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Este blog é o diário de um otaku apaixonado por animes, tecnologia de mainframe e viagens.
Cada entrada é uma mistura única: relatos de viagem com fotos, filmes, links, artigos e desenhos, sempre buscando enriquecer a experiência de quem lê.
Sou quase um turista profissional: adoro dormir em uma cama diferente, acordar em um lugar novo e registrar tudo com minha câmera sempre à mão.
Entre uma viagem e outra, compartilho também reflexões sobre cultura otaku/animes
Eis a chegada da ponte rodoviária em Sampa no fretado da ITT. Estamos na avenida Bandeirantes perto da churrascaria fogo de chão. Numa manha cinzenta e triste.
Aff esta uma manha fria e chuvosa, relembrando a velha terra da garoa antes do efeito estufa. Quando os outonos e invernos eram realmentes frios, que as pessoas se agasalhavam bem para ir ao trabalho.
Por acaso estes dias tivemos uma amostrinha de frio... eh ta taoooo bommm, passar na padoca beber um chocolate quente, por uma blusa de la, gorrinho ou chapéu. Bem bom
Bom dia para todos e otimo dia de trabalho no frio...
Estamos chegando a Sampa em mais uma jornada de trabalho, depois do frio e neblina maluca em Itatiba, chegamos a Sampa, mas por aqui as coisas estavam mais quentinhas.
Sem neblina e tempo limpo, céu azul mas muito transito vejam a confusão que é o desembarque do fretado na chegada na avenida Bandeirantes.
Com as preocupações do quotidiano: não esquecer a carteira, credencial de acesso, guarda-chuva, sempre perturbando o coitado do motorista.
Todo dia , uns melhores outros piores eis a vida do viajante ... ganha-se qualidade de vida ao morar no interior, perde-se qualidade viajando para la e cá outra vez.
🌧️ Segunda Braba — Quando Trabalhar em São Paulo Deixou de Fechar a Conta
O salário era da capital. O custo também. E quatro horas do meu dia não apareciam no holerite.
Durante muitos anos, morar em Itatiba e trabalhar em São Paulo fazia sentido.
A distância era grande, o deslocamento cansativo, mas existia uma compensação importante: a diferença salarial era brutal.
Os salários oferecidos na capital, principalmente para profissionais especializados em tecnologia, justificavam acordar cedo, pegar o fretado e percorrer diariamente dezenas de quilômetros. Morávamos no interior, com um custo de vida relativamente menor, enquanto recebíamos salários do mercado paulistano.
A conta fechava.
Só que o tempo passou.
Entre o começo dos anos 2000 e aquela segunda-feira fria de 2016, muita coisa mudou.
Os salários sofreram um verdadeiro arrocho. O ganho real diminuiu enquanto praticamente todo o resto ficou mais caro.
E São Paulo ficou cada vez mais distante.
Não geograficamente.
Distante em horas.
A Rodovia dos Bandeirantes, que durante muito tempo representou uma ligação relativamente rápida com a capital, começou a encontrar seus próprios gargalos. Depois vinham as Marginais, onde aquilo que já era ruim conseguiu ficar ainda pior.
Mas apareceu outro complicador: as restrições impostas aos ônibus fretados.
Foram criadas áreas onde eles não podiam mais circular livremente. Para quem vinha do interior, isso significava descer antes do destino e procurar outra maneira de completar a viagem.
Metrô.
Ônibus.
Táxi.
Caminhada.
Mais dinheiro.
Mais tempo.
Mais uma conexão em uma viagem que já era longa.
E então comecei a perceber que havia algo errado naquela velha equação.
Porque trabalhar em São Paulo nunca custou apenas o fretado.
Havia o almoço.
O café.
O lanche.
Uma refeição que no interior custava determinado valor facilmente podia custar duas ou três vezes mais na Vila Olímpia.
Havia também outro custo quase invisível: vestir-se para trabalhar em São Paulo.
Camisa adequada.
Calça social.
Sapatos impecáveis e engraxados.
Um guarda-roupa compatível com aquele ambiente corporativo também fazia parte do preço de estar ali.
E ainda faltava colocar na planilha o item mais caro de todos:
tempo.
O Vilão Kassab como uma canetada afetou milhares de trabalhadores e piorou o transito em Sampa
Duas horas para ir.
Duas horas para voltar.
Quatro horas do meu dia que jamais apareceram no holerite.
Quatro horas que não eram consideradas jornada de trabalho, mas também não eram exatamente minhas.
Naquela segunda-feira de abril de 2016 fazia frio.
Chovia.
Eu estava cansado.
Dentro do fretado aquecido ainda existia algum conforto. Talvez alguns minutos de sono enquanto observava São Paulo despertar através da janela.
Mas inevitavelmente a porta se abriria.
Era preciso colocar o gorro, enfrentar a chuva e completar o caminho até o escritório.
Naquele momento talvez eu não estivesse fazendo todas essas contas conscientemente.
Hoje, olhando para trás, consigo enxergá-las.
O problema nunca foi apenas uma segunda-feira braba.
Era uma equação econômica que lentamente deixava de funcionar.
Salário da capital.
Alimentação da capital.
Roupa da capital.
Trânsito da capital.
E o custo de morar longe sendo pago todos os dias.
Talvez a pergunta correta nunca tenha sido:
“Quanto posso ganhar trabalhando em São Paulo?”
A pergunta deveria ser:
“Quanto São Paulo precisa me pagar para comprar quatro horas da minha vida todos os dias?”
Naquela segunda-feira fria e chuvosa, a resposta começava a ficar evidente.
A conta já não fechava como antigamente.
E ainda era preciso trabalhar o dia inteiro antes de enfrentar todo o caminho de volta para casa.
Mais uma semana começa e agora com chuvinha, por sorte a estrada estava boa sem nenhum acidente, agora e só correr para o escritório, tentando se molhar pouco.
O sono era tanto que ate estava de óculos escuro e gorrinho para sair a rua, o fretado estava quentinho e la fora tava tão friozinho.
Eh gostoso acompanhar o dia a dia da cidade com a chegada do fretado.
São os pequenos passos do formiguinha... esta aprendendo aos poucos, mas treinando os conceitos, conhecendo o equipamento e se divertindo.
Quando se aprende algo novo o importante não é regras rígidas e chatas, mas sim sentir prazer, se divertir com o brinquedo, conhecer as possibilidade que ele oferece e com isso explorar.
Vai aprendendo, cai, corre, senta e rola... vai decorando as regras e aprendendo os conceitos.
Este é o primeiro de muitos vídeos e um dia nosso amigo estará arrepiando no skate.
Campinas cresceu graças a sua posição geográfica favorável e a visão de grandes homens abnegados que lutaram por uma causa e se esforçaram para fazer crescer a cidade.
Esta estação era o grande entroncamento seus trilhos tinhas 2 tipos de bitola para poder atender todas as empresas ferroviárias, Campinas era o grande ponto de destinação a São Paulo e o porto de Santos.
Hoje a estação é apenas um prédio fantasma, descaracterizado que durante anos ficou abandonado, hoje voltou a ser utilizada graças a açao cultural de grupos de voluntários que ministram cursos de teatro amador.
Bellacosa Mainframe e o teatro amador na estação cultura de campinas
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
🎭 Teatro Amador em Campinas — Memórias revisitadas dez anos depois
Esta postagem de abril de 2016 parece simples. Algumas fotografias, pequenos vídeos, uma aula de teatro amador e a velha Estação Central de Campinas como cenário.
Mas, dez anos depois, consigo enxergar muito mais coisas escondidas dentro dessas imagens.
Naquela época eu vivia um breve romance com Ana Paula. Nossa história ainda teria muitas páginas pela frente: nós nos reencontraríamos em 2018 e viveríamos juntos, mantendo nosso relacionamento até 2025. Mas nada disso era conhecido naquele sábado de 2016.
Naquele momento existiam apenas duas pessoas vivendo suas próprias descobertas.
Ana Paula havia se separado em 2014 e estava atravessando uma fase de redescoberta da vida. Era uma linda mulher na casa dos quarenta anos querendo experimentar aquilo que durante muito tempo havia ficado para depois.
Era quase como observar um pássaro que acabara de descobrir que a porta da gaiola estava aberta.
E ela queria voar.
Eventos, passeios, atividades, lugares diferentes — havia um mundo inteiro esperando do lado de fora. Como sempre gostou de teatro, encontrou um curso de teatro amador realizado aos sábados na Estação Cultura de Campinas e resolveu participar.
E foi assim que, em alguns daqueles sábados, eu também apareci por lá.
Não como aluno.
Eu ia assistir às aulas, acompanhar um pouco daquele universo e, naturalmente, fazer aquilo que sempre gostei de fazer:
explorar.
🚂 Enquanto havia teatro no palco, havia história nos corredores
A Estação Cultura era particularmente fascinante para mim.
Não era simplesmente um prédio onde estava acontecendo uma aula de teatro. Aquela era a antiga estação ferroviária de Campinas, um lugar carregado de memória, arquitetura e vestígios de uma cidade construída ao redor dos trilhos.
E havia uma vantagem maravilhosa naqueles sábados.
Portas estavam abertas.
Salas e espaços que normalmente eu encontraria fechados estavam sendo utilizados pelas atividades culturais. Enquanto Ana Paula participava dos exercícios, eu tinha a oportunidade de observar detalhes do edifício, caminhar por seus espaços e descobrir pedaços daquela velha estação.
Fotografava.
Filmava.
Olhava portas, corredores, estruturas, plataformas e pequenos detalhes que provavelmente passariam despercebidos para quem estivesse ali apenas esperando alguém terminar uma aula.
Para mim aquilo era uma expedição.
Era possível sair de Itatiba em uma manhã de sábado simplesmente para acompanhar uma aula de teatro e terminar o dia tendo descoberto mais um pedaço da história de Campinas.
📷 Eu ainda não sabia que estava construindo um arquivo
Talvez esta seja a parte mais curiosa quando revejo essas postagens tantos anos depois.
Na época eu não pensava:
“Preciso documentar este momento para que em 2026 possa reconstruir minha história.”
Eu simplesmente fotografava.
Gravava.
Escrevia algumas linhas.
Publicava.
Pareciam acontecimentos banais do cotidiano.
Mas o cotidiano envelhece.
E quando envelhece suficientemente, transforma-se em memória.
Uma fotografia que em 2016 mostrava simplesmente uma aula de teatro passa a registrar roupas, pessoas, objetos, arquitetura e uma Campinas que já começou a mudar.
Um pequeno vídeo deixa de ser apenas um vídeo.
Torna-se uma janela.
E aquela postagem curtíssima que escrevi naquela época funciona hoje como uma etiqueta presa a uma caixa:
Campinas. Abril de 2016. Ana Paula. Teatro. Estação Cultura.
Quando abro a caixa, aparecem novamente os corredores, os sábados, as viagens saindo de Itatiba e aquela vontade permanente de descobrir o que existia depois da próxima porta.
🗺️ Itatiba ficava cada vez maior
Tecnicamente eu continuava morando em Itatiba.
Mas meu território pessoal já ultrapassava havia muito tempo os limites da cidade.
Campinas fazia parte desse mapa.
Cada compromisso podia se transformar em desculpa para conhecer outra rua, outro prédio, outra estação, outro parque ou alguma história escondida.
Se Ana Paula tinha teatro durante algumas horas, eu não enxergava aquilo como tempo de espera.
Era tempo de exploração.
Talvez por isso tantas dessas pequenas postagens tenham sobrevivido.
Enquanto muita gente esperaria sentada olhando o relógio, eu desaparecia com uma câmera.
E voltava carregando fotografias.
🎭 O palco era maior do que imaginávamos
Há ainda outra coisa interessante quando olho para tudo isso dez anos depois.
Ana Paula estava fazendo teatro.
Mas, de certa maneira, todos nós estávamos entrando em atos de uma peça cujo roteiro ainda não conhecíamos.
Em 2016 tivemos aquele breve romance.
A vida seguiu.
Em 2018 nossos caminhos voltariam a se encontrar.
Depois viveríamos juntos e construiríamos uma história que chegaria até 2025.
Por isso aquelas imagens da Estação Cultura adquiriram outra dimensão.
Elas pertencem ao primeiro ato.
Não havia como o Vagner segurando a câmera em 2016 saber o que aconteceria dois anos depois, muito menos imaginar onde aquela história estaria quase uma década mais tarde.
Talvez seja justamente isso que torne fotografias antigas tão poderosas.
Elas sabem apenas o passado.
Nós é que conhecemos o futuro delas.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Hoje olho para aquela postagem e percebo que não estava documentando apenas uma aula de teatro amador.
Eu estava registrando uma mulher redescobrindo possibilidades.
Estava registrando o começo de uma história que ainda teria outros atos.
Estava registrando uma velha estação ferroviária transformada em espaço de cultura.
Estava registrando Campinas.
Estava registrando minhas pequenas viagens saindo de Itatiba.
E, sem perceber, estava registrando a mim mesmo.
Talvez seja por isso que eu não goste de apagar os registros antigos apenas porque são pequenos, imperfeitos ou possuem poucas palavras.
O texto antigo permanece.
As fotografias permanecem.
Os vídeos permanecem.
E acrescento aquilo que a memória ainda consegue recuperar.
Porque dez anos depois descobrimos uma coisa curiosa:
às vezes uma postagem de cinco linhas carregava uma história que precisava de dez anos para conseguir ser contada.
Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
Glossário IBM Z + Engenharia Militar
A
ABEND (Abnormal End)
Engenharia Militar: Um colapso inesperado durante uma batalha, como a queda de uma ponte, o rompimento de uma muralha ou a explosão de um depósito de pólvora.
IBM Z: Encerramento anormal de um programa ou Job. Assim como um comandante precisa investigar por que uma torre caiu, o programador precisa descobrir a causa raiz do ABEND.
ACEE (Accessor Environment Element)
Engenharia Militar: Documento de identificação emitido pelo comandante da fortaleza autorizando livre circulação em áreas restritas.
IBM Z: Estrutura criada pelo RACF contendo a identidade e os privilégios do usuário autenticado.
AOR (Application Owning Region)
Engenharia Militar: Quartel onde realmente ocorre a batalha.
IBM Z: Região CICS responsável pela execução da lógica das aplicações.
APF (Authorized Program Facility)
Engenharia Militar: Arsenal reservado apenas aos oficiais autorizados.
IBM Z: Biblioteca autorizada a executar funções privilegiadas do sistema operacional.
Arquiteto de Sistemas
Engenharia Militar: Mestre construtor responsável por planejar uma fortaleza inteira.
IBM Z: Profissional que define a arquitetura de soluções críticas.
B
Backup
Engenharia Militar: Celeiro secreto, poço reserva ou arsenal oculto preparado para tempos de cerco.
IBM Z: Cópia de segurança utilizada para recuperação após falhas.
Batch
Engenharia Militar: Caravana logística que atravessa a madrugada transportando suprimentos entre fortalezas.
IBM Z: Processamento em lote executado sem interação do usuário.
BMS (Basic Mapping Support)
Engenharia Militar: Mensageiro que traduz ordens do comandante para soldados de diferentes regiões.
IBM Z: Camada responsável pela apresentação das telas CICS.
Buffer
Engenharia Militar: Depósito intermediário onde provisões aguardam distribuição.
IBM Z: Área temporária de memória usada para acelerar acesso aos dados.
C
Canal (Channel)
Engenharia Militar: Estrada fortificada que liga o castelo aos armazéns.
IBM Z: Caminho dedicado entre CPU e dispositivos de I/O.
Capacity Planning
Engenharia Militar: Cálculo de quantos meses uma fortaleza suporta um cerco.
IBM Z: Planejamento da capacidade futura de CPU, memória, disco e rede.
Catapulta
Engenharia Militar: Máquina de ataque que rompe muralhas.
IBM Z: Analogia para ataques de carga, DDoS ou explosões inesperadas de processamento.
CICS
Engenharia Militar: Portão principal da cidade, onde milhares de pessoas entram e saem diariamente.
IBM Z: Monitor transacional responsável pelo processamento online.
CICSPlex
Engenharia Militar: Conjunto de fortalezas coordenadas por um comando central.
IBM Z: Administração integrada de diversas regiões CICS.
COBOL
Engenharia Militar: A língua oficial da administração do reino.
IBM Z: Linguagem de programação amplamente utilizada em sistemas críticos de negócio.
Comandante
Engenharia Militar: General responsável pela defesa da fortaleza.
IBM Z: Líder técnico, arquiteto ou gerente responsável por decisões críticas.
Commit
Engenharia Militar: Fechamento oficial de uma ordem militar já executada.
IBM Z: Confirmação permanente das alterações em uma transação.
D
DASD
Engenharia Militar: Grande armazém onde alimentos, armas e documentos são guardados.
IBM Z: Dispositivo de armazenamento em disco.
Data Center
Engenharia Militar: A própria fortaleza moderna.
IBM Z: Local onde residem servidores, armazenamento e infraestrutura crítica.
Db2
Engenharia Militar: Tesouro Real.
IBM Z: Banco de dados responsável por preservar as riquezas digitais da organização.
DFSMS
Engenharia Militar: Intendente responsável pela distribuição organizada dos depósitos.
IBM Z: Conjunto de serviços que administra armazenamento.
Documento de Guerra
Engenharia Militar: Mapas, plantas e ordens escritas.
IBM Z: Documentação técnica, diagramas e manuais operacionais.
E
Engenharia de Cerco
Engenharia Militar: Arte de enfraquecer lentamente uma fortaleza.
IBM Z: Analogia para degradação gradual de desempenho ou ataques persistentes.
Escalada de Privilégios
Engenharia Militar: Um soldado comum obtendo acesso indevido ao salão do rei.
IBM Z: Ganho indevido de permissões administrativas.
F
Failover
Engenharia Militar: Abrir imediatamente uma segunda muralha quando a primeira cai.
IBM Z: Transferência automática da operação para outro ambiente.
Fila (Queue)
Engenharia Militar: Linha organizada de mensageiros aguardando ordens.
IBM Z: Estrutura temporária de mensagens ou requisições.
G
GDG
Engenharia Militar: Arquivo histórico contendo versões sucessivas dos mapas da fortaleza.
IBM Z: Grupo de gerações de datasets.
General
Engenharia Militar: Comandante supremo.
IBM Z: Analogia ao WLM ou ao arquiteto responsável pelas prioridades.
H
HLASM
Engenharia Militar: Linguagem secreta utilizada pelos engenheiros reais.
IBM Z: Assembly do IBM Z.
I
IPL (Initial Program Load)
Engenharia Militar: Reabertura da fortaleza após uma reconstrução.
IBM Z: Inicialização do sistema operacional.
Índice Db2
Engenharia Militar: Catálogo que informa exatamente onde cada arma está armazenada.
IBM Z: Estrutura que acelera consultas.
J
JCL
Engenharia Militar: Plano completo da campanha militar.
IBM Z: Linguagem que descreve como um Job será executado.
JES2
Engenharia Militar: Oficial responsável pela fila de missões.
IBM Z: Subsistema que controla entrada e saída de Jobs.
Job
Engenharia Militar: Missão oficial atribuída a uma unidade.
IBM Z: Conjunto de passos executados em Batch.
L
LPAR
Engenharia Militar: Ala independente dentro do mesmo castelo.
IBM Z: Partição lógica isolada executando seu próprio sistema operacional.
Log
Engenharia Militar: Livro de ocorrências do comandante.
IBM Z: Registro cronológico dos eventos.
M
MQ
Engenharia Militar: Rede de mensageiros entre castelos.
IBM Z: Middleware de troca assíncrona de mensagens.
Muralha
Engenharia Militar: Primeira linha de defesa.
IBM Z: Firewalls, RACF, controles de acesso e políticas de segurança.
O
Operador
Engenharia Militar: Sentinela responsável pelo funcionamento diário da fortaleza.
IBM Z: Profissional que acompanha e controla a operação do ambiente.
P
Performance
Engenharia Militar: Velocidade com que tropas e suprimentos se movimentam.
IBM Z: Eficiência do processamento.
PROC
Engenharia Militar: Manual reutilizável para missões recorrentes.
IBM Z: Procedimento catalogado utilizado por vários Jobs.
Q
Quarentena
Engenharia Militar: Isolamento de uma área contaminada.
IBM Z: Ambiente isolado para análise de incidentes ou malware.
R
RACF
Engenharia Militar: Guarda Real que controla quem entra ou sai da fortaleza.
IBM Z: Sistema de autenticação e autorização.
Recovery
Engenharia Militar: Reconstrução organizada após um ataque.
IBM Z: Recuperação do ambiente após falhas.
Rollback
Engenharia Militar: Ordem para recuar tropas preservando a organização.
IBM Z: Desfazimento das alterações de uma transação.
RMF
Engenharia Militar: Inspetor que mede diariamente o estado da fortaleza.
IBM Z: Ferramenta de monitoramento de desempenho.
S
Sentinela
Engenharia Militar: Guarda das muralhas.
IBM Z: Operador, monitor automatizado ou ferramenta de observabilidade.
SIEM
Engenharia Militar: Sala central onde chegam todos os relatórios dos vigias.
IBM Z: Plataforma de correlação de eventos de segurança.
SMF
Engenharia Militar: Diário oficial do reino.
IBM Z: Registros históricos de tudo o que ocorreu no sistema.
Storage
Engenharia Militar: Celeiros, arsenais e depósitos.
IBM Z: Recursos físicos ou lógicos de armazenamento.
Sysplex
Engenharia Militar: Liga de fortalezas trabalhando como uma única cidade.
IBM Z: Conjunto de sistemas z/OS cooperando.
Sysprog
Engenharia Militar: Engenheiro-chefe da fortaleza.
IBM Z: Especialista responsável pelo sistema operacional.
T
Torre de Vigia
Engenharia Militar: Local de observação contínua.
IBM Z: Console de monitoramento.
TSQ
Engenharia Militar: Mesa temporária onde mensagens aguardam leitura.
IBM Z: Temporary Storage Queue do CICS.
U
Usuário
Engenharia Militar: Habitante protegido pela fortaleza.
IBM Z: Pessoa ou aplicação que utiliza o sistema.
V
VSAM
Engenharia Militar: Arquivo central contendo todos os registros do reino.
IBM Z: Método de armazenamento de arquivos de alta performance.
W
WLM (Workload Manager)
Engenharia Militar: General estrategista que decide quais batalhas recebem prioridade.
IBM Z: Gerenciador inteligente de prioridades de carga de trabalho.
Z
z/OS
Engenharia Militar: O reino inteiro.
IBM Z: Sistema operacional que coordena todos os recursos do Mainframe.
z/OSMF
Engenharia Militar: Sala moderna de comando, equipada com mapas atualizados e instrumentos de coordenação.
IBM Z: Interface web de administração e automação do z/OS.
Epílogo do Glossário
Se este glossário ensinou alguma coisa, espero que tenha sido mais do que o significado de siglas.
Espero que ele tenha mostrado que, apesar de separados por séculos, um comandante medieval e um arquiteto IBM Z enfrentam desafios surpreendentemente parecidos.
Ambos precisam proteger recursos escassos.
Planejar o futuro.
Treinar equipes.
Antecipar ameaças.
Documentar decisões.
Construir confiança.
E garantir que a fortaleza — seja ela feita de pedra ou de silício — permaneça firme para as próximas gerações.
Porque tecnologias mudam.
Ferramentas evoluem.
Arquiteturas são renovadas.
Mas os princípios da boa engenharia permanecem praticamente os mesmos desde que a primeira muralha foi erguida para proteger uma comunidade.
Talvez seja exatamente por isso que estudar História seja uma das maneiras mais inteligentes de compreender o futuro do Mainframe.
☕ Um Café no Bellacosa Mainframe
Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
Uma campanha completa sobre estratégia, logística, inteligência,
segurança, liderança, continuidade, sistemas críticos, IBM Z e COBOL.
Um Data Center analisado como uma fortaleza em guerra
A série Engenharia Militar sem Mistérios para Programadores COBOL
compara castelos, exércitos, muralhas, cadeias de comando, logística,
inteligência e operações militares com os ambientes IBM Z responsáveis
por bancos, governos, seguros, transportes e serviços essenciais.
Cada artigo apresenta uma parte dessa arquitetura: aplicações COBOL,
Jobs JCL, transações CICS, bancos Db2, filas MQ, segurança RACF,
monitoramento, contingência, liderança, documentação e continuidade
operacional.
Sala de operações
Índice da campanha
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Vagner Renato Bellacosa trabalha com IBM Mainframe
desde 1988
,
é IBM Champion e especialista em COBOL, CICS, Db2,
z/OS e IBM Z. Compartilha experiências profissionais,
conhecimento técnico, história da computação e práticas
do universo mainframe para aproximar novas gerações das
tecnologias que sustentam empresas, bancos e governos
ao redor do mundo.
IBM Champion
IBM Z
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CICS
Db2
z/OS
Mainframe desde 1988