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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Nesse calor louco de Janeiro, nada como uma boa piscina.
Antes que façam reclamação, aqui só terá filmagem da ala infantil, pois com o formiguinha fica difícil ir para as piscinas adultas e ao mesmo tempo filmar.
Então para os papais e mamaes de plantão, segue o video da ala infantil, boa piscina para levar seus filhos e muito próximo a Campinas.
Apesar de que a manutenção deixar a desejar com alguns brinquedos danificados, fundo da piscina descolando, foi divertido ver o formiguinha brincando nos escorregadores, tobogans e outras coisinhas mais.
Foi um dia em grande, para o final do dia seguimos para as piscinas adultas, mas desta vez fui sem a camera, pois era um olho no peixe outro no gato.
Pensamos que apenas humanos tem rompantes de ma vizinhança, que nada na natureza as vezes encontramos uns tipinhos que são verdadeiros FDPs.
Estávamos almoçando a beira rio em Piracicaba quando notamos uma movimentação de pássaros a beira rio, nada demais, porem quando todos estavam calmos e serenos, observando nossa refeição, eis que surge....
Caricato ver a cena, um dos pilantras brigando um com os outros. Vale a pena ver o video.
Estamos indo em Direcção a Piracicaba, um belo almoço de peixe a beira do rio Piracicaba nos espera, o céu esta limpo, a estrada vazia, um dia perfeito para curtir em família.
Aproveitando um trecho da estrada que ainda não tinha filmado, la vamos nos, radio ligado, filmadora ligada e vamos embora.
A viagem transcorreu tranquila sem nenhuma surpresa. chegamos em Piracicaba e saboreamos peixe na brasa, para quem não conhece este passeio recomendo faze-lo um dia. Tenho outras publicações sobre este dia.
1978 – A Rua Ultrecht, o Malabarista do Muro e a Primeira Aula de Horror Doméstico
(Bellacosa Mainframe – El Jefe Midnight / Arquivos da Memória em Modo Batch)
1978 foi o ano em que meu sistema central ligou o LOG DETAIL=ALL pela primeira vez.
A casinha da Rua Ultrecht — aquela mesma atendida por um malabarista de muro, especialista em destruir casas de orixás e a paciência alheia — era um laboratório improvisado de caos cotidiano.
Minha mãe, estafada, lutava diariamente contra a entropia gerada por dois diabinhos em modo turbo: eu e Vivi.
Foi então decidido: Hora de nos domesticar. Hora de ir para a escola.
E aí meu mundo mudou.
O Uniforme Vermelho: A Primeira Skin Oficial da Vida Escolar
Short vermelho.
Camiseta branca.
Boné vermelho.
O dress code universal do pré-escolar brasileiro.
Ali, naquele pequeno prédio cheio de gritos, giz, lágrimas e descobertas, eu encontrei o meu primeiro amor verdadeiro: a leitura.
Aprender a decodificar letras foi como descobrir o source code do universo.
A partir daquele dia, nunca mais seria enganado pelas placas, revistas, embalagens, histórias ou segredos escondidos em qualquer canto.
O diabinho estava sendo iniciado na magia das palavras.
E uma vez aberto esse portal… não se fecha nunca mais.
O Menino Abobalhado e o Escorregador Apocalíptico
Todo jardim da infância tem seu evento cataclísmico.
No meu, foi o dia em que um garoto maior — meio perdido, meio solto das engrenagens mentais — decidiu escalar o escorregador de forma absolutamente antipedagógica.
Resultado?
Ele derrubou o escorregador inteiro.
Desceu junto.
Machucou outras crianças.
Criou uma pequena cena de guerra.
Eu, pequeno observador crítico, registrei tudo na “memória não-volátil”:
— Então é assim que funciona o mundo: caos, gravidade e decisões ruins.
A Morte da Bisavó Josefa – Primeiro Contato com o Desligamento do Sistema
1978 também foi o ano em que minha bisavó Josefa faleceu.
Foi minha primeira experiência real com a ideia de que programas podem ser encerrados de forma definitiva.
Mas o evento que realmente marcou aquele período…
Foi outro.
O Dia em que o Horror Invadiu a Cozinha
Meu bisavô José — o mesmo guerreiro vendedor de churrasquinho no ponto final — morou conosco por um tempo depois do falecimento da esposa.
E foi ali que aconteceu um dos episódios mais gore, surrealistas e cinematográficos da história da família.
A Vivi para de respirar. A casa entra em pânico.
Minha irmã, pequenininha, começou subitamente a perder o fôlego.
Era como se o ar tivesse abandonado seus pulmõezinhos.
Minha mãe entrou em modo desespero total, correndo, chorando, implorando.
Eu assistia paralisado, os olhos enormes, vendo cada byte daquela cena se gravar para sempre.
O bisavô corre da cozinha. E aí vem o detalhe.
Ele estava mexendo numa bacia gigante de alumínio, cheia de carnes temperadas, preparadas para virar o famoso churrasquinho que sustentava pedaços da familia.
As mãos dele estavam ensopadas de sangue e tempero.
Literalmente pingando.
No meio do escândalo, ele tenta ajudar.
Corre.
Pega Vivi do colo da minha mãe.
E então…
A Cena Inesquecível
Minha irmã, vestidinha de branco.
Nos braços de um homem de mãos ensanguentadas.
A mistura perfeita para o terror.
Ela recupera o fôlego…
Chora, berra…
E fica rubra, tingida pelo sangue da carne.
Minha mãe aos gritos.
Eu sem ar.
O bisavô em estado de pânico absoluto, sem conseguir reagir.
E então meu pai chega.
A Imagem que Congela o Tempo
O homem abre a porta e vê:
Vivi ensanguentada, aos prantos.
Minha mãe desesperada.
O bisavô petrificado.
E eu, testemunha ocular do apocalipse doméstico.
Meu pai ficou branco.
O mundo parou por uns três segundos.
E só então…
Só então perceberam o detalhe: o sangue não era da Vivi.
Era apenas sangue do churrasquinho.
Ela estava viva, inteira, assustada — mas intacta.
E o pobre bisavô, coitado, quase desmaiou quando percebeu que tinha acabado de encenar, sem querer, uma cena digna de O Exorcista versão brasileira.
1978 – O Ano em que Comecei a Lembrar
Foi ali, naquela casa humilde, naquela cozinha caótica, que meu cérebro clicou e decidiu:
— "A partir de agora, vou registrar tudo."
E assim começou minha vida consciente.
Com livros, sustos, caos, sangue de churrasquinho e um mundo prestes a se abrir para um menino diabinho com fome de histórias.
Bellacosa Mainframe e a engenharia militar parte xiii
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
Capítulo XIII — Os Sentinelas da Madrugada
Quando um Programador COBOL Descobre que os Verdadeiros Heróis Quase Nunca Aparecem nas Manchetes
A chuva havia terminado.
A fortaleza dormia.
Nenhuma tocha iluminava as muralhas.
Nenhum mercador cruzava os portões.
Nenhuma criança brincava na praça.
Apenas o som do vento.
E passos.
Lentos.
Constantes.
Um velho sentinela caminhava sobre a muralha.
Toda hora.
Toda noite.
Todo inverno.
Todo verão.
O jovem comandante perguntou:
— Há quanto tempo ele faz isso?
O velho engenheiro respondeu:
— Há tanto tempo...
que ninguém mais percebe sua presença.
O rapaz ficou em silêncio.
O mestre continuou.
— Esse é o destino de quase todos os guardiões.
Quando fazem seu trabalho perfeitamente...
as pessoas deixam de notar que eles existem.
Séculos depois...
02h43.
A cidade inteira dormia.
Hospitais continuavam funcionando.
Caixas eletrônicos permaneciam disponíveis.
Aviões cruzavam o céu.
Cartões aprovavam compras.
Bolsas internacionais processavam ordens.
Serviços públicos executavam milhares de operações.
Em uma sala iluminada apenas por monitores verdes...
quatro operadores acompanhavam dezenas de consoles.
Nenhum deles apareceria no jornal do dia seguinte.
E justamente por isso...
o mundo continuaria funcionando.
Sirva mais um café.
Hoje prestaremos homenagem aos profissionais que trabalham quando todos os outros descansam.
1. A Engenharia do Silêncio
Existe uma curiosidade fascinante.
Os maiores sucessos da engenharia raramente são celebrados.
Ninguém interrompe o jantar para anunciar:
"O Data Center funcionou perfeitamente hoje."
Nenhum telejornal abre dizendo:
"O processamento bancário terminou sem incidentes."
Nenhuma manchete comemora:
"Mais um dia sem perda de dados."
O sucesso da engenharia é silencioso.
O fracasso é barulhento.
2. A Noite Pertence aos Guardiões
Enquanto milhões dormem...
alguém observa.
Operadores acompanham filas.
DBAs verificam desempenho.
Sysprogs monitoram recursos.
Analistas acompanham jobs.
Especialistas em segurança analisam alertas.
Equipes de redes observam enlaces.
A madrugada possui seus próprios habitantes.
Quase invisíveis.
Mas indispensáveis.
3. O Programador Nunca Trabalha Sozinho
Existe um mito.
"O desenvolvedor construiu o sistema."
Na realidade...
o sistema pertence a dezenas de profissões.
Analistas de negócio.
Arquitetos.
Operadores.
Testadores.
Auditores.
Especialistas em armazenamento.
Segurança.
Redes.
Banco de dados.
Gestores.
Usuários.
O software nasce coletivo.
4. O Valor da Rotina
Para quem observa de fora...
executar o mesmo procedimento diariamente parece repetitivo.
Mas a rotina salva sistemas.
Checklist.
Backup.
Monitoramento.
Validação.
Revisão.
Toda repetição consciente reduz risco.
Na engenharia, disciplina frequentemente vale mais que genialidade.
5. O Relógio Nunca Para
Os antigos castelos possuíam vigias trocando de turno continuamente.
A fortaleza nunca ficava sem proteção.
Hoje acontece exatamente igual.
Existe alguém iniciando seu expediente quando outro está encerrando.
A missão muda de mãos.
Nunca é interrompida.
6. O Peso da Confiança
Imagine um operador pressionando ENTER para liberar um processamento nacional.
Milhões de registros serão movimentados.
A decisão parece simples.
Mas atrás daquele ENTER existe:
treinamento.
procedimentos.
auditorias.
experiência.
confiança.
Tecnologia apenas executa.
Pessoas assumem responsabilidade.
7. A Beleza do Trabalho Invisível
Existe algo profundamente bonito em profissões cujo sucesso consiste em não chamar atenção.
Quando tudo funciona...
ninguém percebe.
Quando uma ponte permanece firme durante cinquenta anos...
ninguém a fotografa diariamente.
Quando um programa COBOL executa bilhões de vezes corretamente...
ninguém o aplaude.
Mas ele continua ali.
Cumprindo sua missão.
8. O Orgulho Silencioso
O jovem perguntou ao mestre.
— O senhor nunca desejou reconhecimento?
O velho sorriu.
— Já o recebo todos os dias.
— Como?
— Quando acordo e descubro que a cidade continua funcionando.
9. Goblin Slayer Nunca Buscou Glória
Goblin Slayer raramente recebe homenagens.
Enquanto outros aventureiros derrotam dragões e tornam-se lendas...
ele elimina pequenas ameaças invisíveis.
Seu trabalho impede tragédias que jamais acontecerão.
Ninguém celebra batalhas que foram evitadas.
Essa é exatamente a lógica da boa engenharia.
10. Shogun e os Homens Sem Nome
Em Shogun, a História costuma destacar grandes líderes.
Mas nenhuma campanha existiria sem:
mensageiros.
cozinheiros.
ferreiros.
carpinteiros.
barqueiros.
médicos.
escribas.
A História é construída também pelos nomes que nunca aparecem nos livros.
Nos Data Centers acontece exatamente o mesmo.
11. O Operador e o Samurai
Ambos compartilham algo curioso.
Precisam permanecer atentos durante longos períodos.
Tomam poucas decisões.
Mas cada decisão pode alterar completamente o resultado da missão.
A paciência torna-se uma habilidade técnica.
12. O Café das Três da Manhã
Existe um momento conhecido por praticamente todo profissional de operações.
03h00.
A fadiga aumenta.
O silêncio domina a sala.
O café torna-se companheiro inseparável.
Curiosamente...
é exatamente nesse horário que muitos incidentes exigem máxima concentração.
Talvez por isso tantas histórias de Data Centers comecem com uma xícara de café.
13. Curiosidade Histórica
Nas fortalezas medievais e nos castelos japoneses, a troca de guarda era tratada como um procedimento rigoroso. O sentinela que encerrava seu turno não simplesmente ia embora: transmitia informações sobre movimentações observadas, condições das muralhas, mudanças climáticas e qualquer detalhe incomum ao próximo vigia. Essa continuidade evitava que conhecimento importante fosse perdido entre um turno e outro.
Nos ambientes IBM Z, a passagem de turno segue o mesmo princípio. Registros de ocorrências, status dos processamentos, incidentes em andamento, mudanças planejadas e alertas de monitoramento garantem que a operação permaneça contínua, independentemente de quem esteja diante do console.
14. Easter Egg — O Nome no Rodapé
Conta uma antiga história que, durante a reforma de um velho castelo, encontraram uma pedra escondida atrás de outra.
Nela existia apenas uma inscrição.
Esta muralha foi reparada por Kenji.
Ano 1478.
Nenhum livro mencionava Kenji.
Nenhuma crônica registrava sua existência.
Mas quinhentos anos depois...
a muralha continuava de pé.
No Data Center existe um equivalente.
Em um programa COBOL muito antigo alguém encontrou um comentário discreto.
* Correção temporária para fechamento mensal.
* Bellacosa - 1996.
O comentário permanecia ali.
A correção temporária havia protegido milhares de processamentos durante décadas.
Talvez ninguém lembrasse do autor.
Mas milhões de pessoas continuavam sendo beneficiadas por aquela pequena decisão.
15. O Manifesto dos Sentinelas
Nunca despreze um operador.
Nunca ignore um DBA.
Nunca subestime um sysprog.
Nunca esqueça quem documentou um procedimento.
Nunca ridicularize um programa antigo sem compreender sua história.
Nunca considere invisível quem trabalha na madrugada.
Porque são justamente essas pessoas que sustentam silenciosamente o funcionamento do mundo.
16. Checklist do Guardião Anônimo
Antes de encerrar seu turno, pergunte:
✔ O próximo profissional entenderá o que aconteceu?
✔ Os registros estão completos?
✔ Existe alguma pendência não comunicada?
✔ O monitoramento permanece ativo?
✔ O backup foi validado?
✔ A documentação foi atualizada?
✔ O conhecimento foi compartilhado?
✔ O ambiente está mais seguro?
✔ O risco diminuiu?
✔ O usuário continuará protegido?
✔ A equipe pode confiar nas minhas informações?
✔ Deixei o sistema melhor do que o encontrei?
Conclusão — A Última Troca de Turno
O amanhecer finalmente chegou.
O velho sentinela encontrou o jovem que assumiria a muralha.
Entregou-lhe a lança.
Mostrou o livro de ocorrências.
Apontou discretamente para uma pequena rachadura próxima ao portão norte.
Depois sorriu.
Sem discursos.
Sem solenidade.
Apenas disse:
— Agora a fortaleza é sua.
Na sala de operações, o relógio marcava 07h00.
A equipe da madrugada encerrava o expediente.
A equipe da manhã assumia os consoles.
Os monitores continuavam verdes.
Os clientes começavam suas atividades.
Nenhum deles imaginava que centenas de decisões importantes haviam sido tomadas enquanto dormiam.
O jovem analista desligou seu terminal.
Olhou pela janela.
O sol iluminava lentamente a cidade.
Naquele instante compreendeu algo que jamais esqueceria.
Os maiores heróis da engenharia quase nunca aparecem nas fotografias inaugurais.
Não recebem medalhas.
Não têm estátuas.
Não protagonizam documentários.
Mas são eles que permanecem acordados quando todos dormem.
São eles que revisam procedimentos.
São eles que executam backups.
São eles que respondem aos alertas.
São eles que corrigem pequenos defeitos antes que se transformem em grandes tragédias.
E talvez...
essa seja a forma mais nobre de heroísmo.
Fazer o extraordinário.
Sem esperar reconhecimento.
Apenas porque alguém precisa cuidar da fortaleza.
E, enquanto existir ao menos um sentinela caminhando silenciosamente pelas muralhas do conhecimento...
a missão continuará.
Porque sistemas podem ser substituídos.
Equipamentos podem ser renovados.
Tecnologias podem evoluir.
Mas o compromisso silencioso de proteger pessoas...
esse atravessa séculos.
E continuará iluminando a madrugada muito depois que todos nós tivermos passado nossas chaves para a próxima geração de guardiões.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
Uma campanha completa sobre estratégia, logística, inteligência,
segurança, liderança, continuidade, sistemas críticos, IBM Z e COBOL.
Um Data Center analisado como uma fortaleza em guerra
A série Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
compara castelos, exércitos, muralhas, cadeias de comando, logística,
inteligência e operações militares com os ambientes IBM Z responsáveis
por bancos, governos, seguros, transportes e serviços essenciais.
Cada artigo apresenta uma parte dessa arquitetura: aplicações COBOL,
Jobs JCL, transações CICS, bancos Db2, filas MQ, segurança RACF,
monitoramento, contingência, liderança, documentação e continuidade
operacional.
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Os brinquedos de controle remoto são uma tentação, feito para crianças mas usada para adultos se divertirem. :)
Eu e o formiguinha costumamos brincar na lagoa do parque, ligamos a lancha e vamos la... é uma diversão ver o barquinho vencendo a agua, principalmente por q o espaço é controlado, então qualquer problemas entramos no rasinho e pegamos o barco.
O lado curioso é que normalmente escolhemos um lado vazio da lagoa, porem após algum tempo brincando surge aquela garotada toda, uns mais afoitos, outros mais calmos e é sempre aquela confusão.
O formiguinha se irrita e logo começa , vamos embora, ou as vezes ele grita Vaguinhooooo, sei que deve ter algum menino importunando.
Estamos no parque Luis Latorre, vulgarmente conhecido como parque da Juventude. Em volta da lagoa tem uma pocinha cercada utilizada para a garotada se refrescar e fazerem brincadeiras.
Eu e o formiguinha as vezes vamos pilotar a lancha Speedy, onde aproveitamos para passar bons bocados e dia desses estávamos ali, quando surgiu uma garça, o animal esta tão domesticado que não tem medo dos humanos e fica por ali de boa, a espera de algum alimento.
E eu aproveito para capturar estes momentos, filmando e fotografando a maluquinha da garça.
Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
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