de CPD em artigos, o El Jefe Midnight Lunch deixou de ser apenas um blog.

Virou uma espécie de Knowledge Vault.

Um arquivo vivo de tecnologia, memória, experiências profissionais, mainframe, inteligência artificial, cultura digital e das muitas coisas estranhas que aparecem quando alguém passa décadas observando computadores e as pessoas que trabalham com eles.

E quando um arquivo cresce demais, surge um problema muito conhecido pelos velhos habitantes do CPD:

não basta armazenar informação.

É preciso conseguir encontrá-la.


🗺️ BEM-VINDO AO MAPA DO EL JEFE MIDNIGHT LUNCH

Esta página existe justamente para isso.

Ela é o índice geral do El Jefe Midnight Lunch, uma porta de entrada para navegar pelo acervo histórico do blog.

Como o volume de conteúdo cresceu muito ao longo dos anos, o índice foi dividido em vários blocos. Isso torna a navegação mais simples para leitores, pesquisadores, estudantes, profissionais de tecnologia e também facilita a descoberta das páginas pelos mecanismos de busca.

🤖 ESTA PÁGINA TAMBÉM FOI FEITA PARA QUEM NÃO É HUMANO

Talvez você tenha chegado aqui pelo Google, Bing, Yahoo ou algum outro mecanismo de busca.

Mas existe uma possibilidade bastante divertida:

talvez você nem seja humano.

Pode ser um crawler, spider, bot, indexador ou algum sistema automatizado tentando compreender a estrutura deste blog.

Nesse caso:

seja bem-vindo também.

Os links principais desta página estão presentes diretamente no HTML, usando elementos tradicionais de navegação. O JavaScript existente aqui é apenas complementar e não é necessário para descobrir os seis índices.

Em outras palavras, não escondemos o mapa atrás de uma animação, botão misterioso ou interface que precise ser executada para revelar o caminho.

O mapa está aqui.

Visível.

Navegável.

E feito para durar.

🔄 POR QUE ESTE ÍNDICE É ATUALIZADO PERIODICAMENTE?

Porque o El Jefe Midnight Lunch continua crescendo.

Um índice abandonado começa lentamente a deixar de representar o conteúdo real de um site.

Posts novos aparecem.

Artigos antigos são ampliados.

Séries ganham novos capítulos.

Links precisam ser revisados.

Assuntos que pareciam pequenos transformam-se em coleções inteiras.

Por isso, de tempos em tempos este índice será reconstruído, revisado e atualizado.

Não existe aqui a pretensão de congelar o blog em uma fotografia.

O objetivo é exatamente o contrário.

Este índice é um mapa de uma cidade que continua sendo construída.

☕ QUAL É A MISSÃO DO EL JEFE MIDNIGHT LUNCH?

O blog nasceu de uma ideia bastante simples:

conhecimento técnico não deveria desaparecer quando alguém fecha o terminal.

Durante décadas, a informática corporativa acumulou uma quantidade extraordinária de conhecimento dentro da cabeça de programadores, operadores, analistas, DBAs, sysprogs, arquitetos, técnicos e engenheiros.

Muita coisa nunca chegou aos livros.

Era transmitida no CPD.

No cafezinho.

Na madrugada de implantação.

Na investigação de um ABEND.

Naquela conversa entre um veterano e um Padawan diante de uma tela 3270.

E uma quantidade assustadora desse conhecimento simplesmente desapareceu.

O El Jefe Midnight Lunch tenta fazer justamente o contrário:

☕ registrar experiências;

🖥️ explicar tecnologias;

🧠 preservar conhecimento;

🧑‍💻 ajudar quem está começando;

🏛️ documentar a história da informática;

🔐 discutir segurança e riscos;

🤖 investigar inteligência artificial;

⚙️ explicar IBM Z, z/OS, COBOL, CICS, Db2, IMS, VSAM, JCL e o ecossistema mainframe;

🌐 conectar legado e tecnologia moderna;

🎌 conversar sobre Japão, anime e cultura;

📜 registrar histórias que normalmente desapareceriam no tempo.

Alguns artigos são tutoriais.

Outros são investigações.

Alguns parecem aulas.

Outros começam com COBOL e misteriosamente terminam discutindo Sherlock Holmes, Star Trek, anime, inteligência artificial ou algum incidente ocorrido às 03:17 da madrugada.

Faz parte.

🧙 O CONHECIMENTO PRECISA DE CONTEXTO

Este blog não pretende ser apenas uma coleção de palavras-chave.

A internet já possui conteúdo genérico demais.

A missão aqui é diferente.

Queremos explicar por que uma tecnologia existe, qual problema ela resolveu, como funciona, onde quebra e o que podemos aprender com ela.

Porque decorar um comando é fácil.

Entender por que aquele comando existe é outra história.

E talvez seja justamente essa diferença que separa alguém que apenas opera uma ferramenta de alguém capaz de compreender um sistema.

🕷️ PARA OS CRAWLERS QUE PASSAREM POR AQUI

Googlebot, Bingbot e demais sistemas de descoberta: esta página funciona como um índice editorial do conteúdo publicado no domínio El Jefe Midnight Lunch.

Os seis endereços acima apontam para páginas que organizam partes diferentes do acervo.

A intenção deste índice não é substituir sitemap XML, feeds, mecanismos de descoberta ou ferramentas de webmaster.

Ele funciona como algo complementar:

uma estrutura de navegação compreensível tanto por pessoas quanto por máquinas.

🏛️ UM BLOG TAMBÉM PODE SER UM ARQUIVO HISTÓRICO

Existe ainda outra razão para manter este índice.

A internet esquece.

Sites desaparecem.

Serviços fecham.

Redes sociais enterram publicações antigas em timelines infinitas.

Algoritmos decidem que aquilo que foi escrito ontem já não merece aparecer amanhã.

Um blog funciona de maneira diferente.

Uma página publicada há muitos anos ainda pode ser encontrada, citada, corrigida, ampliada e redescoberta.

É por isso que continuamos organizando este acervo.

Não apenas pensando no próximo clique.

Mas pensando em quem poderá encontrar alguma dessas páginas daqui a cinco, dez ou vinte anos.

🚪 ESCOLHA UMA PORTA

Se esta é sua primeira visita, não tente entender tudo.

Escolha um índice.

Abra um artigo.

Depois outro.

Siga os links.

Entre nas referências.

Discorde.

Pesquise.

Experimente.

Volte.

Afinal, foi assim que a Web originalmente se tornou interessante:

clicando em uma coisa e descobrindo outra que você nem sabia que estava procurando.

☕ UM CAFÉ NO BELLACOSA MAINFRAME

Este índice continuará mudando.

Novos artigos entrarão.

Novos assuntos aparecerão.

Novas tecnologias substituirão algumas das atuais.

Outras tecnologias que todos juravam estar mortas provavelmente continuarão processando bilhões de transações silenciosamente.

E nós continuaremos documentando.

Porque máquinas mudam.

Linguagens mudam.

Interfaces mudam.

Mas conhecimento só permanece quando alguém decide registrá-lo.

☕ Bem-vindo ao El Jefe Midnight Lunch.

Pegue um café.

O arquivo é grande.


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terça-feira, 3 de abril de 1990

About El Jefe

About | El Jefe Midnight Lunch

El Jefe Midnight Lunch

Nem todo conteúdo nasce à luz do dia. Algumas ideias só fazem sentido depois da meia-noite.

O que é este lugar?

El Jefe Midnight Lunch não é apenas um blog. É um espaço onde cultura japonesa, personagens fora do padrão, estética underground, animes, identidade e reflexões convivem sem pedir permissão.

Aqui, o horário importa. Porque depois da meia-noite, a máscara cai, o ruído do mundo diminui e certas ideias finalmente conseguem falar.

Por que “Midnight Lunch”?

Porque este não é o conteúdo servido no horário comercial. É o lanche improvisado da madrugada, consumido em silêncio, entre uma reflexão incômoda e um anime esquecido.

“Se você chegou até aqui, provavelmente já percebeu: este blog não tenta agradar algoritmos — apenas leitores atentos.”

Sobre os temas

O blog aborda temas como tomboy, otokonoko, personagens que desafiam expectativas, cultura japonesa, comportamento, estética e narrativas que vivem à margem.

Não há manifesto. Não há cartilha. Apenas curiosidade, observação e a liberdade de escrever sobre o que normalmente passa despercebido.

Quem escreve?

Escrito por alguém que vive entre o mundo técnico e o cultural, entre o rigor do sistema e o caos criativo da madrugada.

Se você gosta de textos que não subestimam o leitor, talvez este lugar também seja seu.

© El Jefe Midnight Lunch · Depois da meia-noite, tudo faz mais sentido.
Bellacosa Mainframe e conheça nosso blog








quarta-feira, 14 de março de 1990

Itatiba e seus caminhos de ferro, a historia da Companhia Estrada Ferro Itatibense

HISTÓRICO DA E.F.ITATIBENSE


Data de 1872, os primeiros projetos para a construção da Estrada de Ferro Itatibense.
Por volta de 1886, os itatibenses, tendo a frente o Major Eugênio Joly, retomaram a iniciativa de construir a estrada de ferro, que colocaria a cidade e o município em ligação com a capital e o interior da província.



Nesta época, era presidente da província o Barão de Parnayba, e, foi no seu governo, em 09/05/1987, dada a concessão pela Companhia Paulista dos direitos à Itatibense. Em agosto teve início a construção, contando com o Barão de Itapema,do Dr. José Machado Pinheiro Lima e do cidadão Eleutério Alves Cardoso.

No decorrer da construção da Estrada, prestou serviços Paulino de Lima, a quem se deve o traçado da linha e os cálculos das despesas de construção.

O trafego foi inaugurado em 1889, quando começou a funcionar em caráter provisório. A inauguração oficial se deu em 10/03/1889, deis anos depois de aberta ao público.Havia apenas três estações oficiais na linha ( Luiz Gonzaga, Tapera Grande e Itatiba), mais algumas paradas que ajudavam a aumentar demais o tempo do percurso, que, em 1944, era de 40 minutos para apenas 20 Km.

A estrada de ferro, outrora denominada Companhia Carril Itatibense, teve a sua primeira diretoria formada por: Dr. José Machado Pinheiro Lima, Francisco Alves Cardoso, depois Barão de Ipanema e Paulino de Lima.

Abaixo segue a Diretoria e os funcionários da companhia de 1910 a 1914, retirada do Almanach de Itatiba- Ano de 1916.

DIRETORIA

Presidente – Dr. Alfredo Patrício do Prado Paulista
Director _ Theodomiro Dias
Chefe do Escriptório Central – Luiz Fernandes da Silva
Engenheiro e inspetor geral – Dr. Francisco Homem de Mello

FUNCIONÀRIOS

Contadoria
Contador – Dionysio Rela
Escripturarios – Eduardo de Moura Filho, Pedro Cardoso Rebello e João Valle
Caixa e Almoxarife – Antonio Domingos Pereira

Estação de Itatiba
Chefe – Felippe Benicio de Oliveira
Escripturarios – José da Silveira Franco e Antonio Rossi
Telegraphista – Benedito da Silveira
Conferente – João Leite de Godoy
Guarda trem e despachante – João Baptista de Siqueira
Mensageiro – Manoel Soares.
Mestre de officina – Emilio Tosti
Mestre de linha – Basílio Gambirasi.

Estação de Tapera Grande
Chefe – Humberto Gandolpho

Estação de Luiz Gonzaga
Chefe – Francisco Alves

Estação de Louveira
Chefe – Augusto Haas.

No período de 1939 a 1942, Manoel Augusto Sanfins, que veio a residir em Itatiba no ano de 1909, era o maior acionista desta companhia.

Benedito da Silveira Franco, contando apenas 8 anos de idade, entrou como funcionário da C.E.F. Itatibense e foi subindo em sua carreira ferroviária, ocupando outros cargos, como de 1946 a 1951 Diretor Inspetor Geral,trabalhou durante 43 anos na companhia ferroviária chegando a ser seu maior acionista, com ele trabalharam alguns nomes relacionados abaixo, muitos outros estiveram presentes nesta mesma época só que a memória falha.

Joaquim Sanfins, Joaquim da Silveira. Alfredo Rela, Romeu Rela, José Bertho, Eugênio Tertuliano, Bertulino de Mello, Onofre Bugarelli e outros.

Com sua sede em Itatiba, propriedade particular, transportava algodão, milho, couro, lenhas, madeiras e pedras para as linhas da “Paulista”.

A ferrovia sobreviveu até 1952, quando, sobre protestos da população local, foi fechada definitivamente.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 1990

O Centro Velho de Sao Paulo na decada de 90

Amo o centro de São Paulo, tantas caminhadas fiz... 

Desde a tenra infância tenho um amor pelo centro, quando chegava o final do ano, meus pais diziam que tínhamos que ir ate a "cidade" para comprar as bolas de natal e nossos presentes. Era uma alegria chegar no parque Dom Pedro (mesmo passando mau no ónibus).

Subir aquela ladeira cheia de lojas, cheia de gente e barracas, entrar em loja por loja em busca da melhor oferta. Fui crescendo e esse amor evoluindo. Anos mais tarde quando comecei a trabalhar fui logo escalado para ser office-boy no centro.

Nessa época foi a gloria conhecia todos os artistas de ruas, sabia de cor e salteado as trapaças dos trambiqueiros, nos fliperamas e lugar menos bons era reconhecido pelos trombadinhas e nunca tive nenhum problema no centro, entregando todos as minhas remessas sem nenhum extravio.

Conhecia as meninas da Martins Fontes, as meninas da João Mendes... tabu mesmo era só a rapaziada da Republica, evitava passar por ali, as vezes fazia uma longa volta pela Avenida São João só para não ter que atravessar a praça.

Comprava revistas suecas para revender na Paulista, ia na galeria do Rock em busca de tintas e equipamentos de tatuagem (serviço que naqueles anos 90 começavam a surgir pela cidade), comprava disco em vinil raro na 24 de Maio, selos na Conselheiro Crispiniano, revelava fotografias e buscava material fotografico na Amaral Gurgel.


Na Sao Bento comprava produtos químicos na Boutique Veado Douro e tantas outras encomendas que me faziam, sempre tinha uma listinha de compras a fazer no centro... Galeria Page, Florêncio de Abreu, Ladeira Porto Geral e tantas outras,

De final de semana quando nao tinha nada para fazer ia dar minhas voltinhas pelo centro, assistir filmes no Olido, Ipiranga, Maraba, Marrocos e vários outros que hoje são estacionamentos e igrejas, mesmo as quartas-feiras com a meia entrada era uma grande pedida.

Não esquecendo o Mappin e o Mesbla templos do consumo, ou a esfiha Chic da São João, o caldo de cana e pastel no Largo do Passaindu. E as igrejas, o teatro Municipal, o Mercado que era todo sucateado, as banquinhas de jornal e os sebos. Que vida tinha o centro.


Curiosidades do centrão

1️⃣ Caminhe pelas ruas de pedra

O Triângulo Histórico, entre Rua XV de Novembro, São Bento e Direita, ainda guarda trechos de paralelepípedos originais, usados desde o século XIX. São perfeitos para sentir o ritmo da cidade antiga.


2️⃣ Observe os detalhes arquitetônicos

Prédios como o Edifício Martinelli e o Palácio das Indústrias têm relevo, cerâmicas e vitrais quase esquecidos. Muitos visitantes passam sem notar pequenas assinaturas de arquitetos e escultores.


3️⃣ Igrejas antigas

O Mosteiro de São Bento e a Catedral da Sé são tesouros históricos. Curiosidade: a Sé foi construída sobre o marco zero da cidade e já teve múmias e ossários preservados sob o solo.


4️⃣ Descubra a arte urbana antiga

Alguns edifícios têm murais e painéis de azulejos escondidos em fachadas laterais. São verdadeiros easter eggs históricos, quase invisíveis aos apressados.


5️⃣ Mercado Municipal – além dos pastéis

O Mercadão é famoso, mas poucos sabem que suas portas e vitrais contam a história dos alimentos que chegaram à cidade com imigrantes italianos, japoneses e portugueses.


6️⃣ Biblioteca Mário de Andrade

Uma das maiores bibliotecas da América Latina, com coleções raras sobre São Paulo antiga. Vale explorar os corredores silenciosos e mapas históricos da cidade.


7️⃣ Pequenos cafés históricos

O Café Girondino e o São Domingos resistem há décadas. Ali você encontra decoração original, cardápio tradicional e mesas que viram palco de negociações e fofocas históricas.


8️⃣ Passeio de bonde e memória

Embora os bondes originais não circulem mais, ruas como a Itaim Bibi preservam calçadas e trilhos antigos. Eles contam a história do transporte público antes do metrô.


9️⃣ Beco do Pinto e ruas escondidas

O centro antigo tem vielas e becos pouco conhecidos, onde antigos cortiços e lojas de artesanato sobrevivem ao tempo. São ótimos para descobrir pequenas histórias urbanas.


🔟 Museus secretos

O Museu Anchieta, o Museu de Arte Sacra e pequenos centros culturais guardam relíquias esquecidas, de documentos coloniais a peças de ouro do ciclo do café, quase invisíveis aos turistas comuns.

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Vagner Renato Bellacosa, IBM Champion e especialista em IBM Mainframe
IBM Z17 SYSTEM ONLINE
Sobre o autor

Vagner Renato Bellacosa

IBM Champion 2026 • Especialista em IBM Mainframe

Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe desde 1988 , é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2, z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais, conhecimento técnico, história da computação e práticas do universo mainframe para aproximar novas gerações das tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos ao redor do mundo.

IBM Champion IBM Z COBOL CICS Db2 z/OS Mainframe desde 1988
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